Primeira vez (parte 2)

65 2 0
                                        

Tivemos a parte 1 agora vamos para a parte dois e vamos ver como tudo vai acontecer.

Boa leitura


*****

Pov. Bakugou


Mesmo com todo o meu nervosismo tudo acabou bem, no inicio foi constrangedor, uma sensação de certa forma um pouco estranha mas boa ao mesmo tempo, no durante e o final consegui aproveitar e foi tão intenso, em nenhum momento senti dor, Eijiro foi muito observador e carinhoso o tempo todo.


Quando ele disse que já voltava só peguei minha cueca e a vesti novamente para me deitar. Logo em seguida Eijiro ja veio também vestindo a cueca e se enfiando debaixo da coberta. Estavamos apenas nos olhando em silêncio enquanto ele fazia um carinho no meu cabelo.


Eijiro: você ta bem mesmo?
Bakugou: estou sim.
Eijiro: eu não te machuquei né? foi bom? você gostou? ou você achou estranho?
Bakugou: foi tudo.. perfeito. - suspirei.
Eijiro: oh, por essa eu não esperava. - ele deu um sorriso.


Nos abraçamos e ficamos nos recuparando do avalanche de sentimentos que tivemos agora a pouco, era nervosismo, vergonha, insegurança prazer, satisfação e cansaço, bastante cansaço. Precisavamos de um pequeno descanso.



Pov. Eijiro


Acabamos dormindo por um certo tempo, quando eu acordei Bakugou ainda estava no décimo sono, cuidadosamente saí da cama, eu estava começando a ficar com fome e provavelmente Bakugou também acordaria com fome. Desci para a cozinha só me certificando que realmente não tinha ninguem na residência pois eu ainda estava de cueca.


Tudo limpo fui para a cozinha e dei a liberdade de abrir alguns dos armarios, achei dois macarrão instantâneo de copo, um sabor de curry indiano mais apimentado e outro sabor yakisoba de carne, perfeito, isso não teria perigo de eu queimar. Coloquei agua na chaleira eletrica e agora era só aguardar.



Pov. Bakugou


Eu acordei do meu sono mas ainda não abri os olhos, a cama estava tão confortavel de deitar mas o que me conforta mais ainda são aqueles braços ao meu redor, tentei achar os braços do Kirishim ainda com olhos fechados, continuei a tatear a cama sentindo ela vazia e nesse momento abri os olhos.


Olhei o espaço na cama vazio, ainda tinha o cheiro dele, sorri e comecei a me esticar, e me esforcei a sentar na cama, apesar do que ocorreu eu não sentia desconforto, nem dores. Eijiro é tão compreensivo em deixar tudo o mais prazero para nos dois.


Neste momento que eu estava viajando em meus pensamentos sobre o que aconteceu, o que eu sentia e o que viria a seguir, Eijiro entra no quarto com dois copos de macarrão instantaneo, sorrindo quando viu que eu já estava acordado.


Eijiro: oi meu bem, eu trouxe comida pra gente.
Bakugou: macarrão instantaneo?
Eijiro: é para evitar de sua casa ficar com cheiro de queimado.
Bakugou: nisso eu vou ter que concordar, que horas são?
Eijiro: ahm, em torno das sete da noite.
Bakugou: provavelmente a Uraraka vai chegar daqui a pouco.
Eijiro: ah, bom eu trouxe roupa para passar a noite.


Como a Uraraka provavelmente chegaria em alguns minutos, não teriamos tempo para inverter o que tinhamos feito antes, eu teria que me contentar com deixar isso para outro momento oportuno, mas eu queria tanto poder fazer, sentir que consigo fazer o Kirishima se sentir bem também, ter o mesmo cuidado e consideração, ver os olhos dele brilhando com mais intensidade do que vi outras vezes e dopar nos dois o com o tanto de amor e carinho que tenho para oferecer a ele.


Comemos o macarrão em silêncio e percebi o Eijiro me olhando as vezes sorrindo carinhosamente, mesmo não sendo hoje que eu teria o meu momento, me sinto bem, por ele eu posso esperar outra oportunidade.

Os Irmãos KirishimaHistórias para pegar e não largar. Descubra agora