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— Jogo baixo! — Ela joga minha camisa em cima da minha perna.
Se afasta de mim e arruma a roupa, eu fico rindo vendo a cara de vergonha que ela está agora..
É difícil pontuar o que eu mas gosto na Malu, a mina tem um corpo que parece que foi desenhada os peitos nem precisa de comentários, mas o que me chama a visão é ver que ela é batalhadora, dedicada,e quando fica bravinha é toda marrenta.
— Acordaram cedo hoje, fizeram algum exército juntos?.— Minha mãe fala colocando o café no fogo.
— N-- Não, só vim pegar a mamadeira da Duda. — A pretinha gagueja
— Já disse a ela que te um exercício que ela vai gostar de fazer, estou disposto a ajudar.— falo e pisco em sua direção
Minha mãe escuta atenta nossa conversa e espalha um negócio com o cheiro forte pela casa.
A Malu me olha brava me pedindo para parar.
— Sou sedentária, prefiro pipoca e Netflix.— fala e eu fico rindo.
— Os oposto se atraindo é um novo ciclo se iniciando, eu amo essa evolução.— as vezes não entendo nada que minha mãe fala.
— Preciso ver a Eduarda.— Malu fala.
— Vou montar a piscina de bolinhas, coloca algo mas confortável nela, por favor .— falo e ela concorda.
O nosso dia foi bem tranquilo, fazia tempo que eu não me sentia tão bem assim..
Minha mãe feliz por ter sua casa cheia do jeito que ela sempre gostou, Duda não para de brincar com aquelas bolinhas, ver o sorriso da Malu enquanto uns troca papo doido com minha mãe é relaxante e taz paz esse ambiente.
Logo eu que vivo na correria e estou sempre na movimentação o meu ambiente de trabalho não é um dos mas calmo e vive um pouquinho disso aqui vale muito a pena.
[...]
WhatsApp on
Martins : Vai voltar quando?
Caíque : depois de amanhã, surgiu alguma intercorrência?
Martins: Precisamos nos livrar do Rato.
Caíque : Entendi!!
Martins : Filho da puta tá roubando na cara dura.
Caíque : Quando eu voltar resolvemos essa questão.
Martins : Blz capitão.
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Suspiro forte, me balanço na rede enquanto vejo a noite chegar..
Vejo a Malu vindo em minha direção com um vestido soltinho azul, ela para na minha frente e me entrega minha garrafa de água.
— Cadê a Eduarda? —pergunto
— Dona Carol acabou dormindo com a Duda no colchão da sala enquanto assistimos desenho.— fala com um sorriso lindo.
Seguro sua mão e a puxo para deitar na rede comigo, ela se ajeita e fica ao meu lado deitada.
—Obrigada por cuidar tão bem dela, você é importante pra caralho na vida da Eduarda.—falo e ela me dar um beijo na bochecha.
— Eu sou doidinha por ela.. — Dou um risinho
A nossa química falou mas alto e quando pecerbi El já estava sentada em cima de mim, o beijo foi ficando mas intenso e eu não podia perder a oportunidade de passar a mão no seu corpo, deslizei a mão em suas coxas até chegar na sua bunda e apertar.
Ela dar uma esfregada que puta que pariu meu pau está implorando por ela, vou subindo minhas mãos até seu peito, puxo a alça pra baixo e aberto o bico do seu seio com os dedos fazendo uma pinça.
— Ahh. Caíque.. — solta meus lábios.
— Se continuar nessa pegação a vamos ter que fazer um amorzinho, fuder, como tu quiser, mas vamos ter quer fazer! — falo e ela rir.
— amorzinho..— suspira.—Mas fuder é mas sua vibe.— ela fala.
— Não sei se eu me controlaria fazendo só amorzinho contigo, Mas posso fazer as duas coisas.— levanto seu vestido e passo doidos dedos em cima da sua calcinha.
A calcinha de renda nela fica uma perdição, A preta é bonita pra caralho.
— Caíque, para... — ela geme jogando a cabeça pra trás.
Porra essa rede aqui é guerreira!
— Vamos jantar amanhã? Por favor preta.— falo segurando sua cintura.
— E a Duda? — pergunta
— Fica com minha mãe, acaita logo eu já não aguento mas fica nessa esfregação tu precisa liberar a buceta pra mim ou eu vou ficar maluco.— ela fica rindo.
— Amanhã.. — puxo ela para um beijo.
Ela volta a deitar do meu lado, só que agora ela deixa seus seios na altura da minha boca, acredito que é isso é um tipo de provocação.
— Posso te fazer uma pergunta? — Ela faz cafune na minha cabeça, só está faltando o peitinho pra parada ficar massa.
— Faz duas gostosa.— falo
— Depois daquele dia que você viu que saiu um pouco de leite, você não não me pediu mas.. aconteceu alguma coisa? — sua voz sai suave.
— Seu peito? — Ela concorda.— É tudo que eu mas quero, só não queria ficar no teu pé, não quero ficar enchendo o teu saco ou incomodando, mas eles são o motivo da mimha insônia.— ela dar um riso que parece de alívio.
— Quando você quiser me pede, por favor, só não fica em silêncio pois parece que você não gosta.— fala manhosa.
— Então vai ter que dormir toda noite comigo, foi você que disse que era só pedir, não vem reclamar.— ela ri.
— Eu gosto da sensação de você sugar eles..— sinto ela aproximar mas seus peitos na minha boca.
A vitória chegou irmãos!!!!
— Faz isso não, tu quebra minha estrutura! — puxo a alça da sua roupa.
Passo a mão no seu seio e começo a sugar e já sinto o gosto do leite na minha boca, ela me abraça mais e faz um cafuné bem maneiro.