'meu pano com glitter rosa, bordados de fios de ouro já está passado'

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Valentina despertava aos poucos e seus olhos pararam em Killyn que a encarava preocupado.

- Como se sente Valentina? - pergunta Helena.

- Minha cabeça, ela dói demais.. - diz a menina se encolhendo elevando as mãos a cabeça começa a chorar - Minhas mães, já estão vindo? - pergunta Valentina.

- Já chamamos Valentina. Agora é só aguardar. - diz Helena a observando séria - Está apta a conversar Valentina?

- Não. Eu não quero conversar. Eu não quero falar com ninguém. Eu só quero minhas mães ou minhas avós. Eu só quero sair daqui. - diz Valentina se debruçando no braço do sofá enquanto chorava silenciosamente.

Helena apanhando o telefone na mesa da avó liga em Melissa.

- A aluna Valentina acordou.
- Aparentemente sim.
- Não creio..
- Tem certeza Melissa?
- Ok.

- Vamos Valentina, Melissa te aguarda em sua sala.

- Não vou.

- Valentina, não piore a situação por favor? - pediu Killyn e a adolescente o engata e se levanta.

- Se eu encontrar aquela garota lá eu vou terminar de arrebentar a cara dela! - avisa Valentina e Killyn a segura a barriga a impedindo de sair.

- Helena diga a Melissa que a aluna Valentina não poderá comparecer. - diz Killyn e Helena novamente a encara e confirma saindo da sala.

Regina que havia se recusado a ir embora, também fora proibida de participar dos desfechos daquela situação. Mesmo batendo o pé e insistindo Zelena proibiu a irmã a levando para a sala do Killyn, onde Regina estava deitada descansando após tomar o remédio para a dor de cabeça em sua companhia.

-

No estacionamento da escola chegava Marina que havia ido de aplicativo, pois de moto chegaria mais rápido e assim aconteceu. Antes de entrar na escola decide ligar pra sogra que assim que soube do acontecido havia dito que estaria a caminho.

- Cheguei.
- Ok. Estou aguardando.

Ali no mesmo lugar estacionava um carro que vinha acompanhado de uma viatura oque fez Marina se apavorar.

Do carro descia a mãe da menina da confusão passada. A mesma ao descer do carro trocou algumas palavras com os policiais demonstrando estar nervosa e seguiu para dentro da escola acompanhada. Oque fez Marina suspirar pesadamente.

Por sorte a morena estava fora da visão da inimiga pois estava entre os carros e não havia sido vista. Alguns minutos que pareciam uma eternidade se passaram e o carro da Madder estaciona.

Marina não perde tempo correndo até a sogra a abordando antes mesmo da mesma descer.

- Dalva, a mãe da menina da vó fusão passada está lá dentro. Entrou agorinha com dois policiais.

- Isso é bom. - Diz  Dalva sorrindo.

- Bom? - pergunta Marina incrédula - Dalva, ela entrou com dois policiais. E se eles vieram atrás da Valentina, minha filha, sua neta?

- Se vieram atrás dela é porque ela bateu Marina! - diz Dalva apanhando a bolsa e colocando seu óculos de grau bateu a porta seguindo junto a nora para dentro da escola.

Assim que chegam na sala da pedagoga as mulheres puderam assistir Melissa e Helena lado a lado atrás da mesa e os dois policiais em pé parados.

- É um absurdo eu encontrar a minha filha nessas condições! Que segurança nossos filhos possuem tendo que dividir espaço com marginais!? - pergunta a mulher histérica.

Será que vale a pena amar!? 9Histórias para pegar e não largar. Descubra agora