capítulo 35

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Por volta das dez da noite, já havia falado com Laura e depois de uma vídeo chamada quente, ela decidiu ir dormir, mais pra mim a noite estava apenas começando.
Me vesti e desci ao encontro de Domenico que também já me esperava, nós tínhamos que ir uma boate que se localizava no centro da belíssima Madri, então rapidamente saímos.
Muitas pessoas aguardavam na entrada e nos olhavam curiosos quando passamos direto sem esperar na fila.
A boate era grande e escura, com luzes coloridas piscando e música alta, várias pessoas dançando e se drogando em meio a pista.
Passamos direto por eles indo ao fundo, e depois de uma escada, havia a ala vip onde seria nossa reunião.
Uma poltrona enorme em couro preto, cobria quase todo o comprimento da parede, como um único banco, nela estavam sentados Bárbara com seu esposo Lucas, Ana, meu consigliere Mario, Leonardo o espanhol, e também Julian Moretti o qual era inimigo da família Matos, alguns seguranças rondavam os cantos da sala, na qual havia uma mesa grande ao meio e um poli dance em cima.
Nos sentamos juntos a eles na grande poltrona, duas garotas quase nuas trouxeram alguns copos de whisky e uma bandeja de cocaína, a noite seguiu e discutiamos sobre negócios, e empresas grandes que gostaríamos de investir no próximo ano.
A música tocava alta e algumas meninas dançavam semi nuas ao nosso redor, a bandeja de pó branco foi passando de mão em mão, e tirando Bárbara que estava grávida, todos ao redor mandaram uma linha, inclusive Ana e depois Domenico, chegando a minha vez e recusei, eles me olharam assustados e incrédulos
- tá de brincadeira Massimo? Espero que não seja por ordem da mulher!
Disse Leonardo rindo e debochando de mim
- Não, não tem nada a haver, eu tô limpo a algum tempo e pretendo continuar! Não quero perder a linha novamente!
- estou quase o levando pro convento irmão!
Disse Domenico me dando uns tapinhas no ombro e me abraçando, enquanto todos riam.
A noite seguiu todos bebendo e rindo, todos muito chapados de cocaína, quando Leonardo falou pra mim
- Dom Massimo, voltando ao assunto sobre mulheres, conheci a sua obsessão amigo, Laura não?
- ooh sim, Laura!
Ao dizer seu nome senti meu corpo arder, queria poder estar com ela e não aqui, eu estava sedento depois da vídeo chamada e não sentir seu calor, seu cheiro, isso me irritava
- a mulher que quebrou o grande Dom Massimo, sério cara de início não achei nada de demais nela, é pequena e magrela, ela se tremia toda de medo de mim, mais quando atirou em seu irmão, vi que tem sangue quente e que combina perfeitamente contigo amigo!
- nem me fale, ela tem um gênio que me deixa louco, ao mesmo tempo que a amo quero a matar!
Nós rimos, e depois de alguns minutos, me retirei da grande sala, fui a uma pequena varanda tomar um ar, e aproveitei ver também as câmeras de segurança em um aplicativo no celular.
Passei com presa por todas as imagens, procurando o quarto dela, quando abri e a vi dormindo em sua cama, senti meu peito doer por estar longe.
Eu deslizava meu dedo sobre a tela do celular, acariciando como se ela fosse me sentir, era onze e meia da noite e o vento batia em minha pele, o céu estava estrelado em uma noite bonita, e meus pensamentos me faziam arder.
As mãos da garota me pegou de surpresa, agarrando por trás minha cintura e levando suas mãos em direção a meu pau o apertando por cima da calça
- Dom Massimo Torricelli
Disse em seu sotaque familiar
- sinto sua falta, estamos só nós dois oque acha de nos divertir um pouquinho?
Confesso que meu corpo ardeu em desejo, eu já estava um pouco bêbado,e meu corpo sedento, meu pau adorou seu toque e Ana sabia ser bem safadinha, além de ser gostosa.
Olhei meu celular e depois o guardei em meu bolso, me virei a loira sexy em minha frente, sentindo seu cheiro de desejo e sua respiração ofegante, ela me agarrou rapidamente tomando minha boca, e acabei correspondendo seu beijo, mais, no meio dele, senti que faltava algo, não era o que eu precisava, não era dessa mulher a minha fome, e sim aquela que estava em minha casa.
