39. Playing Games |||

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Tokyo POV:

─ Desculpa não ter cuidado do Rio.

─ Não é trabalho teu. Sempre foi assim!

O Rio quando era pequeno, era confiante, criativo e um doce de pessoa. (Suspiro)

Ele sempre foi tão doce que chegou a ser vulnerável demais, e as pessoas abusam disso, o magoam. Daqui em diante o que vai restar dele, serão só mágoas.

─ Sinto muito, é complicado.

─ Eu não sou perfeita.

─ Tokyo. Tu mereces mais do que outra alma ferida.

─ Somos todos iguais. Mas ainda vale lutar por alguma coisas!

Para tudo! FOCO, atenção nos detalhes.

Mal acabo de falar, Deyve olha fixamente para mim. E eu o encaro de volta!

Ele toca-me no braço, a mão dele sobe até onde o Úmero, o Rádio e a Ulna se encontram. Exatamente nesse ponto fixo.

Ainda a olhar fixamente para mim, acaricia-me os cabelos, colocando-os por trás da orelha e fazendo assim com que o meu rosto fosse ao encontro do seu. Sem mais nem menos e sem mais demoras. Beija-me!

Beijo intenso, beijo com saudade, beijo que transmitia permanência. Que dizia que ali era o meu lugar e dele também. Que era aqui onde tínhamos que ficar!

Rio estava a dormir no sofá da sala, onde Eu e Deyve estávamos a passar aos beijos...

─ Shhhh! Ele está a dormir.

... até chegar ao meu quarto.

─ Eu já disse... não podemos fazer barulho.

Dito isso, coloco algo dentro da boca dele e começo a cavalgar. Ele só se contorce... Já eu!

Feliz ou Infelizmente, soltei um gemido tão alto que aposto que o Rio ouviu. Não só um, como vários. Continuei a cavalgar, sem me importar com as consequências. (Sou a Tokyo!!) A gemer, sem querer saber do depois até me vir e claro, ele também. Agarrados, totalmente suados... nos beijamos e abraçamos até chegar o sono.

[Ainda acho que nós não vamos dar certo Deyve] Penso.

Rebeldemente, Tokyo!Histórias para pegar e não largar. Descubra agora