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- E se eu te disse que queria ter um filho com você agora? - Perguntei, derrepente.

Achei que sua reação fosse engraçada de se ver, Imaginei sua cara de susto e suas palavras de nervoso, Mas ao contrário disso Arthur me olhou e sorriu, sorriu com todos seus dentes e Seus olhos brilharam algo que não compreendi de imediato

Por fim, ele gargalhou rouco, uma gargalhada gostosa de se ouvir. Eu poderia ouvi-lo rir o dia todo e ainda imploraria parar continuar.

- eu falaria que você está muito louca, mas que eu toparia porque e com você.

Sorri boba.

- Uau, teria um filho comigo agora?

- Sua besta - Arthur beijou minha testa e segurou meu rosto entre suas mãos olhando firme em meus olhos - você já vai ser mãe dos meus filhos algum dia, só estaríamos adiantando isso.

- Te amo. - Dei um selinho demorado em seus lábios.

- Te amo mais. - Me beijou de volta.

- Preparada para o dia de hoje? - me olhou esperando uma resposta.

- Sinceridade? - O olhei de volta.

Ele riu concordando com a cabeça.

- Sim Jadoca, Sinceridade.

- Mais ou menos, estou me preparando mentalmente para as piadinhas, Principalmente do...

- Nicolas - Ele concluiu.

- Sim, Nicolas!! - Até falar o nome da aberração me trazia arrepio.

Ok hoje será um dia e tanto.

....

- Vamos contar ate três antes, aí depois entramos.. - Parei frente a porta e respirei fundo

- Todos sabem sobre nós. - Arthur disse revirando os olhos.

- Não, mas e diferente agora, agora somos algo sério, namoro você e você me namora, tipo, até a palavra soa meio estranho pra mim ainda. - Tentei formas frases, mas estava tão nervosa que nada saia sem eu gaguejar ou formular uma palavra corretamente

Arthur coçou a cabeça me olhando de cima a baixo, e por um segundo achei que estivesse me julgando.

Talvez de fato ele estivesse me julgando.

- Para de ser maluca, vamos entrar logo e pronto. - Ele tocou a maçaneta, eu tentei o afastar mas ele foi mas rápido e por fim abriu.

Vazio.

A sala de entrada da casa da Alice simplesmente vazia, não havia ninguém por aqui e nenhum barulho, O que não fazia sentido já que todos falaram que estariam aqui, Que já estavam na verdade.

Arthur me olhou, Eu o olhei
Foi quando ele riu alto.

Franzi a testa, confusa.

- Estão tentando pregar um peça na gente. - Avisou-me.

Há então e isso, porra sim.

Revirei os olhos, mas minha boca curvou-se um sorriso.

- Filhos da puta.

Foi quando sem ao menos eu esperar eles aparecem do nosso lado estourando fogos rosas e azul, quase caí para trás se não fosse o Arthur que me segurasse, respirei fundo sentindo meu coração bater aceleradamente de conseguir parar, coloquei a mão no peito regulando a respiração.

Meu Melhor AmigoHistórias para pegar e não largar. Descubra agora