Me separei ferozmente dela que me olhou desapaixonada
- porque? O que ela tem que não tenho Massimo? Você me deixou, você me tirou o que mais amava por causa dela! Uma qualquer, que te deixou e teve uma filha bastarda de outro!
- Dobre sua língua para falar de qualquer uma das duas!
- Massimo, não me venha bancar o bom samaritano, você me fez abortar nosso filho! Seu filho! E porquê? Por uma ilusão, ela nunca te amará como eu, nosso menino estaria grande, e agora, agora você não tem nada! Mais, se quiser ainda dá tempo, eu aceito ter seu filho meu amor, só me dá uma noite Massimo!
- você está louca! Eu nunca te amei Ana, nosso filho não era pra ser! Não tenho culpa de sua queda, e você sempre soube de Laura, estava em todos os cantos de minha vida não era segredo! Desculpa mais você devia achar alguém que te ame de verdade, te desejo sorte.
Seus olhos estavam cheios de lágrimas, ela caiu em mim toda chorosa, eu sabia que não podia a consolar e não podia a iludir mas.
- Ana, desculpa por te fazer sofrer, mais espero que seja feliz, você é linda e será uma boa mãe, mais não de mim, não comigo!
Sai dali a deixando com o coração partido, meu peito rasgava, tanto de dor quanto de desejo, fui em direção aqueles que me acompanhavam, e todos me encararam estranhando, não sei o que esperavam mais minha parição os assustou
- ou você é extremamente rápido, ou Ana não o encontrou Dom Massimo Torricelli, não posso pensar que recusaria uma mulher tão linda e apaixonada!
- vejo que não me conhece bem Leonardo, se me dão licença vou me retirar, Domenico, vem comigo?
- mas já? Está tudo bem?
- sim, se quiser ficar não tem problema
- não tudo bem, com licença pessoal também vou, tenham uma boa noite!
Ele se pôs de pé se despedindo, notei Lucas Gatusso me fuzilando com seu olhar, mais quando o encarei de volta esse desviou, ele é o irmão mais novo de Ana, e seu sucessor.
- Massimo, não se esqueça que amanhã às nove da manhã temos um café importante! Esperamos você lá! Disse Mário, meu consigliere.
- ok estarei lá sem falta! Boa noite a todos.
Saímos rapidamente da boate, e os carros já nos aguardavam, em minha cabeça a ideia me fervia, contei nos dedos o quanto de tempo eu precisaria pra por em prática o plano e parecia perfeito.
Peguei meu celular e disquei, depois de dois toques, atendeu
- Otávio, preciso sair com o jatinho agora, te encontro na pista em 10 minutos!
- sim senhor patrão!
Desliguei o telefone e Domenico me encarava
- sério? Vai mesmo da um pulinho em casa?
Lhe olhei de canto e confirmação
- se não voltar a tempo eles vão te matar!
- vai dar tempo!
- ok, eu vou junto, pra ter certeza!
- assim, concerteza não é pra foder Olga!
Nós rimos, e seguimos o plano, a viagem durou uma hora e quarenta minutos, eu contava cada minuto e o horário que teria que voltar, tinha pouco tempo mais seria o suficiente para surpreender minha dama.
Chegamos em casa e tudo estava escuro, todos dormiam, fui até meu quarto e tomei uma ducha bem rápida, vesti um roupão e decidi usar uns brinquedos essa noite, era por volta de duas da madrugada quando entrei em seu quarto, deslizando sorrateiramente.
Minha amada dormia pesado, de barriga pra cima e somente de calcinha, facilitando meu serviço. Puxei lentamente seu edredom, descobrindo o resto de seu corpo, ela se revirou um pouco, mais não acordou.
Eu segurava uma fita de cetim em minha mão, e o tubo telescópio, ela havia me provocado e não atendeu minhas ligações, como havia prometido, estava na hora de seu castigo!
