capítulo 16

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Acordei com a luz do sol passando nas brechas da cortina, Massimo ainda dormia ao meu lado, estavamos nús e seu corpo enorme esparramado ao meu lado, um lençol de seda cobria algumas partes de seu corpo.
Não resisti ao vê-lo daquele jeito, eu tinha que tê-lo mais uma vez. Meu corpo se encheu de desejo, então me virei puxando o lençol de cima de nós o jogando no chão, fui para cima dele devagar tentando não acorda-ló, então segurei sua masculinidade em minha mão e a coloquei no fundo de minha boca.
Seu membro começou a inchar, Massimo se contorceu embaixo de mim, então acelerei o ritmo, e quando volto meus olhos para seu rosto, ele tinha um sorriso lindo, com os olhos um pouco fechado ainda, sua mão foi em direção a minha cabeça, a empurrando mais fundo e forte, eu obedeci e fui, ele gemia baixinho enquanto seu corpo ardia de prazer, eu já estava quase sufocando quando senti seu membro latejar, ele estava perto então fui o mais fundo e rápido que conseguia, ele explodiu em minha boca seu gozo quente, tomei todo, limpando minha boca enquanto saia de cima dele.
Cai na cama ao seu lado, ele estava ofegante, se virou para mim me abraçando, levando sua mão ao meu rosto
- você me mata qualquer hora dessas Laura!
Eu o encarei sorrindo satisfeita, então me senti com vontade de provoca-lo
- oque foi Dom Massimo, sua noiva não o acorda desse jeito?Virei meu rosto em direção a sua mão chupando seus dedos, ele agarrou meu pescoço e seu olhar era frio
- você quer mesmo saber Laura?
Revirei meus olhos com sua pergunta, sabia que ele tinha razão, meu coração acelerou esperando sua resposta.
Ele lambeu meu lábios subindo pelo meu rosto indo até meu ouvido.
- Laura, meu relacionamento com Bárbara é um contrato entre famílias, ela é chefe e eu também, já tivemos uma noite, muito boa aliás, mais foi só isso!
- foi só isso Massimo? Não foi oque me pareceu quando deixei Olga na mansão ontem! Falei em fúria como uma louca de ciúmes.
Me encarou por um minuto com seu olhar frio
- está com ciúmes?
- ou só está brincando comigo Laura? Devo acreditar que temos algo ou continuaremos sendo só sexo? Eu vou me casar, e tirei que ser fiel! Está no contrato isso, e é oque Bárbara merece, ela é muito boa no que faz, e ajudou a me reerguer!
Meu coração estava como louco em meu peito, eu não o queria com ela, mais também não podia lhe pedir nada, e não estava em condições de um relacionamento sério denovo
- Massimo, eu terminei com Nacho!
Eu não sabia oque ele faria com essa informação, e não sei oque eu queria com isso
- vou para a Polônia hoje! Com Stelinha, quero ter minha liberdade e ver minha família.
Eu o sentia respirando pesado em cima de mim, estava sério e seus olhar escuro
- oque espera de mim? O que você quer que faça me diga que eu faço Laura?
- eu preciso de tempo! Estou cansada de tudo isso!
- Laura se você quer ir te deixo ir, mais você não me terá novamente! Eu irei seguir minha vida com Bárbara, me casar e ter filhos!
Eu virei meu rosto tentando disfarçar a dor que suas palavras me causavam, mais ele o segurou e voltou para si
- eu te amo! Mas não vou te esperar mais!
Ele beijou minha boca, quando não contive as lágrimas, me senti fraca, e o abracei tentando conter o choro.
Então ele me soltou e foi se levantando, colocando sua roupa como se estivesse com pressa.
Me ergui e coloquei minha camisola, quando ele já abria a porta saindo, então o segui, saindo no corredor fui ao quarto de Stelinha que estava acordada assistindo televisão.
Peguei minha pequena descendo a escada, e como sempre ela ficou feliz em ver Massimo
- tioooooo
Ela saiu correndo e ele a pós em seu colo
- oi pequena como está?
- bem, eu vou andar de avião hoje!
- é mesmo? Você não tem medo?
- não tio, e muito legal!
- sua mãe morre de medo sabia?
Eles riram
- não se parece com você nessa parte!
Ele fazia cócegas nela que ria muito feliz, a beijou e soltou de volta ao chão.
Ele olhou sério novamente, e pensou por um instante
- tchau Laura, boa sorte na Polônia!
Abaixei a cabeça, não conseguia olhar em seus olhos, minha dor era muita e cairia em lágrimas, ele então se aproximou de mim, com a mão em queixo levantou meu rosto
- eu te amo pequena!
Ele me beijou ternamente, um beijo curto de despedida, então levando meu coração junto ele saiu pela porta.
Eu desabaria se não tivesse que cuidar de minha filha, enxuguei minhas lágrimas e fui a cozinha lhe preparar o café.
Meu celular começou a vibrar sem parar, uma chamada de número desconhecido
- pronto, disse quando atendi
- finalmente Puta polonesa! Vejo que teve uma noite e tanto né mesmo!
- oque quer Nacho!?
- nada demais só avisa-lá que isso não irá ficar assim, aproveite bem Laura pois ele não sairá vivo ou será melhor matar você? Bom não sei ainda, mais alguém vai morrer meu amor!
- vai se fuder seu filho da puta!
Gritei em polonês pois Stella estava ali, ele ria do outro lado então desliguei.
Ele provavelmente me espiou a noite toda, até parecia um psicopata, eu prescisava de segurança.
Disquei o numero de Domenico e lhe contei oque havia ocorrido e pedi para que não contasse a Massimo pois criaria uma guerra, ele concordou e me mandou alguns homens armados.
O vôo era as cinco da tarde, e tinha alguns assuntos da marca para resolver com Olga e Emi, algumas lojas novas que seriam abertas espalhando nossas peças, por causa da ameaça desisti de chamar a babá e levei Stella comigo ao ateliê.
Após resolver os negócios, Emi saiu da sala deixando Olga e eu sozinhas, então lhe contei o que havia acontecido com Massimo e depois Nacho
- puta que pariu amiga! A onde você foi se meter Lari!
- eu não sei amiga, só tenho certeza que a confusão está armada e isso não vai ser bom!
- ele não te disse quem o pagou para fazer Massimo sofrer? Deve ser quem está por trás de tudo!
- não, ele não falou! Quem poderia ser?
- não sei mais pelo visto odeia ele!
Andando pra um lado e pro outro nós duas pensando mais sem achar um culpado
- Lari, você tem que contar essa parte pra Domenico e Massimo! Só eles saberiam quem faria tal coisa!
- não sei Olga, não quero por mais fogo no pavio! Isso se tornará uma guerra sangrenta
- verdade mais só eles poderão nós defender e também a si próprios, você vai contar isso para Domenico ou eu mesma conto Lari!
Me joguei na poltrona bufando, e desesperada.
Saímos do ateliê e seguimos para a mansão avisá-los e falar com Domenico.

365 DNI O reencontroOnde histórias criam vida. Descubra agora