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Malu:
—Estava com saudades do seu corpo, do teu cheiro, do teu cabelo..— ele passa a mão pelas minhas costas colocando meu cabelo de lado.
— Caíque..—falo sentindo ele beijar minhas costas.
Seguro firme no balcão da cozinha tentando me apoiar, ele tentar tirar minha camisa e fica impaciente quando não consegue, dou uma risada e puxo o tecido jogando no chão.
— Porra Malu..— sua mão vai em direção ao meu seio.
Ele me vira e em questão de segundos ele me põe sentada em cima do balcão, sua mão passa em minha barriga fazendo carinho e depois sua língua passa no meio do meus seios me arrancando um gemido, ele aperta meu peito esquerdo e no outro ele suga, me mama com vontade me deixando maluca.
— A produção está ótima..— ele me olha e eu vejo sua boca suja de leite.
— Te amo seu maluco! — ele me olha firme me põe novamente no chão.
— Às preliminares vão esperar, eu preciso de fuder ou vou pirar.
Fico de costa e me apoiando no balcão como antes, uma hora dessa nem sei onde foi parar minha calcinha, ele abre minha pernas e logo sinto ele dentro de mim, ele estoca forte e profundo.
Sua mão segura firme meu pescoço e ele mordisca e fala um monte de putaria no meu ouvido, meus gemidos ecoa pela casa como sinal que estou sendo bem fodida.
{...}
Caíque :
— Bom dia, Mãe! — falo vendo a sra passando aquelas fumaça pela casa.
Ela vem com aquilo e passa por mim, faço cara feia ela sabe que não gosto dessa parada e não acredito nisso.
— Leva isso para o teu trabalho, sentindo uma energia carregada lá.— lá vem ela com esse papo.
Dona karol é cheia dessa coisas, para não deixar ela chateada ou com raiva eu pego o incenso e guardo na mochila do meu trabalho.
— A sra poderia ficar com a Duda hoje? Martins e sua esposa nos chamaram para o aniversário de casamento deles.— a Sra me olha feliz pois vai ficar a neta.
— Claro meu filho, amo ficar com ela.— Diz.
O restaurando onde vai ser o jantar ficar na beira mar, eu já estou pronto, enquanto Malu se arruma aproveito para por a Duda para dormi, ela terminou de mama na Malu e já ficou sonolenta.
Eu nem queria ir sair, preferia ficar mil vezes ficar em casa,mamando na Malu e recebendo um cafuné massa na cabeça.
— Para de ciúmes, Caíque é só um vestido.— ela fala.
Eu olho pra ela e estou pistola de ciúmes, o vestido todo decotado mostrando tudo que é meu, a filha da puta está mais gostosa, sei lá nem consigo explicar o tanto que minha preta é maravilhosa.
— Vida olha pra isso.— coloco minha mão dentro do vestido dela e aperto seu peito.— É para ficar com ciúmes ou não? — pergunto e ela Nega.
—Deixa de caô, eu fico com ciúmes mesmo, mais tu está um espetáculo de linda, parabéns! — ela da um sorriso lindo.
— eu te amo muitoo..— Diz
Chegamos no restaurante e a galera já estava lá, Malu me pediu só para fircamos um pouco, pois ela está sentindo um pouco de incomodo no seios por causa da produção de leite.
Comprimento o pessoal e o clima pesa quando a Malu bate o olho na Rafaela.
Rafaela se manteve no seu canto e mal abriu a boca para falar nada, qusndo a Malu e a esposa do Martins saíram para ir ao banheiro foi ali que a Rafaela veio falar, eu nem dei muita confiança falei o básico e sobre o trabalho, mais é incrível como ela sempre puxa para o pessoal.
Vejo a Malu se aproximando e ela me olha como se fosse me fuzilar, fico na minha quieto, não suportaria ficar sem minha mulher, sem meu peito!
Ela me olha provando enquanto dança uma música qualquer, dou um gole no meu drink e fico observando ela por baixo, ela tem total consciência que estou morrendo de ciúme.
Ela vem em minha direção para atrás das minhas costas põe a mão no meu ombro e fala no meu ouvido.
—Eu preciso de você, meu leite está vazando, poderia me ajudar, Caíque? —fala com a voz suave e cheia de desejo
Passo a mão por trás da sua cintura e aperto como forma de resposta, sem chance de esperar chegar em casa, vou fuder ela dentro do carro.