Amarrei bem suas mãos em cima da cabeça, delicadamente para não acorda-lá, desci a seu tornozelo e com o estralo da plisilha do tubo telescópio, a vi acordar assustada tentando enxergar no escuro
- Massimo!? É você? Oque está acontecendo? Massimo? que porra é essa?
Eu ri dela e prendi o outro lado de sua perna, ela estava submissa a mim, e apavorada, retirei meu roupão ficando de cueca em sua frente, ela me olhou de cima a baixo.
- Massimo, não tem graça, me solta porra!
Segurando tubo a puxei pela cama, a deixando totalmente deitada e de pernas abertas pro ar
- querida, xiiiu não grita, são duas da manhã, todos dormem!
- oque está fazendo aqui, você não estava em Madri?
- sim, a duas horas atrás, acontece que não consegui ficar longe, meu corpo queima, preciso te sentir!
Mordi sua perna e depois o interior de suas coxas, sua respiração estava ofegante e a senti arder
- Não sei não, acende a luz, você pode estar mentindo e ser o Adriano!
Ela tentou fechar sua pernas e tubo com um estralo se abriu mas, então lhe lancei um sorriso perverso
- você se lembra do tubo telescópio Laura? Quanto mas tentar fechar, mas vai abrir!
- será que Verônica também aparecerá para te dar uma bengala!? Ela disse ela em um rosnado raivoso
- não!
- tá agora já pode me soltar né?
- Não querida, como te disse mas cedo, você merece uma punição!
Me estiquei por cima dela abrindo seu criado mudo,  peguei prata, o ligando e quando ouviu o barulho ela se contorceu
- Massimo! Seu tom incrédulo e desesperado me fez rir
- se acalma meu amor, não vou te machucar!
Beijei sua boca enquanto descia minha mão em seu corpo, a apertando em todos os cantos, suas mãos amarradas a impediam de me ter e me tocar, a deixando frustada
Ela se controlava pra não fazer força e abrir o tubo, quando desci minha boca em seus seios, lambendo e mordendo seus bicos, minha mão esmagava sua cintura, e depois a desci para o vão de suas pernas acariciando suas partes
- me solta Massimo! Quero te tocar!
- Laura eu não tenho tempo, agora não se mexa, vou te dar a punição que merece! Você não me atendeu hoje por pirraça! E depois usou um vibrador só para me provocar! Agora vou lhe mostrar como é que se faz de verdade querida!
Prata vibrava em minha mão, o escorreguei em sua boca
- chupa!
Lhe ordenei e ela obedeceu  sem reclamar, deixando prata úmido o suficiente para deslizar em sua entrada, seu rosto era totalmente safado e soube naquele momento que a punição para ela era deliciosa.
Desci o vibrador até sua buceta enquanto mordia seu corpo, o quarto estava escuro, mais concerteza minha dama estava vermelha com as marcas de minhas mãos, com muita facilidade, prata deslizou por sua entrada, Laura gemeu gostoso me levando a loucura.
Desci a sua buceta e lambi seu clitóris, enquanto o vibrador fazia sua parte, e ela se contorcia na cama.
Vi que ela chegaria fácil, acelerei batendo minha língua bem rápido em seu clitóris e abrindo bem sua bucetinha rosa deliciosa com meus dedos, tocando todos seus cantos sensíveis.
Laura começou a tremer quando levantou seu corpo gozando e gritando alto,  tive que tapar sua boca imediatamente.
- vai acorda a casa toda!
Retirei o vibrador de dentro dela, e o deixei de lado.
Ela me encarava, esperando que eu a atacasse, mais não fiz.
Sua pernas estavam pro alto, eu segurava o tubo, e o forcei de propósito, o abrindo, para que ela ficasse mas exposta.
- sabe querida, nesse momento, eu tenho acesso a cada terminação nervosa sua! Posso fazer com você oque eu quiser!
Ela sorriu sarcasticamente, fazendo cara de puta
- e o que gostaria de fazer comigo Dom Massimo?
Minha dama era muito pervertida e eu amava isso, novamente forcei o tubo, a senti gelar, e seu sorriso sumiu
- Massimo, oque está fazendo?
