📍 Londres, UK 🇬🇧
Benicio Fournier, narrando.
A alguns dias, meu filho completou um mês, e eu até hoje não pude conhece-ló.
Eu tentei a todo custo conversar com a Isis mas foi em vão, com duas semanas que o Léo nasceu, ela veio para Londres com ele.
E desde então, rejeita as minhas ligações e todas as tentativas de contato.
Então, eu tive uns dias de folgas, e aqui estou eu em Londres, e ela vai ter que conversar comigo, deixar eu ver meu filho, entrar em um acordo, algo vai ter que fazer.
Cheguei no condomínio da Isis, e ja fui barrado de cara.
Porque eles ligaram para casa dela, e obviamente, não sei se ela ou a mãe dela, negaram a minha entrada.
Aliás, disseram que a Isis e nem a mãe dela, estão em casa.
— Olha, senhor. — É inha mulher que está aí dentro e ela é menor de idade.- digo ao porteiro do prédio.
— Como eu informei, a empregada informou que nem a dona Isis e nem a dona Isabella, estão no momento. — O senhor, precisa voltar em outro momento. — Está atrapalhando o fluxo de carros do condomínio.
— Olha, eu sei que a Isis se encontra em casa tá ? - digo pra ele. — Eu vou retirar meu carro, mais pode interfonar novamente e dizer a Isis que eu só saio daqui depois que falar com ela. - digo firme.
— Eu já informei que não tem ninguém em casa.- ele diz.
Eu não vou discutir mais com esse cara, porque eu sei que a Ísis está em casa.
Se ele não vai, me deixar entrar de carro, eu vou estacionar meu carro aqui fora, e vou entrar a pé, nesse caralho.
Se a minha sogra não tivesse mudado pra esse condomínio, tudo séria mais fácil para mim.
Mais hoje eu só saio daqui depois de falar com a Isis, e ver meu filho.
O Léo já tem um mês, e não me deixaram ver ou registar o meu filho.
E a Isis ainda fez a palhaçada de registrar ele com o nome de Bernardo.
Para não arrumar confusão e realmente, não me deixarem entrar, eu retirei meu carro, dei a volta no quarteirão, e vim para a outra portaria, onde é a entrada de pedestre, me identifiquei como Enrico.
O namorado da Aurora, que eu já sei que está sendo a fiel escudeira da Ísis, e a minha entrada foi autorizada.
Caminhei até a casa da família Martinelli, toquei a campainha.
E não demorou muito, para a Aurora vir abri a porta, e o brilho dela sumiu assim que me viu.
— O que você quer, Benício? — Você não é bem-vindo aqui. - diz e vai fechando a porta.
— Eu tenho direito de ver meu filho, Aurora. —Anda, sai da minha frente. - digo empurrando a porta.
— Olha só, você perdeu esse direito quando colocou ela pra fora grávida de quase nove meses, sem ter pra onde ir. — a Isis me ligou desesperada, me pedindo para eu ir para Turquia ou avisar a tia Bella para ir, porque ela estava indo pro hospital sozinha, e ganhou ele sozinha.- grita. — Enquanto você estava comendo puta por aí ,ou melhor tirando ela da cama que vocês dormiam juntos pra comer outra, e fazer ela ouvir, até você expulsar ela de casa só com as roupas dela e dele. - continua gritando. — Se não fosse a Giovanna e o Benjamim, ela ficaria sei lá onde, até conseguir fazer os documentos do Léo e retornar aqui pra Londres. — Então, não, você não vai entrar. - grita.
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Legados.
أدب الهواةEm um universo onde os laços do amor são tão complexos quanto os laços de família, várias histórias se entrelaçam. Casais enfrentam romances intensos, desencontros dolorosos e traições inesperadas, enquanto brigas e separações testam seus limites. C...
