Avengers Tower

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Olá!!! Aqui estou de novo, e finalmente os fãs de Romanogers vão poder ver nosso casal matando as saudades apropriadamente! Temos também um pouco de ação ao fim do capítulo, espero que gostem!!
Obrigada a todos que estão acompanhando! Vocês são demais <3






Lucy não desceu do carro de imediato, quando Natasha lhe abriu a porta; seus olhinhos preocupados estavam baixos e, quando se ergueram para fitar a mãe, havia mesmo algum medo neles:

- E se não gostarem de mim, mama?

- Todos eles irão amar você, mishka. – A espiã segurou a mãozinha da menina para encorajá-la, e se abaixou para ficar na mesma altura. – Como todos os outros que já te conheceram de verdade. Não precisa ter medo: Steve e eu estamos com você, e nunca vamos deixar nada de mal te acontecer, ouviu?

- Não, mesmo. – O Capitão também se abaixou, passando um braço pelos ombros de Lucy, e outro pela cintura de Natasha. – Não importa o que aconteça, Lucy, vamos cuidar de você: está começando uma nova vida. – Ele beijou a testa da criança e deu um sorriso. – Pronta?

Lucy mordeu levemente o lábio inferior e ajeitou o modo como segurava seu dragãozinho de pelúcia, finalmente assentindo:

- Pronta. Se vocês estiverem comigo.

- Sempre. – Natasha se levantou e segurou a mão livre da filha. – Vamos primeiro te apresentar para os outros, depois buscamos suas coisas. – Ela ajeitou a gola do vestido de Lucy e o trio se dirigiu para o elevador. Era intimidador, para alguém criada nos complexos fechados da HYDRA, olhar para o exterior do elevador panorâmico e ver toda a cidade se estendendo diante de si, à medida que subiam para o andar comunal. – Eu sei: é novo e intimidador, mas você vai se acostumar, como Steve e eu nos acostumamos.

- Você veio de um lugar como aquele, não veio? – Perguntou a menina, timidamente. Ao ver o olhar indagador de Natasha, tratou de se explicar, um tanto constrangida e culpada. – Você também dorme com o braço para cima, e na noite em que teve aquele pesadelo, eu... Sem querer eu vi algumas coisas. Foi sem querer, eu ainda estava cochilando.

Natasha endureceu levemente sua expressão, mas manteve sua voz calma ao responder à filha, a princípio sem encará-la:

- Está no passado, Lucy, para nós duas. E sim: eu vim de um lugar como aquele. – A russa baixou o rosto para que seus olhos encontrassem os da filha. - É por isso que sei que vai conseguir, muito mais rápido e melhor do que eu.

A pequena deu um leve sorriso e apertou a mão da mãe, enquanto sentia a mão de Steve em seu ombro, reconfortante. Ambos estavam calmos, e isso por si só a ajudava a se acalmar, contagiada por suas emoções enquanto a pelúcia em seu abraço lhe trazia ainda mais conforto, embora não soubesse explicar a razão, sendo um objeto inofensivo. Talvez fosse a noção de ter algo realmente seu, algo que fora dado por Lila por nenhum motivo além de carinho, ou a maciez e calor que parecia um abraço. Independente do que fosse, apertou Fafnir um pouco mais quando enfim o elevador parou – e não pôde deixar de admirar a vista daquele ponto tão alto!

As portas de metal se abriram para revelar uma ampla sala envidraçada, espaço suficiente para trinta pessoas ou mais, com piso envernizado, móveis modernos, clara e com dois outros níveis ligados por escadas. E reunidas à mesa longa, com notebooks, projetores e pilhas de papel, além de pratos de sanduíches e alguns copos com bebidas diferentes, havia oito pessoas: Tony Stark, Pepper Potts, Thor, Bruce Banner, Jane Foster, Darcy, Ian e o renomado Erik Selvigg. Todos se voltaram para o trio recém-chegado, e Tony abriu um sorriso:

- Hey, vejam só, se não é o pequeno dano colateral de Romanoff! – Ato contínuo, Pepper deu uma cotovelada no namorado e foi ao encontro dos demais com um sorriso. Cumprimentou primeiro Natasha, com um beijo no rosto da ruiva, e então Steve, antes de se abaixar para fitar a garotinha ora parcialmente escondida atrás da mãe:

A Aranha na TeiaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora