Segunda semana do coma de Dom Massimo, ele foi liberado do hospital e estava fora de risco, mais ainda não havia acordado, a médica disse que não teria um hora específica, tudo depende de sua cabeça.
Arrumamos seu próprio quarto para que ele ficasse confortável, o tubo respiratório foi retirado, e em seu corpo apenas o monitor do coração estava ligado e o soro.
O ferimento da bala começava a cicatrizar, ele já não estava mais tão pálido, e poder ver ele em casa, nos acalmou um pouco.
Infelizmente, isso não acalmou os negociadores envolvidos com a família, Domenico ensistia para que fosse junto nas reuniões, oque não me parecia cem por cento, já que eu não entendia de cocaína ou armas.
- Laura temos que nos encontrar com o chineses, ele estão furiosos com o coma de Massimo, prescisamos acalma-los e manter o contrato!
Partimos em direção à um dos melhores restaurantes da cidade de Sicília, Domenico me informou que está era uma de nossas propriedades, e Dom a estimava muito, seus lucros eram altíssimo além de estar em um ponto turístico da cidade, atraindo milionários.
Durante o caminho ele me explicou sobre o contrato com a família chinesa, éramos responsável pelo transporte de cerca de cem quilos de cocaína mensalmente para eles, e que nunca havia dado problemas, mais desde de que Dom ficou nesse estado, duas vezes falhou, em uma a mercadoria foi faltando, e em outra a mercadoria não conseguiu chegar ao destino final, ele me disse também que isso tinha dedo de Adriano pois este estava de olho no controle dos negócios e querendo a posição de Dom.
Eu estava muito bem vestida, em uma calça Colcci em um tom de azul escuro e casaco blazer combinando, meu cabelo preso em coque levemente desarrumado e meu louboutin nós pés, estava pronta para uma reunião.
Chegamos ao restaurante entrando na ala vip, uma sala reservada, com muita comida e bebidas, algumas meninas dançavam em volta, e outras estavam no colo dos homens, na mesa havia uma bandeja com várias carreiras de pó, o típico lugar de reuniões que Massimo frequentava, estava mais para uma zona do que restaurante.
Domenico me apresentou a todos, que olharam desconfiados, sussurrando entre eles, me senti desconfortável, homens não aceitavam facilmente mulheres em negócios, ainda mais representando o chefe.
A reunião começou e de cara veio as ameças
- senhora, não queremos discutir negócios com mulheres! Se Dom Massimo não retorna logo, o acordo estará encerrado!
- bom, não vejo motivos para não discutir negócios com uma mulher, a não ser que tenha medo de que eu me mostre capaz o suficiente!
Disse enquanto sentava a frente dos três homens chineses, ele se entre olham e voltam a mim
- oque a senhora saberia sobre os negócios de família querida? Não seria melhor voltar para casa e cuidar das crianças?
- senhores vamos guardas as ofensas por favor! Não vim aqui para brigar com vocês, vim resolver os problemas das últimas entregas!
- não negociamos com mulheres! Domenico, achei que você assumiria o comando! Mais me parece não ter tido culhões suficiente!
Os homens riram e Domenico olhou furioso, revirei meus olhos, com suas provocações, acenei a garçonete por uma dose de whisky
- Domenico é o braço direito de Dom, além ser seu irmão, e cuidar de todos os negócios, Dom está bem e voltará logo, enquanto isso Domenico e eu estamos aqui para manter o contrato, temos uma proposta a fazer!
Os homens não nos levavam a sério e seria difícil convencer eles mais do que esperávamos.
- Laura oque está pensando em fazer?
Domenico cochichou em meu ouvido, enquanto a garçonete me entregava a dose, peguei meu copo e virei um gole, eu tinha que criar coragem para enfrentá-los
- Domenico, temos que virar o jogo, não viemos aqui para ser humilhados! Somos Torricellis!
- senhores, eu lhes ofereço um acordo e um pedido de desculpas pelos transtornos na últimas transferências!
Eles me olhando sério pareciam me ouvir
- vamos os reembolsar, dando as próximas duas viagens totalmente por nossa conta!
Eles cochicharam entre eles, quando um pegou a travessa de pó e mandou uma carreira, então ele a sugou fundo e depois com os olhos em fúria apontou a bandeja em minha direção
- se você quer ser ouvida, deve primeiro merecer boneca! Mostre nos do que é capaz!
Meu olhar ferveu de ódio, minha vontade era atirar nesse babaca, mais eu tinha que ser inteligente, e não a louca!
- Querido! Lhe dei um belo sorriso falso, me sentando mais a beira da poltrona
- se tem uma coisa certa e que não se deve viciar no próprio produto! Ele é para meu lucro e não ruína! Espero que aprecie a vontade, mais minha mente trabalha Sã!
- vejo que você é inteligente além de bonita, a loucura de Dom Massimo está explicado!
- mais ainda não sabemos se vamos continuar com o contrato!
- bom minha oferta está na mesa, se vocês não aceitarem infelizmente partimos para a concorrência de vocês e eles dominaram o seu território!
Ele rio enquanto se voltou a poltrona, largando a bandeja de pó, se virou aos homens que conversavam em outra língua, que para mim parecia um chinês, mais não tinha certeza.
