Mistérios, suspense e resoluções de crimes sempre foram áreas do interesse de Hailey e Luísa, o que uniu as duas, fazendo-as seguir seus sonhos juntas. Anos depois, após se tornarem investigadoras nos Estados Unidos, elas recebem uma grande oportuni...
Caro leitor, Estive passando por situações difíceis envolvendo a saúde da minha mãe. Ela descobriu um tumor na cabeça. Mas agora tudo está bem e ela irá se recuperar em breve. Essa foi a razão pela qual estive todos esses meses ausente. Tenho conhecimento de que essa história não tem leituras com frequência como a anterior. Mas ainda assim, gostaria de explicar brevemente o motivo do meu sumiço! Obrigado e tenha uma boa leitura!
Ops! Esta imagem não segue nossas diretrizes de conteúdo. Para continuar a publicação, tente removê-la ou carregar outra.
LEE TAEYONG
Tinha conhecimento de que a animação de Luísa não era uma das melhores no evento. No entanto, seu retorno do banheiro pareceu aumentar ainda mais sua tristeza. A forma como o reflexo dos casados dançando dentro dos olhos dela, fez com que desaparecesse o sorriso que ela trazia consigo antes de ir para o salão de festa. Me pergunto se viu alguma conhecida ou a fizeram rir no interior do banheiro. Estava claro que ela precisava se livrar de algumas dores do passado. E eu só queria vê-la bem novamente.
Nenhum passo seus pés foram capazes de dar, então caminhei lentamente até ela, sem que ela percebesse minha presença, porém, antes que eu chegasse, um garçom se aproximou com uma única taça de champanhe sobre a bandeja prata redonda e espelhada. Ele não só ofereceu, como falou algo bem próximo, uma distância bem fora do normal. Um garçom normal não agiria dessa forma. Ela pegou gentilmente, já virando o líquido em direção a boca, cheguei e tomei a taça de sua mão.
— Lee! — Sua indignação pareceu cômica por uma fração de segundos. Olhei para o lado e o garçom suspeito já havia se retirado. — Por que fez isso?
— Você não pode beber isso.
— Quem você pensa que é pra dizer o que eu devo ou não devo beber? Você quem quis vir comigo.
— Você não vai entender agora.
— Me devolva!
— Não.
Procurei a saída do salão, não tinha lixo à vista para derramar. Consegui ser mais rápido que ela e joguei a taça no primeiro arbusto que vi. Luísa surgiu logo atrás suspirando fundo, tão fundo que apesar do vento, deu para ouvir perfeitamente o som da sua fúria
— Lee, já chega! Por que tá fazendo isso comigo?
— Isso o quê? Cuidando de você?
— Atrapalhando minha diversão.
— Você não deve aceitar bebidas de estranhos.
— Estamos em um casamento! É normal..
— Normal um garçom chegar perto de você no momento em que você começa a chorar? Normal com apenas uma taça diferente das demais? Justo para você? Justo para alguém como nós?
Uma resposta estava prestes a surgir, porém, seus lábios fecharam-se ligeiramente, dando início a um silêncio longo. E nossa distância tornou tudo mais difícil.