Decidi ficar na mansão essa noite, mais ficaria isolada, para evitar vê-los, e os encontrar pelos corredores agarrados ou se pegando, estava além de meus limites, eu sabia que tinha o perdido e até me conformei, mais realmente não quero ver isso.
Olga me acompanhou a tarde toda, estávamos cuidando dos pequenos no jardim atrás da casa, os três juntos ficavam terríveis, e ficamos loucas, não sei quanto as babás ganham mais merecem!
- Laura? Você o ama?
Olga começou o assunto que tanto fujo, e sinto meu estômago embrulhar
- aí Olga, tô tão fudida, disse levando minhas mãos ao rosto, o perdi, e agora não tem volta! Sim, eu o amo! Demorou para cair ficha, mais agora? O que posso fazer? Eu não sei se quero entrar em um relacionamento sério, não quero que ele me prenda novamente, mais não quero perde-ló! Ele disse que me ama, mais se casará com ela!
- ooh vadia, você sempre complica as coisas Lari, se fosse eu já tinha o agarrado e tirado essa vaca de jogo!
- não é tão simples Olga, nós dois somos fogo, mais quando ficamos junto tudo fica difícil, somos dois teimosos e brigamos muito!
- assim entendo enquanto vocês estão fodendo tudo bem, mais na hora de conversar brigam! Você realmente fica feliz com belo boquete puta!
Ela me jogou a almofada que estava ao seu lado no banco de madeira, rio com sua descrição pois era verdade, Olga sempre me entendia.
Já passava das seis da noite, e começava a escurecer, eu ia pedir meu jantar no quarto após tomar um banho com Stelinha, eu sempre a banhei junto de mim e ela adorava.
Nós ainda estavamos de roupão quando Olga entrou em meu quarto me dando um susto enorme
- credo que medo é esse, vamos a janta está servida!
- não quero Olga, vou jantar no quarto!
- mais nem por cima de meu cadáver! Eu te arrasto daqui com roupão mesmo, ou você se troca e vamos agora!
- não quero vê-los Olga! Eu não vou!
- se você não for, ela vencerá!
- ela já venceu!
- oooh vadia
Ela veio em minha direção me puxando e tirando meu roupão
- levanta essa bunda, e trata de ficar bem gostosa, não é hora de chorar, você nunca foi de perde, cadê minha garota?
Eu ri disso, e ela meu deu um sorriso lindo, então a abracei
- te amo Olga!
- eu sei, eu sou demais, agora não demora porque a comida vai esfriar!
O tempo estava agradável, então vesti um short curto, e uma bata de alcinhas, decotada, em um tecido fino de renda quase transparente, bege clara, coloquei meu scarpin louboutin, e soltei meu cabelo, fiz uma maquiagem rápida e natural não queria força muito na produção.
Quando sai do closet Olga me esperava
- ooh que gata! Você o fará babar hoje!
Saímos do quarto indo para a mesa na varanda, onde todos já estavam sentados. Massimo sentando na ponta como um verdadeiro chefe da máfia, ao seu lado direito estava Domenico e ao esquerdo Bárbara, senti meu coração acelerando e minha pernas bambas.
Ao passar pela entrada, os olhos de Massimo me encontram, me olhando de cima a baixo, pude sentir seu desejo e fiquei satisfeita.
Sentei ao lado de Olga, quase no fundo da mesa ficando bem longe deles, e evitei os olhar.
A comida foi servida rapidamente pela equipe de funcionários, eu havia me esquecido que ele tinha muitos empregados! Literalmente!
Para minha surpresa o prato servido foi Pierogi, meu preferido, ele se lembrou, fiquei feliz, mais não comentei nada para não criar nenhum clima na mesa, percebi seu olhar buscando minha reação então sorri ao olhar o prato e mordi meus lábios, ele entenderia o sinal, então ele abaixou seu olhos e sorriu.
Algumas garrafas de vinho estavam sendo servidas enquanto os assuntos de Massimo e Domenico seguia, eu conversava com Olga e não prestava atenção mais os ouvi falar de Adriano e Anna, os quais eu não tinha mais visto.
Então prestei atenção por um momento na conversa ao lado
- Massimo eles estão na cidade! Juntos, e se encontrando com sócios, fazendo união com nossa concorrência!
- mais porque agora Adriano se interessaria por negócios? Ele nunca foi disso Domenico!
- talvez Anna o tenha influênciado! Não sei máximo mais ela sim queria te ver sofrer!
- você tem razão irmão! Você sabe a localização exata deles?
- ainda não mais meus homens estão varrendo a área atrás dele e de Nacho!
Olga me puxou da conversa deles me falando das vendas da nova coleção e do desfile a ser feito.
Meu celular começou a vibrar em meu bolso, número desconhecido, então atendo
- pronto
- que família linda, agora disfarce e saia de perto Laura, estou com vocês na mira e atiro a qualquer aviso!
Me levanto e disfarçando finjo ser minha mãe
- isso garota, sai pra longe deles, para perto das árvores
Sigo até onde ele disse e vejo que todos me olhavam da mesa
- sim mãe mais oque aconteceu, desfarsei e me virei pra que não vissem a conversa
- que saudade de sua voz Garota! Como está minha filha?
- vai se foder seu filho da puta! Você nunca mais a verá!
- não Laura você não me tirará ela, e ela não será criada por Torricellis ela é minha, ela é uma Matos, e não aceito isso!
- não estou pedindo sua permissão! Minha filha não vai a lugar nenhum se mim, você não a terá nem que eu mesma te mate!
- hohohol que isso gatinha nunca tinha te visto desse jeito, colocando as garras de fora, ficou bem sexy amor!
- xau Nacho tenho mais oque fazer!
- não não desliga se não eu atiro, é o seguinte Laura, amanhã você irá ao aeroporto as três e levará minha filha! Você não dirá nada a ninguém e se não vim eu mato todos! E se vim acompanhada, a qualquer sombra eu mato você e fujo com Stelinha está me ouvindo Laura?!
Senti meu corpo fraquejando e minha vista escurecer, a tempos meu coração não falhava, mais desabei dessa vez.
Não sei bem quanto tempo levei para acorda mais estava em meu quarto, sentado na poltrona Massimo me olhava, com olhos preocupados, então abri meu olhos, e senti uma dor, levei minha mão a cabeça
- aí quanto tempo fiquei inconsciente? Minha cabeça dói
- Laura faz duas horas que apagou, você me assustou, tem tomado os seus remédios? O que era a ligação? Não minta por favor!
Ele jamais me deixaria ir sozinha ao encontro e também iria, o que levaria a um tiroteio, mais eu também não poderia ir, ainda mas com Stella, e se ele me matasse ou me sequestrar denovo? Se rouba-se minha filha? Eu não posso mentir, mas não sei se contar tudo resolverá, eu verifiquei o quarto antes de falar, e as cortinas estavam fechadas, um sniper não conseguiria nós ver.
- era ele! Estava furioso por Stella estar na casa dos Torricellis, ele a quer ou matará a todos!
Ao dizer isso comecei a chorar eu não podia perde minha filha, ele já havia me tirado Lucca e agora? Quer me tirar Stella? Não posso deixar isso acontecer!
Massimo saiu da poltrona e veio até mim na cama, sentou ao me lado e me abraçou
- Calma pequena, eu não vou permitir isso! Ele não a terá! Ele te disse mais alguma coisa?
- Não!
Eu preferi ocultar essa última parte, pois ainda não decidi se iria, e Massimo me prenderia para não fugir.
Ele enxugou minha lágrimas, e foi se levantando, segurei sua mão
- fica por favor, não quero ficar sozinha!?
- não posso! Bárbara me espera!
Eu abaixei minha cabeça evitando que ele visse minha dor com suas palavras, mais não consigo evitar a tentação, eu tentei me levantar fingindo estar ruim, me deixei cair para ter sua atenção, ele correu em minha direção me segurando
- não se levanta Laura!
- desculpa presciso ir no banheiro!
