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Oiê, tudo bom?.

Alguém fez o Enem hoje? Acabei de chegar daquela tortura.

Postei hj para compensar a doideira do anterior kkkk juro solenemente que não irei mais escrever asneiras como aquela.

Perguntinha rápida: vocês preferem uma maratona na quarta ou postagem dos capítulos todos os dias até acabar os revisados? Só isso msm.

Bjs e boa leitura

     Mal

  Após quase horas gargalhando com tudo o que aconteceu no bosque da confusão, a gente chegou a conclusão de que estamos em frente a um Rio, o qual teremos que passar para chegar no lugar onde o mapa deu o nome de campo das borboletas cintilantes.

- mano, tirei minha camisa para colocar na cabeça!- Hugo resmunga ao vestir a roupa nos fazendo rir por saber que ele foi influenciado por mim.

- Felice foi a menos afetada - Adam constata ao parar de pensar em uma solução para a gente atravessar o Rio.

- menos afetada? Eu estava achando que éramos peixes e que tínhamos pouco tempo para chegar na praia - confessa nos levando a gargalhar em conjunto.

- e Evie achando que era homem por causa da camisa - Hyun relembra em meio ao riso.

- cara, agora que lembrei, eu ia mostra minhas partes secretas para vocês - Martins fala chocado com ele mesmo e eu finjo que vou vomitar incitando todos a rirem.

- as partes do Rei ela gosta - Hyun fala me deixando estática. O que esse garoto tem no cérebro?. Ignoro as risadas escandalosas e me mantenho zen com tudo isso.

- Jay passou o tempo todo procurando a namorada e no final ainda se pegou com Mal, ui ui ui, imagina só o nosso monarca sabendo disso - Hugo pirraça e eu olho para Jay que abaixa a cabeça ainda rindo da nossa situação constrangedora. Mesmo os envolvidos levando a situação numa boa após a constatação que estávamos sob efeitos duvidosos, saber que a gente_ amigos a anos e praticamente irmãos_ se beijou de um jeito nada superficial me deixa envergonhada.

- tá bom, já chega de ficar relembrando esses momento, vamos pensar como atravessar essa coisa porque eu não sei nadar - me levanto limpando minha calça e concerto minha jaqueta_ agora no lugar certo_ sob o olhar atento deles. Penso até em comentar sobre as inteligências de Hugo com relação ao meu umbigo, mas deixo quieto.

- sem falar que minha saia de índio não vai aguentar a correnteza do rio - Martins fala e da uma voltinha para a comprovação de sua fala.

- de que forma podemos fazer isso? Não podemos derrubar árvores alheias para fazer um bote - Felice fala e coloca o mapa no chão para demarcar nossos próximos caminhos. Me aproximo dela e me ajoelho nas Pedrinhas do chão para ler os nomes das trilhas que vamos seguir.

Após o campo das borboletas cintilantes iremos passar por um caminho sem descrição, logo depois iremos seguir por mais alguns traços sem nome ainda até chegar na fronteira com a capital, onde um grande sinal de interrogação está desenhado ao lado do ícone de uma grande caveira. O porquê a gente só vai descobrir quando chegar lá.

- para um reino mágico até que estamos nos saindo bem, nenhum ser muito anormal ou tanto perigo assim - Hyun comenta sua opinião nos deixando pensativos.

Acho que a gente ainda não parou para pensar nos perigos que realmente sondam em nossa volta e nas nossas escolhas pelos caminhos, o mapa não revela os nomes do lugares em que a gente não passou e nem vai passar, mas o tanto de caveiras e sinais de interrogações que tem nesses traços adjacentes ao nosso me deixa arrepiada_ sem falar nos desenhos de alguns seres estranho.

Herdeiras Perdidas (Descendentes)Histórias para pegar e não largar. Descubra agora