Parecia loucura se envolver com o homem que havia planejado seu sequestro, mas aquele era o menor dos problemas de Isabella. Nevio, além de tudo, também vivia pela Camorra, Máfia rival a qual ela fazia parte.
Há muitos anos, Camorra e Famiglia não e...
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Infelizmente tenho uma vida fora daqui e não tive tempo, nem cabeça, nem disposição, para postar um capítulo novo antes. Além disso, fiquei super apegada em escrever fanfic NaruHina e da minha mais nova paixão: Felix do Stray Kids...
Mas aqui está!!!
Não abandonaria vocês, queridas. Vocês alegram meus dias com seus comentários e desespero <3
Não se esqueçam de comentar bastante!
Fui :*
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Isabella – 20 anos
Eu fiquei nos Hamptons por mais alguns dias antes de voltar à Manhattan, porque tinha – alguns diriam que finalmente – marcado uma nova consulta. Eu já havia adiado demais, na verdade, mas tinha minhas razões.
O elevador apitou e eu sorri, balançando as chaves do carro na mão para dispersar a tensão, sabendo que Nevio tinha acabado de chegar – ele queria ir comigo ao invés de apenas me encontrar lá, e eu não via problema algum nisso. Liberei sua entrada e esperei para trocar algumas amenidades, mas, com o semblante fechado, ele passou por mim num rompante.
- Alessio já chegou? – Perguntou, sua perna balançando nervosamente.
Alessio iria conosco, porque tenho certeza que ele jamais abriria mão disso depois de me acompanhar por tanto tempo.
- Não. – Resmunguei, de repente ficando irritada pelo nervosismo.
- Ótimo. Precisamos conversar.
Franzi o cenho com tanta força que meus olhos ficaram quase fechados.
- Certo. O que houve?
- Sou mesmo o pai do bebê, Isabella? Ou Alessio é?
E, assim, com 10 palavras, Nevio jogou todo frágil relacionamento que vínhamos reconstruindo no chão, pisoteando-o sem nem mesmo pensar sobre isso.
Meu coração saltou no meu peito e meu rosto ardeu com as lágrimas por vi.
Nossa conversa do último fim de semana tendo sido apenas palavras ao vento nesse momento.
Acho que antes mesmo que eu respondesse, Nevio já havia percebido o absurdo de sua pergunta, porque ele se aproximou de mim, estendendo a mão, mas eu me afastei.
- O quê? – Minha voz saiu embargada. – Por que você perguntaria algo assim, Nevio? – Algumas lágrimas fugiram sem meu consentimento.
- Foda-se. – Ele esfregou o rosto. – Esquece, eu só... – Nevio virou de costas e esfregou a nuca. – Aurora me contou uma coisa. – Ele confessou, sua voz baixa e envergonhada.