Capitulo 162.

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📍 Londres, UK 🇬🇧

Benicio Fournier, narrando.

A alguns dias, meu filho completou um mês, e eu até hoje não pude conhece-ló.

Eu tentei a todo custo conversar com a Isis mas foi em vão, com duas semanas que o Léo nasceu, ela veio para Londres com ele.

E desde então, rejeita as minhas ligações e todas as tentativas de contato.

Então, eu tive uns dias de folgas, e aqui estou eu em Londres, e ela vai ter que conversar comigo, deixar eu ver meu filho, entrar em um acordo, algo vai ter que fazer.

Cheguei no condomínio da Isis, e ja fui barrado de cara.

Porque eles ligaram para casa dela, e obviamente, não sei se ela ou a mãe dela, negaram a minha entrada.

Aliás, disseram que a Isis e nem a mãe dela, estão em casa.

— Olha, senhor. — É inha mulher que está aí dentro e ela é menor de idade.- digo ao porteiro do prédio.

— Como eu informei, a empregada informou que nem a dona Isis e nem a dona Isabella, estão no momento. — O senhor, precisa voltar em outro momento. — Está atrapalhando o fluxo de carros do condomínio.

— Olha, eu sei que a Isis se encontra em casa tá ? - digo pra ele. — Eu vou retirar meu carro, mais pode interfonar novamente e dizer a Isis que eu só saio daqui depois que falar com ela. - digo firme.

— Eu já informei que não tem ninguém em casa.- ele diz.

Eu não vou discutir mais com esse cara, porque eu sei que a Ísis está em casa.

Se ele não vai, me deixar entrar de carro, eu vou estacionar meu carro aqui fora, e vou entrar a pé, nesse caralho.

Se a minha sogra não tivesse mudado pra esse condomínio, tudo séria mais fácil para mim.

Mais hoje eu só saio daqui depois de falar com a Isis, e ver meu filho.

O Léo já tem um mês, e não me deixaram ver ou registar o meu filho.

E a Isis ainda fez a palhaçada de registrar ele com o nome de Bernardo.

Para não arrumar confusão e realmente, não me deixarem entrar, eu retirei meu carro, dei a volta no quarteirão, e vim para a outra portaria, onde é a entrada de pedestre, me identifiquei como Enrico.

O namorado da Aurora, que eu já sei que está sendo a fiel escudeira da Ísis, e a minha entrada foi autorizada.

Caminhei até a casa da família Martinelli, toquei a campainha.

E não demorou muito, para a Aurora vir abri a porta,  e o brilho dela sumiu assim que me viu.

— O que você quer, Benício? — Você não é bem-vindo aqui. - diz e vai fechando a porta.

— Eu tenho direito de ver meu filho, Aurora. —Anda, sai da minha frente. - digo empurrando a porta.

— Olha só,  você perdeu esse direito quando colocou ela pra fora grávida de quase nove meses, sem ter pra onde ir. — a Isis me ligou desesperada, me pedindo para eu ir para Turquia ou avisar a tia Bella para ir, porque ela estava indo pro hospital sozinha, e ganhou ele sozinha.- grita. — Enquanto você estava comendo puta por aí ,ou melhor tirando ela da cama que vocês dormiam juntos pra comer outra, e fazer ela ouvir,  até você expulsar ela de casa só com as roupas dela e dele. - continua gritando. —  Se não fosse a Giovanna e o Benjamim, ela ficaria sei lá onde, até conseguir fazer os documentos do Léo e retornar aqui pra Londres. — Então, não, você não vai entrar. - grita.

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