Adorei a sentir com medo, segurei firme o tubo e  com muita agilidade, o girei, o corpo pequeno de minha submissa girou junto, nesse momento ela estava de bruços, coloquei um travesseiro embaixo  erguendo sua bunda magra e branca, ficando totalmente empinada pra mim
- eu vou foder seu rabo doce!
Não me importava se ela deixaria, não era sugestão apenas a informei, dei alguns tapas deliciosos em sua bunda, ela não recuou, adorava e empinava mas.
Meu dedo foi amaciando sua entrada do fundo, Laura estava muito molhada e relaxada pra minha surpresa, pressionei meu dedo e ele entrou com facilidade e de vagar, enquanto ela ardia em desejo e gemia me exitando, meu pau desde do início estava duro e rasgando minha cueca
- vai Dom Massimo, me fode!
Meu corpo não pode negar seu pedido, rapidamente retirei minha cueca e meu pau balançou ereto solto, e ela sorriu quando o viu.
Agarrei seu cabelo indo bem próximo com meu rosto a seu ouvido, meu pau duro esfregava sua bunda, lhe dei um tapa gostoso e ela gemeu
- querida, as vezes acho que você gosta mas dele do que de mim!
- não sei não, talvez você esteja certo!!!
Suas palavras foram o limite de meu controle, segurei meu pau e soquei em seu cú, e ela gritou novamente
- isssooo, vai Dom Massimo, me fode!
Dei o meu melhor, era pra ser uma punição, comer seu cú com força o fazendo arder, mais ela adorava, e como puta aceitou todo meu tamanho.
- mais forte! Gemia
Meu pau deslizava seu buraco, em um movimento frenético e sem parar.
Eu olhei de canto e vi algo que me deu uma ideia para judiar dela.
Prata estava bem ao lado, estiquei meu braço o pegando e deslizei em sua buceta, nesse momento seus dois buracos estavam cheios e ela se contorcia embaixo de mim.
- você gosta meu amor?
- sim me fode
Suas palavras foram fracas e ofegante, sua bunda toda empinada pra mim, enquanto me deliciava com seu buraco apertando meu pau.
Ela era deliciosa, se contorcia em prazer, mordendo o travesseiro e agarrando os lençóis, depois de alguns minutos a vi gozar novamente, e depois mas uma vez, aproveitei seu embalo e enchi seu cuzinho com minha porra quente.
Caí sobre ela suado e cansado, levei minha mão a seu pulso e a desamarrei, ela ficou aliviada, desci e soltei sua pernas também.
- acho que vou me comportar mal mas vezes!
- fica difícil te dar uma punição, quando você gosta tanto querida! Disse ainda meio ofegante.
Ela ria enquanto se levantava, me deu um beijo leve e seu olhar apaixonado
- vou tomar um banho! Me acompanha?!
- sim concerteza, mais que horas são?
- porquê?
- tenho que voltar antes que percebam que eu saí!
Ela buscou o celular em cima do criado mudo, apertando pra acender, no visor marcava três e quinze , eu precisava voltar às seis então ainda dava tempo de ficar com ela.
Fomos ao banho, e como sempre acabamos transando mas uma vez, embaixo da água.
Já estava saciados e cansados quando deitamos de conchinha e eu acariciava minha dama.
- eu te amo muito Laura!
- eu te amo Massimo!
Não sei bem quando, mais dormi.
- Massimo! Ei Massimo, vamos temos que ir!
Abri meus olhos e Domenico gritava a meu lado, minha cabeça doeu em ressaca e sonolento
- aí, acabei dormindo, que horas são?
- são seis! Eu falei que vinha pra garantir irmão, vamos o jato nós aguarda!
Laura dormia pesado e nem percebeu quando lhe beijei e sai.
Dormi o vôo todo e Domenico também, Otávio nós acordou quando chegamos e fomos direto ao hotel.
Ainda era oito e vinte, o café seria às nove precisava me recompor para a reunião, se fosse como antigamente eu mandaria um linha de pó e tudo estava resolvido, mais não hoje!
Chegamos no café e Mário já nos aguardava, entramos indo as mesas reservadas, quando dei de cara com a bela moça
- Amélia!?

365 DNI O reencontroHistórias para pegar e não largar. Descubra agora