Quarenta (+18)

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As coisas entre Rodolffo e eu, estavam estranhas desde que voltamos de São Paulo. Eu sei que ele matutava uma forma de punir o Sr. Dumont, e eu, depois de tudo o que ele fez por mim, e mesmo ainda estando traumatizada com tudo o que aconteceu, queria retribuir e não deixar que a reputação dele e de sua família ficasse manchada.

Por mais nobre que a atitude dele tenha sido, eu sabia que os julgadores de plantão não entenderiam, e o jogariam na fogueira, e a mim também.

E sinceramente, eu só queria esquecer que eu um dia passei por essas coisas.

Graças a Deus, Rodolffo entrou na minha vida, e me resgatou antes que algo pior acontecesse.

Como estávamos um pouco distantes, decidi que iria fazer uma surpresa para ele. Com a ajuda de Lúcia, cozinhei um espaguete e preparei tudo para termos um jantar romântico. Os empregados já haviam sido dispensados, e seriamos apenas nós dois.

Subi para tomar um banho e me preparar para o nosso jantar, mas enquanto ainda colocava a lingerie, ouvi o barulho da porta se abrindo e passos subindo a escada.

- Uau. – ele deu um assovio quando me viu apenas com a lingerie de renda preta, cinta-liga, meia sete oitavos e scarpin. – Tudo isso é pra mim?

- Era pra ser surpresa. – fiz manha e ele riu, antes de se aproximar e agarrar minha cintura, aproximando nossos corpos.

- A surpresa é você?

- Fiz um jantar também.

- Hmm... acho que vou deixar o jantar pra depois. – ele disse manso no meu ouvido, já descendo os lábios pelo meu pescoço. – Tô cheio de saudades da minha princesa.

- Ah é? – fiz manha enquanto puxava a gravata dele, e começava a desabotoar os botões da sua camisa. – Também tô cheia de saudades de tu.

Terminei de retirar sua camisa, descendo minhas mãos até o cós da sua calça, abrindo os botões e a retirando do seu corpo com a sua ajuda, ao mesmo tempo que ele retirava os sapatos e as meias, ficando apenas com a boxer branca.

Rodolffo percorria todo o meu corpo com as mãos, apertando com força minha bunda, enquanto eu beijava seu pescoço e puxava de leve seu cabelo. O joguei na cama, sentando em cima da sua barriga, me inclinando para morder o lóbulo da sua orelha, antes de descer um caminho de beijos pelo seu pescoço, enquanto ele gemia rouco no meu ouvido.

Continuei descendo os beijos, chegando até seu peito, onde eu beijava e mordiscava de leve, descendo pelo seu abdômen, até chegar no cós da sua cueca. A puxei para baixo, fazendo seu pau duro saltar livre, logo o recepcionei com as mãos, o masturbando de leve, antes de lamber a cabeça.

- Puta que pariu. – ele disse entre dentes, fechando os olhos quando envolvi a cabeça do seu pau com meus lábios.

Rodolffo segurou meus cabelos num rabo de cavalo, enquanto eu continuava a colocar seu membro em minha boca, o chupando com vontade, masturbando com as mãos a parte que não cabia em minha boca.

Lambi toda a extensão da sua glande, ouvindo ele grunhir de prazer, antes de voltar a chupá-lo. Dessa vez ele forçou um pouco a minha cabeça para baixo, fazendo seu membro tocar minha garganta, enquanto puxava o meu cabelo e movia os quadris, fodendo a minha boca.

Percebi que ele estava prestes a gozar, e parei de chupá-lo. No momento que ele abriu os olhos e olhou para mim, vi que sua íris queimava de desejo, o que me fez ficar ainda mais excitada.

Rodolffo me jogou na cama, abrindo a minha cinta liga, antes de retirar minha calcinha com os dentes. Sua barba tocava minha pele de leve, me fazendo arrepiar inteira.

- Toda molhadinha. – ele disse ao tocar minha boceta, vendo o quanto eu estava escorrendo para ele.

Ele afastou minhas pernas, se encaixando entre elas, antes de lamber toda a extensão da minha vulva, me fazendo gemer alto e agarrar seus cabelos. Rodolffo chupava meu clitóris, com tanta maestria, enquanto inseria dois dedos na minha entrada, que eu já sentia o orgasmo começar a me atingir, me fazendo estremecer e me agarrar aos lençóis, em busca de apoio. Ele parou de me chupar, antes que eu gozasse, e eu soltei um suspiro frustrado.

- Fica de quatro pra mim.

Fiz o que ele me pediu, ele segurou minha cintura, colocando seu membro na minha entrada, tão lentamente que senti meu corpo inteiro estremecer, gemendo alto quando o senti inteiro dentro de mim.

Ele voltou a retirar o membro de dentro de mim, antes de me penetrar de uma só vez, me fazendo gritar ainda mais alto.

Rodolffo enrolou a mão no meu cabelo, puxando de leve, enfiando a cabeça na curva do meu pescoço e beijando ali, enquanto puxava a renda do meu sutiã para baixo e tocava meus seios, brincando com meus mamilos, se movendo com vigor dentro de mim. Eu gemia cada vez mais alto, e a cada vez ele me penetrava mais rápido.

Ele beijou meus lábios, enquanto descia sua mão direita pela minha barriga, descendo até meu ponto sensível e massageando, fazendo meu orgasmo chegar mais rápido.

- Goza pra mim, amor. – ele pediu rouco no meu ouvido, e foi só isso que faltava para explodir num orgasmo, que fez todo o meu corpo estremecer.

Não demorou muito, ele também chegou ao ápice, me preenchendo com seu líquido.

Desabamos na cama sem forças, nossos corpos molhados de suor, e nossas respirações descompassadas.

Estava morrendo de saudades disso.

- Vamos jantar agora? - chamei e ele deu uma risada fraca, antes de selar meus lábios.

- Vamos, depois a gente continua aqui.

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