Ele me tomou em seu colo com seus braços forte, eu até parecia uma boneca neles, senti meu corpo arder de desejo, o queria muito, mais ele me negaria.
Ele me pôs de pé enfrente a bacia, e saiu de perto encostando no batente da porta, percebi que evitava me olhar certamente fugindo de seu desejo.
Fingi tentar abrir o shorts sem sucesso
- aí me ajuda não consigo abrir
Ele respirou fundo levantando a cabeça pra cima, depois veio até mim e levou suas mãos ao botão e zíper de meu shorts.
Me evitando olhar nos olhos e até mesmo no shorts, mais pra minha alegria o zíper enrroscou, então ele teve que olhar, sua respiração estava ofegante, quando conseguiu abrir e me ajudando a abaixar, percebe que eu estava sem calcinha.
Fiz questão de olhar em seus olhos, procurando sua reação, ele ardia de desejo, e mordendo seus lábios
- sem calcinha sério?
- acho que a esqueci na gaveta!
Ele me encara um momento, e percebo que está a ponto de me agarrar, eu já podia sentir seu corpo no meu, quando ele ri, e se afasta
- sei bem oque está querendo, mais sua provocação não funcionará!
- não sei do que está falando!
Aí que ódio, ele nunca me recusou e agora isso! Me sentei na bacia e fiz o que tinha que fazer, me levantei e fui em sua direção que estava na porta
- presciso por uma roupa mais confortável para dormi
Lhe entreguei meu shorts em sua mão, e seus olhos negro se desviaram para cima, ele me pegou no colo novamente e me levou ao closet, pegou uma camisola de seda e me entregou saindo de perto.
Havia um espelho enfrente em sua frente que me mostrava e pude perceber seu olhar, então retirei minha blusa e acariciei meu corpo, me virei em sua direção e o peguei no fraga, seus rosto o entregava e ele ardia de vontade, mordendo seus lábios enquanto admirava meu corpo, ao perceber que eu tinha visto desviou seus olhos os virando para o quarto.
Eu só pude sorrir com isso. Me vesti rapidamente e tive uma ideia, Massimo sempre gostou de meu gosto, então me encostei no batente ficando de frente a ele, deslizei minha mão pelo meu corpo até chegar em baixo, ela estava molhada de desejo, e isso o deixaria louco, a retirei de minha fenda e levei a minha boca chupando um de meus dedos, enquanto gemia baixinho, depois fui em sua direção e passei o outro dedo em seus lábios, ele abriu a boca e chupou meu dedo, então rapidamente ele me pegou pela cintura, me virou de costa me prensando contra o batente segurando meu braços atrás da costa
- sabe Laura para quem acabou de desmaiar, você está com pique até demais!
Ele disse em meu ouvi, enquanto tirava meu cabelo da frente, passou sua língua pelo pescoço me arrepiando inteira, me levando a loucura enquanto sentia seu pau duro na calça encosta em minha bunda.
- boa noite baby girl
Me soltou saindo em direção a porta. Meu ódio subiu por meu corpo, eu estava louca de desejo e não conseguiria dormir desse jeito, antes dele passar por ela lhe gritei
- olha só Dom Massimo fugindo da foda! Vai me deixar assim?
Ele me olha sorrindo
- pedi para te deixarem um amiguinho na gaveta, deve estar no criado mudo, espero que ajude!
A abriu e saiu rapidamente. Me joguei na cama com a cara nós travesseiros, eu tinha que gozar, então a procura do amiguinho abri o criado mudo e o encontrei, era até maior do que o meu, prata e de pilha.
O levei até ela e comecei os trabalhos, ele era muito eficiente para minha surpresa, mais nada comparado ao pau macio do Dom! Pensando nele em cima de mim, me fudendo sem parar, seu pau gordo entrando e saindo me fez chegar logo.
Depois de gozar me acomodei na cama me cobrindo com o edredom, e adormeci.
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365 DNI O reencontro
Hayran Kurgu4 livro, depois de cinco anos, Laura e Massimo se encontram, escrito por uma fã
