Natasha Romanoff sempre fez jus ao codinome Viúva Negra; suas mentiras e disfarces eram tecidos com a mais perfeita maestria, enredando as vítimas como a suave e invisível teia de uma aranha. Ela sempre dominou suas farsas, sempre conheceu bem a pró...
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Olááááá!!!! Retornei depois de reescrever esse capítulo umas 50 vezes, até gostar do que saiu! FINALMENTE o casamento de Nat e Steveeeee!!! Deliciem seus olhos e imaginações, e nos vemos nas notas finais!
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Natasha ajeitou o roupão pela milésima vez, mordendo o lábio inferior de forma que fez Laura a repreender:
- Nat, é a terceira vez que você acaba com o batom! Pare com esses lábios! – A sra Barton segurou as mãos da espiã, sentando-se ao seu lado e tirando-lhe um único fio rebelde do rosto. – Está nervosa, não é?
— Pff, Laura... - Os olhos verdes se reviraram, mas o tremor das mãos era flagrante demais para não se notar.
- Já me respondeu. – com um sorriso, a morena abraçou sua amiga – está tudo bem. Eu sei... No meu casamento com o Clint, eu quase não conseguia sair do carro, de tão trêmula que estava. Faz parte da experiência, querida.
A espiã olhou para baixo, respirando fundo numa clara tentativa de se acalmar enquanto seu coração parecia prestes a sair pela boca. Mas que merda! Não era uma garotinha para estar nervosa, menos ainda uma jovem donzela que não soubesse o que esperar! Blyat', ela já MORAVA com Steve? Qual era seu problema...?
– acho que... Nunca esperei realmente me casar. – sussurrou enfim – uma parte minha sempre pensou que, uma hora, Steve ia se cansar e ir embora... Ou que eu ia morrer em combate. É... Isso tudo... Parece irreal, e ao mesmo tempo é... Assustador.
— É claro que é assustador. Você está prestes a dizer sim para uma vida ao lado daquele Golden Retriever americano. – as duas deram um risinho, e Laura completou – ainda dá tempo de fugir.
Natasha gargalhou:
- E desde quando eu fujo de algo?
- Não foge. Nem mesmo quando devia. As vezes em que o Clint te arrastou pra casa de uma missão são a prova. – a sra. Barton riu e acariciou com os polegares o dorso das mãos da amiga – Sabe que pode se abrir comigo, se precisar.