As casas dos estranhos parecem mais enfeitadas,
as ruas que eram tão claras, agora escuras como o sangue.
Pessoas dividem máscaras como um ato de amor,
vivendo pelos doces como se fosse o sentido da dor, fazendo travessuras em razão do calor,
acreditando que no fim da noite tudo valeu a pena pelo sabor.
Que terror.
Eu nunca me imaginei vestindo essa fantasia de humano.
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(H) Arts
PoésieUm cofre poético do qual a chave se perdeu em um mar de sentimentos.
