CAPÍTULO /06

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O clima ficou bem estranho depois que acidentalmente o Caíque viu meu peito, depois do almoço eu precisei ir pra casa já fazia dois dias que eu estava lá.

Duda chorou bastante e meu coração ficou apertado de deixar ela, não era pra me envolver tanto assim sei que é só trabalho, mas a ligação que criei com aquela bebê é mas forte que eu.

— Tu está trabalhando ou dando pra playboy no asfalto? — Rato me puxa até uma viela.

Tento não demostar medo, ele me joga contra a parede sinto uma falta de ar devido ao impacto, seu rosto ainda está todo machucado da última invasão da polícia.

— Eu trabalho como babá, meus horários são diferentes.— tento explicar.

Ele me solta, coloca a mão no peito tentando respirar, ele aponta a arma para minha cabeça e solta uma risada horrenda.

— Tu sabe o que pode acontecer se eu descobri que você anda dando pra outro cara, né? — Novamente ele usando minha família pra me manipular.

— Estou cansada, posso ir? — ele se afasta dando passagem.

Tô cansada real de viver sendo manipulada pelo Rato.

Vou em direção a minha casa e antes passo no mercado e compro algumas cervejas, depois vou até o barzinho do seu Cláudio e compro três espetinho e vou pra casa.

Tomo um banho demorado, toda vez que meu celular chegar uma notificação eu corro para olhar pensando que é o caíque para me falar sobre a Maria Eduarda.

Visto um short Jens e um top sento no meu sofá com minha cerveja e coloco um pagodinho e fico curtindo só, fecho os olhos na tentativa de tentar imaginar meu futuro longe do Rato, sonho com o dia me ver liberta dessa cara.

WhatsApp :

Malu: Oi, sei que é minha folga, mas queria saber como a Duda está? 🥹

Caíque : Você deveria está aproveitando Malu.

Malu : E estou, só queria saber da Duda, sei lá me deu uma vontade de perguntar.

Caíque : Sem neura tá?

Malu: Falaaa logo.

Caíque : Ela teve uma febre, trouxe no médico o Dr falou que podia ser emocional já que os exames estão normal e sem sintomas gripais.

Malu: Indo agora pra ir!

Caíque : Não precisa ela já está bem, vai aproveitar sua foga.

Malu: Chego em no máximo duas.

Caíque : Posso te buscar ao menos??

--------------

Eu sabia que tinha algo errado, pego minha mochila tranco minha porta e vou descendo a favela para minha supresa o Rato não estava no local.

Chego no condomínio do Caíque e vejo a vó a da Duda chegando de carro, a mulher tem preconceito no seu olhar, ela Abaixa o vidro do carro e me olha da cabeça ao pés.

Procuro minha chave dentro da mochila e abro a porta, vejo a menina agarrada no pescoço do pai enquanto ele tenta da mamadeira a ela.

— Que aconteceu com minha branquinha.. — falo manhosa com a garota que me dar os braços.

Eu pego ela em meus braços e logo a garota me agarra com força...

— Eu iria te buscar. — Ele fala e eu nego.

— Me dar a mamadeira dela, o médico passou remédio? — ele confirma.

Deito ela em meu braço que está bem irritada, pego sua mamadeira e ela começar a comer, como de costume coloca a mão por dentro do meu top e deixa a mãozinha lá parada, já virou hábito.

— Falei que isso iria causar problemas.— ela fala vendo a cena.

— Ela só é uma bebê, caíque.— falo vendo a garota já começar a dormir.

— Você não tem que vim correndo quando acontecer qualquer coisa, é sua folga, e pelo visto você está aproveitando. — ele me olha.

— Estava em casa, bebendo sozinha!

Espero a Duda embalar no sono e coloco ela em seu berço, volto para sala para buscar minha mochila e vejo ele arrumando um prato no balcão da cozinha, uma cerveja e dois copos.

Espero a Duda embalar no sono e coloco ela em seu berço, volto para sala para buscar minha mochila e vejo ele arrumando um prato no balcão da cozinha, uma cerveja  e dois copos

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— Vem, e não aceito não como resposta! — abro um sorriso.

— Irei só tomar um banho e já volto.— ele concorda.

Tomo um banho e visto um pijama soltinho, volto para cozinha e ela está bebendo já, o celular tocando um pagode baixinho.

— Obrigada por hoje, a Maria Eduarda já passou por muita coisa, a menina tem apensa um ano e sei que faz falta uma presença femina na sua vida.

— Você é um homem incrível, um pai maravilhoso, não se culpe tanto, não temos o controle de tudo na vida.— falo e ele agradece.

Bebemos algumas cervejas e conversamos um pouco sobre a vida dele, eu vejo no seu olhar o tanto que ele amou e ama a ex esposa dele.

Mi sinto um pouco tonta, vejo o cara na mimha frente repleto de tatuagens enquanto não disfarça e olha para o decote do meu pijama sem nenhum pudor.

Me levanto e fico encostada no balcão, seguro firme no local.

— Irei dormir.. —falo.

Ele se levanta apenas com uma bermuda de jogador da Nike preta,aí é pra fuder comigo, vejo um leve volume na sua roupa e volto a atenção para seu rosto.

— Você é uma preta linda, linda pra caralho, com todo respeito.. — ele fica parado na minha frente.

Colocar a mão no balcão e eu consigo sentir sua respiração, ele me olha inteira estou tentando me segurar para não passar do limite.

Acho que foi a bebida que me fez ter essa coragem, pego sua mão e vou levando até meu Seio direito e deposito em cima, ele me olha e já sinto sua mão apertar meu peito.

— Isso está sendo meu ponto fraco, Malu ! — ele afasta o tecido e tem acesso livre ao local.

— Caralhooooo... — Fala baixinho passando a ponta do dedo no bico do meu seio e depois apertando ele todo.

O telefone dele começar a tocar e logo em seguida escuto o barulho da Duda.

— Boa noite, irei olhar a Duda..— falo me afastando.

Ele passa a mão na cabeça e olha com raiva o celular.

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Acho que caíque tbm é um bebê kkkkkkk

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