Quando se voltaram a nós
- vamos ser sincero com vocês! Recebemos uma proposta de Adriano! E ele nos disse que será o Dom! Que Massimo está péssimo e ficar com ele nos trará prejuízo!
- sério! E vocês acreditaram?! Ele não passa de um rato na família! Ele foi responsável pelos prejuízos, e garanto que terá sua conta na mesa de Dom Massimo!
Minha fala foi zangada e até bonita, senti todos estremecer ao falar de Massimo os cobrar depois, ele não era muito bonzinho com quem o traia, e não tinha uma fama muito boa.
- garanto que ele adorará punir seus traidores! Disse sorrindo em mais um gole do whisky
Ele me encarou por um minuto, depois se levantou arrumando o terno
- bem senhora, temos um acordo, mais espero que Dom retorne logo aos negócios! Se não, não prometemos nada!
Ele estendeu a mão em minha direção, em um gesto de fechamento de acordo, eu levantei e aceitei seu aperto, uma onda de calor passou por meu corpo e me senti orgulhosa de mim mesma.
Saímos dali e seguimos caminho a mansão
- Parabéns Laura! Você conseguiu, senhora Torricelli!
- ooh ex Torricelli Domenico, não exagera!
Ri com ele enquanto passávamos pela estrada, eu estava com saudades de Stelinha e Massimo, mal podia ver a hora de chegar em casa.
Eu já estava me acostumando a morar novamente na mansão, enquanto ele estava adormecido pelo menos, pois não sabia se ele ainda se casaria com Bárbara, está por sinal estava sumida, e não deu as caras ou ligou nos últimos dias.
Chegamos a mansão parti em direção a minha filha, a encontrei no parquinho com Olga e as babás a peguei no colo como se não a visse por dias, ela estava tão linda e parecia até ter crescido, mais era apenas a saudade, ela era a razão do meu viver, minha princesinha.
- Lari foi tudo bem? Deu certo?
- deu sim Olga! Salvamos o contrato! Está resolvido temporariamente! Ele esperam que Dom acorde!
- que bom senhora Torricelli, a toda mafiosa
A risada Olga era contagiante, e eu só tinha motivos para comemorar, passamos a tarde conversando, enquanto as crianças brincavam, quando percebemos que já era tarde.
Depois de um banho, fui em direção ao quarto dele, ultimamente eu estava dormindo ao seu lado quase todas as noites, mesmo ele não estando ali eu sentia seu corpo quente no meu e me acalmava.
Ele estava do mesmo jeito quando entrei no quarto, imóvel, dormindo, em coma, me doía vê-lo daquele jeito, não via a hora que ele acordasse e voltasse a me irritar.
Estava uma noite fria em Sicília, então arrumei a cama com mais cobertas.
Vestida em minha camisola de seda, deitei-me ao seu lado, Dom estava quente, então me acomodei em seu peito, enrolando minhas pernas na sua
- oi meu amor, não sei se consegue me ouvir, mais hoje consegui salvar o contrato com os chineses! Você ficaria orgulhoso em me ver!
Eu acariciava seu corpo, beijando seu rosto, sentia falta de seu toque, seu sorriso lindo, e até mesmo de suas provocações, além do sexo é claro.
- você tem que voltar logo querido! Sinto sua falta! Dom presciso que me foda!
Disse bem baixinho em seu ouvido, quem sabe funcionasse, deixei minha mão escorregar e pra minha surpresa seu membro estava duro, achei estranho, nunca tinha ouvido falar de algo assim.
Eu estava com muito desejo, a dias não me aliviava, e segurar seu membro gordo em minha mão me deixou louca, comecei a movimentar para cima e para baixo, ele inchou ainda mais
- o que está sonhando querido? Espero que seja comigo! Que esteja me fazendo gritar por toda Varsóvia em seu sonho, estou a beira do desejo e quanto mais demorar para voltar, maior será seu trabalho!
Senti minha fenda molhada, e não conseguiria dormir antes de gozar, eu não poderia transar com ele em coma, parecia estranho, então busquei meu amigo prata, no criado mudo, mais antes de começar os trabalhos, desci até seu pau e o chupei, ele estava latejando, provavelmente por não gozar a dias, não pensei duas vezes e acelerei o ritmo, seu membro não demorou muito e jorrou o líquido quente em minha boca, delicioso como sempre.
Me joguei na cama ao lado novamente, e desci o prata até minha buceta, ele entrou facilmente, estava molhada de desejo, em minha mente só vinha a saudade dele me fodendo forte e rápido, com ele em meio as minhas pernas, eu me esfregava no corpo de Dom, para poder o sentir, gemendo baixinho em seu ouvido, não demorei muito e gozei, minha mão estava molhada dela então passei pela boca de Massimo, ele sempre gostou do meu cheiro e era mais uma tentativa de acorda-ló, oque não funcionou.
Limpei meu ato, e voltei ao seu peito, não sei bem quando mais dormi.
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365 DNI O reencontro
Fanfiction4 livro, depois de cinco anos, Laura e Massimo se encontram, escrito por uma fã
