Uma guerra de homens sós,
batalhas travadas,
sem sangue derramado,
em uma luta corporal,
a resistência e a vontade de um poeta,
contra a força de um soldado treinado.
Embora minha mente alterne entre,
cortes profundos de sentimentos,
e a necessidade do suor para cicatrizar,
eu percebo.
Um filho abandonado por Júpiter,
nascido em tempos de guerra,
que se criou com pedaços de abraços,
daqueles que o faziam não pensar nas terras.
Batalhei contra uma parte do que quero ser,
cedendo a soberania do corpo a mãos calejadas,
como um romano, mas ainda não da forma que esperavam.
As torres em Roma são maiores do que esperava,
e quantas tentativas de escalada,
até que minhas mãos estejam quebradas,
me pergunto, como se o medo da praga
também fosse o da queda.
Longe de Vênus, Marte empunhou sua espada.
A experiência, por um dia,
de como é ser a vítima,
sem a dor do corte desta lâmina.
