Sim, escrevo ainda,
pois creio.
Porquê o amanhã está sempre na porta,
aguardando para ser atendido,
até que minhas mãos não consigam mais a maçaneta girar.
Escrevo, pois o sol ainda não conseguiu me cegar,
pois o frio do inverno congelou meu coração,
mas não as minhas mãos.
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(H) Arts
PoesíaUm cofre poético do qual a chave se perdeu em um mar de sentimentos.
