62. Prazer, Artur

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Chamo-me Artur, sou jovem-adulto. Não sou propriamente namorado da Kairobi, é tudo encenação. Eu e ela sabemos que isso é um passatempo, nos satisfazemos e aproveitamos o bom que um e outro pode proporcionar.
Gostamos um do outro, e se estamos juntos é pelo carinho, afeto e consideração que construímos durante esse tempo todo. Eu sei que ela ama o Rio, e eu não me chateio com isso.

Devem estar a se perguntar como é que eu descobri isso...

Não precisei de muito e nem sequer precisei. As ações dela mostraram por si no dia que saímos para chupar gelado... Ela ficou muito tensa quando viu a Tokyo.

Como bom homem, perguntei o que se passava... como toda e qualquer típica mulher, respondeu dizendo: "nada!" mas se não fosse nada, o gelado não taria todo no chão...

Minutos depois, ela diz que não se sente bem e que quer ir pra casa.

Eu acho que ela e o Rio devem conversar, acertar as coisas. Mesmo que não voltem, mas tipo... acertar de vez. Chegar a um acordo!
Acho que é o mais certo.

Rebeldemente, Tokyo!Histórias para pegar e não largar. Descubra agora