Capítulo 31

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Eleanor

Quando o meu primo foi buscar Helena, eu achei melhor não estar aqui quando eles voltassem então, saí para beber um pouco e quando voltei para casa vi o carro do Marcelo e supus que eles já estão aqui... ela está aqui em algum desses quartos dormindo linda e provavelmente assustada com tudo o que aconteceu.

Cheguei e encontrei Sara na sala, a cumprimentei e perguntei por Helena, ela disse que ela está em um quarto que é colado ao meu e distante do quarto do Marcelo porque tem uns 3 quartos os separando. Sara me disse que Helena não jantou e foi dormir de estômago vazio, não acredito que o meu primo a deixou fazer isso, então eu mesma preparei um copo de leite morno e algumas bolachas e fui até o quarto, quando lá cheguei pensei que ela estivesse dormindo pois a luz está apagada, mas acabei batendo a porta um pouco baixo para o Marcelo não ouvir, eu poderia entrar assim mesmo, mas seria errado, além do mais as portas desses quartos só se abrem por dentro, bati mais uma vez e a luz foi acesa e a porta foi aberta e vi Helena, com muletas e usando um vestido muito sexy, com certeza vai ser mais difícil me afastar assim.

Eleanor: Olá, Helena. Eu posso entrar?__ela deu passagem para eu entrar e fechou a porta.

Helena: O que estás a fazer aqui?__perguntou seca, acho que ainda está irritada comigo.

Eleanor: Eu vivo aqui.__sorri, mas ela ainda está séria__Na verdade, vim trazer algo para você comer, soube que vieste dormir sem comer e para alguém que está tomando remédios isso é prejudicial, o que você acha que a tua mãe diria?__sim, apelei por isso e ela ficou mais séria, mas acabou recebendo a bandeja__Que bom.

Helena: Era só isso?

Eleanor: Não. Eu posso me sentar?

Helena: Claro, afinal a casa é tua.__disse tentando se sentar, como ela está com dificuldade fui ajudar ela e acabei sentando ao lado dela na cama.

Eleanor: Marcelo me contou tudo... como você está?

Helena: Me desculpa, mas eu não quero falar sobre isso.

Eleanor: Tudo bem.__olhei para ela que está com um arranhão no rosto__O que aconteceu aqui?__disse fazendo carinho perto do machucado__Foi o teu pai?

Helena: Sim, quando eu caí.

Eleanor: Queres dizer quando ele te empurrou, porque foi isso que ele fez e faz, te magoar.__ela baixou o rosto e vi-a chorar __Helena, olha pra mim.__ela virou para me olhar e que linda.

Está com os cabelos soltos que vão até o rosto dela e cobrindo parte do peito dela, tirei uma mecha e coloquei por trás da orelha dela e vi ela vermelha e vi melhor esse decote do vestido que está me enlouquecendo, tentei me levantar, mas ela me parou e colocou a minha mão de volta no rosto dela, acariciei, beijei e ela me olha tão delicada que eu achei melhor me afastar, mas de novo ela me parou, mas agora me beijando, colocou a mão dela na minha nuca e foi aprofundando o beijo que está se tornando mais intenso, eu não quero parar, mas o meu primo... não posso fazer isso de novo com ele, não posso.

Eleanor: Helena, não posso.

Helena: Não diz nada, só me beija. Por favor me beija.

Segurei a nuca dela e iniciei um beijo como se estivesse me segurando há muito tempo e eu estava, fui descendo os beijos até o pescoço dela que soltou um gemido e agarrou os meus ombros, puxei ela pela cintura e com cuidado coloquei ela no meu colo com as duas pernas em volta de mim, fui passando as mãos pelas coxas dela, pela barriga, pelo peito, a beijei ainda com a mão na alça do vestido e parei olhando para ela.

Eleanor : Eu posso?

Helena: Sim, por favor.__disse gemendo.

Baixei as alças olhando para os seios dela e que seios, brancos com os mamilos rosas e médios, por pouco não cabem nas minhas mãos, mas cabem então, ainda com a minha mão na cintura dela, seguro um e fui dando beijos molhados, mordidas e sugando forte, Helena geme baixo e está me enlouquecendo mais ainda, larguei a cintura dela e peguei o outro seio apertando-o, Helena puxa o meu rosto para olhá-la e tira o vestido ficando só com uma calcinha preta de renda, ainda com ela no meu colo, arrastei a calcinha para o lado e estou massajando o clitoris e sugando o outro seio, não satisfeita, coloco um dedo dentro dela e ela gemeu me olhando e eu não desviei, estou fazendo vai e vem lento olhando para ela e sem avisar coloco mais um dedo, Helena geme mais alto fazendo uma expressão facial que eu nunca vou esquecer, depois sorriu de lado... que safada, colocou a cabeça para trás segurando os meus ombros, estou colocando e tirando devagar até ela se acostumar e quando os meus dedos já estavam completamente encaixados, seguro ela pela cintura e estou colocando rápido, eu saia e entrava nela sem dó, com pressão, com desejo, com paixão, Helena geme mais alto e à medida que eu coloco nela, ela sobe e desce fazendo os seios dela balançarem e baterem no meu rosto e só me deu mais vontade e aumentei a pressão, quando percebi que ela ia gozar, parei e ela me olhou desentendida, segurei-a e a coloquei de costas contra a cama e subi encima dela ficando entre as pernas dela, não dei nem tempo e coloquei logo 3 dedos nela que segurou os meus ombros, arqueou as costas dando um grito, fui colocando rápido, ela está tão molhada que com certeza o prazer é maior que a dor que ela sentindo, segurei a cintura dela, ajoelhei-me ainda com os dedos dentro nela e caí de boca na buceta dela sugando o clitoris e colocando mais rápido, tão rápido que se ouve o som dos meus dedos saindo e entrando, Helena geme freneticamente, segura o meu cabelo com força e com as pernas tremendo, senti ela fechando as pernas e sua buceta apertando os meus dedos em sinal que irá gozar, tirei dois dedos e fui massajando o ponto G dela devagar ainda a chupando, Helena enroscou as pernas dela em volta a minha cabeça, arqueou-se mais e não demorou muito e gozou no meu dedo, saí de dentro dela e chupei-a sentindo o gosto dela durante um bom tempo, depois deitei ao lado dela que respira desregrada e ofegante, olhei para ela e ela para mim e ambas sorrimos, Helena envergonhada colocou a cabeça no meu peito e eu a minha mão na cintura dela e ficamos assim durante um tempo até ela cair no sono e depois eu... essa foi a melhor noite da minha vida.

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