A vida de Emma nunca foi muito interessante, aos quatro messes de vida sua mãe á abandonou junto de seu pai para morar fora do país. Depois de quase quinze anos ela voltou, rica, poderosa e cheia de segredos. Para Emma tudo bem, ela só não sabia que...
As coisas não estavam muito boas, Edward havia decidido que não se juntaria á nos e que esse plano estava mais do que errado, Alyssa? Estava convencida de que eu deveria permanecer firme na minha postura e continuar com o plano, e eu? Eu só queria minhas provas.
Após a escola eu iria até a empresa de Ashley para entender de perto o seu plano maligno, mas eu não poderia levantar suspeitas então chamei reforços.
— O que você está aprontando? - Perguntou Evan me observando enquanto eu entrava no carro.
– Eu? Nada ué, só preciso que me leve até a empresa de Ashley e passe o dia comigo, não quero passar o dia sem a companhia de alguém, será que você poderia ficar comigo ou tem outros planos em mente? - Eu precisava jogar um charme então, fiz cara de cachorro com fome.
— Agencia Watson's lá vamos nós! - Ele acelerou o carro e então partimos.
Alyssa não me deixava em paz, a todo segundo me mandava uma mensagem diferente.
¨E aí, já está na empresa? ¨
¨Não se esqueça de procurar pelas pastas¨
¨Não deixe muito na cara¨
¨Seja gentil com sua mãe, finge que está ali por que você quer ser uma boa filha¨
E entre outras mensagens que ela não parava de me mandar, decidi deixar meu celular no silencioso, as vezes Alyssa era tão focada no plano que me tratava com um robô ¨faz isso, faz aquilo¨.
Quando chegamos na empresa, dei as seguintes ordens para Evan.
— Você disse que eu poderia contar com você para qualquer coisa, não foi? - Ele assentiu com a cabeça em concordância - Você irá ficar perto de Ashley o tempo todo, e sempre que ela der um passo você vai me avisar, posso contar com você para isso?
— Mais é claro que pode, mas Emma, antes de tudo, o que você está tramando?
— Evan não importa, quando for para você saber, você irá saber, mas de imediato tudo o que preciso é da sua ajuda, posso contar com você? - Perguntei novamente, mas, dessa vez bem mais decisiva.
— Eu tenho escolha? - Ele sorriu - Está bem, ok, vamos nessa.
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