Witsel Rocha.
Arrancamos as roupas e a penetrei sem pudor, enquanto ela arranhava minhas costas. Agarrei seu pescoço com força, de joelhos na cama enquanto estocava para dentro dela. Nossos olhares se cruzaram, meu olhar transmite luxúria e possessão. Numa clara demonstração de poder.
Se ela pensa que vai ser assim tão fácil me esquecer. Então ela que lute. Pois farei questão que ela se lembre de mim, em cada canto de seu corpo. Em cada mordida, em cada marca. Gozei dentro dela me jogando em cima de seus seios enquanto convulsionava.
— Witsel...— resmungou.
— Existe a pupila do dia seguinte. Não está nos meus planos de engravidar agora.
Ela não me respondeu. Virou o rosto fingindo não ver.
— Está me ignorando?— belisquei seus seios.
— Não faça mais isso... não, me faz sentir mal comigo mesma.
Seguindo o senso comum, eu devia me desculpar e deixar ela ir embora, mas eu sei que se eu fizer isso, estarei descartando a única chance que tenho de penetrar em sua alma. Eu não sou o tipo de homem que insiste para ter relações sexuais com uma mulher que sente atração por mim, mas não quer se deixar cair. Mas com Mahatma é diferente, simplesmente não consigo parar, fugi tanto tempo desses sentimentos que agora eles me consomem de dentro para fora.
Ela deu um grito de susto quando a virei de quadro e colocar minhas mãos em suas nádegas. Então abaixei o meu rosto e comecei a chupar os lábios da sua vagina, batendo minha língua contra seus clitóris enquanto ela gemia sem pudor, amassando os lençóis da cama.
Me coloquei de joelhos de trás dela, então bati meu pênis contra sua vagina fazendo ela contrair, puxei seus fios negros enquanto a penetrava e estocava lentamente.
— Quer que eu pare!— sussurrei em seu ouvido, com uma mão em seu quadril e outra em seu cabelo. Ela não me respondeu, apenas mordia os lábios de olhos fechados. — Estou falando com você baby!
Soltei seu quadril e toquei em seu seio enquanto aumentava o aperto em seus cabelos. Tirei meu mastro para fora por alguns segundos a fazendo abrir os olhos, e logo de seguida enterrei com força, a fazendo gemer alto.
— Witsel...
— Eu posso parar se você quiser!— ela abandou a cabeça negando fazendo um sorriso convencido brotar em meus lábios — Não estou te ouvindo!— repeti o processo.
— NÃO... não pare.
Voltei a lhe posicionar de quadro e chupei sua vagina enquanto ela rebolava em minha língua. Depois que ela gozou voltei a estocar com força para dentro dela até a preencher de prazer. Depois caímos exaustos na cama, eu nem percebi em que momento adormeci. Meu corpo a cobria enquanto minha mão repousa por baixou de seus seios.
Minha nova meta, a ter para acordar sempre assim.
Despertei com o som do meu celular tocando, a contra gosto tive de sair da cama para ir atender a chamada da minha mãe.
— Amor já se sente melhor?
— Sim mãe, estou muito bem. — falei sem tirar os olhos do corpo de Mahatma que se remexia na cama. — Foi só um pequeno mal estar.
— Certo, virás jantar connosco?
— Não, estou ocupado.
— Dizer para Sherrim trazer seu jantar?
— Não precisa, irei ficar bem.
— Está bem, boa noite amor.
— Boa noite mãe.
No mesmo estante Mahatma acordou sonolenta, enquanto eu fazia uma ligação para um restaurante encomendando nossa comida.
— Que horas são?— ela disse já de pé, seu corpo todo a mostra.
— São nove da noite!— respondi sem tirar olhar do meu sêmen que escorria de suas pernas. Quando ela notou, me olhou assustada. Enquanto meu tapete era manchado. Comecei a rir da situação.
— Não tem graça! Quero tomar e ir para casa?
— Não tem graça, mas é excitante!— falei indo até ela, a abraçando de trás e conduzindo para o banheiro. — O que acha de mais um round? — sussurrei em seu ouvido enquanto abria a porta do banheiro.
— Sem chance!— ri da firmeza em suas palavras enquanto distribuía beijos em seu rosto — Não adianta tentar me seduzir, estou dolorida!
— Estou só brincando!— dei um tapa em sua bunda. — Mas se você quiser...
— Não.
Ri. Depois que nós banhamos, eu lhe dei minhas roupas para que ela vestisse, já que as suas estavam cheias de corrimento. Enquanto ela se vestia, o entregador chegou, dei-lhe a gorjeta e deixei a comida na mesa, fui atrás de pratos e copos.
Quando voltei ao quarto para lhe chamar, ela havia tirado os lençóis da cama e limpado o tapete.
— Não era preciso! Eu mesmo iria fazer isso.
— Não achei ético!— ela disse saindo do quarto. — Você tem que me pagar pelos medicamentos que comprei para ti.
Ela disse apontando para o balcão que tinha uma sacola branca da farmácia. Junto a sua bolsa da cavalinho.
— Mas se baby diz que está dolorida, como irei pagar?— provoquei. Ela ficou vermelha indignada com a minha perversão.
— Vou para casa.
— Espera, antes vamos jantar. — dei um beijo em seus lábios a conduzindo para mesa.
Depois que jantamos, a acompanhei para casa, quando Sheid nós viu juntos sorriu travessa, deixando Mahatma constrangida.
— Decidiu tomar uma atitude?— Sheid.— Só de pensar que você fica tão fofo com ciúmes.
— Não tem graça!— revirei os olhos.
— Eu achei que você fosse voar para cima de jovem!— antes que eu pudesse responder a minha tia engraçadinha, Ford chegou. Trocámos uma e outra palavra, eles me convidaram para jantar com eles, e eu aceitei. O que não agradou Mahatma, porque segundo ela estou sendo intrometido e audacioso.
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O Que Me Tornei
RomansaO óbvio é a verdade mais difícil de se ver. Mahatma foi abandonada pela sua mãe quando ainda era pequena. Desde então sendo cuidada e protegida pelo seu pai. O porquê de sua mãe ter a abandonado e a dor da rejeição é algo que sempre lhe perseguiu. M...
