Vinte e dois (+18)

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Rodolffo e eu trocávamos um beijo quente, suas mãos percorriam meu corpo com urgência, enquanto ele descia os beijos pelo meu pescoço, descendo pelo meu colo, até chegarem em meu seio. Soltei um gemido alto quando ele chupou meu mamilo, me fazendo contorcer embaixo dele.

Abri os olhos assustada e ofegante, percebendo que eu estava sonhando e nada daquilo realmente acontecia. Olhei para o lado, Rodolffo me olhava curioso, com um meio sorriso nos lábios.

- Você estava gemendo... estava sonhando com o que? – ele perguntou com a voz rouca e eu senti meu rosto corar. – Era comigo o sonho?

- Eu... é... - gaguejei e ele riu, deitando por cima de mim e se encaixando entre as minhas pernas.

- O que eu fazia no seu sonho, para te fazer gemer gostoso daquele jeito? – ele perguntou, colocando o rosto na curva do meu pescoço, arranhando de leve minha pele com os dentes, antes de me beijar ali, me fazendo suspirar e ofegar mais. – Era aqui que eu beijava? – ele tornou a perguntar, chupando meu pescoço, descendo até meu colo, enquanto enfiava as mãos por dentro da minha blusa do pijama e tocava a minha barriga.

Eu não conseguia raciocinar para responder, mesmo tendo sonhado com isso, tudo era muito novo, diferente e intenso demais. Rodolffo continuou a beijar e tocar meu corpo, puxando a alça do meu pijama para baixo, deixando meus seios à mostra.

- Talvez fosse aqui. – ele contornou minha aureola com a ponta da língua, antes de chupar meu mamilo, me fazendo gemer alto. – Que delícia.

Rodolffo continuou chupando o meu seio, enquanto puxava a outra alça do meu pijama para baixo, e contornava meus mamilos com as pontas do dedo, me fazendo arfar e gemer de novo.

- Você é tão sensível. – ele assoprou de leve meu mamilo, me fazendo revirar os olhos e gemer mais alto. – Deliciosa.

Ele subiu a blusa do meu pijama, descendo os beijos pela minha barriga, contornando meu umbigo com a ponta da língua. Eu era um misto de sensações, me sentia úmida e quente, era tudo novo para mim, nunca estive com um homem desse jeito, e tudo que ele fazia eu achava prazeroso.

Rodolffo segurou o cós do meu short e o puxou para baixo, o retirando pelos meus pés, antes de voltar a se encaixar entre as minhas pernas. Tremi quando ele beijou a parte interna da minha coxa, roçando de leve sua barba rala em minha pele, fazendo todos os pelos do meu corpo se arrepiarem.

Com o dedo indicador, ele afastou a minha calcinha e me tocou, soltando um grunhido quando sentiu minha umidade.

- Você está escorrendo.

Antes que eu pudesse raciocinar, senti sua língua percorrer minha vulva, antes de contornar meu clitóris com a ponta da língua, me fazendo experimentar um tipo de prazer que nem em meus sonhos conseguiria imaginar.

Me agarrei aos lençóis, gemendo alto enquanto ele continuava a me dar prazer com a língua. Sentia meu corpo arder como brasa, e eu me contorcia todas as vezes que ele chupava meu clitóris.

Com os dedos, ele tocava a minha entrada, apenas massageando em volta, sem inserir os dedos em mim. Olhei para baixo, e meu olhar cruzou com o seu, ele parecia se deliciar ao me ver assim, tão entregue a ele.

Agarrei seus cabelos, quando senti seu polegar pressionar meu clitóris, sentindo uma sensação crescer em meu ventre, senti minha boceta se contrair e a sensação se tornar mais forte.

- Goza pra mim. – ele pediu rouco, voltando a sugar meu clitóris e me fazendo gritar alto.

Rodolffo me fez ver estrelas, senti meu corpo todo estremecer involuntariamente, enquanto eu gozava em sua boca. Fechei os olhos, ainda tentando me recuperar de todas as sensações novas que experimentei.

- Deliciosa.

Ele voltou a se deitar em cima de mim, prendendo meu lábio inferior entre os seus, e sugando de leve, antes de voltar a me beijar com luxuria, enquanto esfregava seu pau duro em minha boceta.

- Me deixa ter você. – ele sussurrou no meu ouvido, antes de morder o lóbulo da minha orelha.

Eu o queria, mas ainda me sentia insegura de entregar minha primeira vez para ele. Eu ainda me lembrava de todas as coisas que ele havia falado, e seu sentimento de me ter como uma de suas posses. 

Não podia negar que isso me incomodava, e não me sentia bem em me entregar para alguém que só parecia me desejar, e não sentia nada além por mim. Eu estava apaixonada por ele, e mesmo com tudo o que ele havia feito na tentativa de me proteger, e mesmo que parecesse muito que ele sentia algo além por mim, não queria me iludir.

Eu precisava ter certeza dos seus sentimentos antes de tudo.

- Ainda não me sinto pronta. – usei toda a minha força de vontade para afastá-lo.

Seus olhos refletiam o mais puro desejo quando olhou em meus olhos, mas assentiu e selou nossos lábios, antes de sair de cima de mim e se levantar da cama.

- Preciso de um banho gelado. – ele sorriu fraco, antes de voltar a olhar para mim. – O sol tá bonito lá fora, topa uma piscininha hoje?

Olhei pela janela, e realmente o dia estava bonito e ensolarado, sabia que no fundo ele queria me distrair para não pensar em Arthur. Mas a ideia de tomar um banho de piscina e pegar um solzinho não me parecia ruim.

Desde que comecei a morar aqui, só fui para piscina uma vez, e mesmo assim fui interrompida quando Rodolffo me chamou para almoçar na casa de seus pais. Ele mesmo, eu nunca havia visto entrar na piscina, e achava um desperdício que ele não aproveitasse mais.

- Eu topo, visse. – respondi animada e ele sorriu.

- Ótimo, toma um banho, coloca um biquíni e me encontra lá embaixo.

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