Amados, como está o domingo de vocês? Confesso que o meu está quente demais da conta! Nem com o ventilador estou conseguindo dar conta de tanto calor, minha gente. E mesmo com esse ventilador na cara e o note me esquentando, consegui fazer mais um capitulo de PDN! Ficou curtinho mas espero que gostem do fundo do meu coração! ♥♥♥♥♥
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Katherine
Acordar em um quarto que não fosse o seu, proporcionava uma sensação bem chata. Você começa a lembrar de como foi a sua noite passada, os motivos de terem lhe levado a dormir em uma cama que não fosse a sua e por ai vai.
Mas estranhamente, estava sentindo-me muito bem, apesar dos pesares. Quando abri os olhos e me deparei com uma figura bem maior que eu de frente para mim, tomando um susto daqueles, acabei caindo e indo direto para o chão.
E okay, meu bumbum estava um pouco dolorido devido ao tombo. Com movimentos silenciosos e imitando uma espiã em missão, aproximei da cama para ver melhor quem era o meu acompanhante. E quem era? Enzo! Eu tinha dormido tão bem que a noite passada não me trouxera nenhum vestígio de lembranças logo que acordei. Com um suspiro de alivio, vi que ele dormia tranquilamente. E dormia feito uma pedra, o que eu agradeci mentalmente! Olhando-o assim, dava uma vontade de ficar babando naquele deus grego perfeito dormindo, sem falar nenhuma besteira ou me olhando com tamanha intensidade até deixar minha calcinha molhada e meu coração disparando loucamente. E vejamos, flashes da noite passada iam e vinham feito um filme com a velocidade mudada para a 16x. Calma ai meu cérebro, eu acordei agora, vamos por partes.
Natal especial com o meu pai na Trafalgar? Okay. Lembrado.
Chorando feito uma adolescente apaixonada no ombro de papai ? Okay Kath, vamos pular essa parte.
Um 25 de Dezembro quase perfeito, se não fosse o Enzo ter te usado, ter te manipulado e depois ter te jogado fora como um brinquedo?
Okay. Admito que essa parte doeu. E muito. Alguns me diziam que o tempo iria ajudar a curar essas cicatrizes, mas até hoje, eu ainda sentia-me indefesa e magoada. Na verdade, agora eu estava me sentindo muito puta da vida por ter sido enrolada mais uma vez por aquele cretino, cafajeste, safado, gostoso, delicioso e com um volume meio que exagerado se formando e..
Ah, meninas. Eu preciso sair desse quarto ou irei cometer um estupro que não desejo! Não desejo mesmo. Pode ser que a minha amiga ali de baixo queira algo, mas não! Sejamos fortes!
Constatei que estava usando toda a minha roupa e só faltava calçar as botas. Só tinha um detalhe, eu estava sem dinheiro e sem o meu Shelby. Mas isso não importava agora, eu só precisava sair do quarto. E agora!
Quando me dei conta, eu já estava no corredor e respirando com uma certa dificuldade. Eu odiava quando isso acontecia. Fechei os olhos e comecei a pensar nos cantos dos anjos, nos gogoboys maravilhosos que dançavam para mim enquanto eu enchia suas cuecas de dinheiro e dava uma apertadinha rápida em suas coxas malhadas. Respirando fundo, tomei coragem para descer as escadas e conseguir ligar para o meu pai. Minha sorte era que Yasmin já estava em sua enorme mesa tomando seu café.
— Minha querida Katherine! Bom dia! Dormiu bem?
Se vocês pudessem ver os olhos carregados de malícia e a sua cara de que "Ah, eu sei o que vocês fizeram na noite passada!" da mãe do Enzo, vocês ficariam vermelhas como pimenta! Eu não cheguei a ficar tão vermelha assim, mas corri os olhos pela casa a procura de uma salvação.
— Bom dia, Yasmin! Será que posso usar o seu telefone? Estou sem o meu carro e pensei que..
— Nem pense, Katherine! Faço questão de mandar meu motorista leva-la.
— Mas não precisava, e — Fui congelada pelo seu olhar de maluca me obrigando a aceitar sua ordem caso contrário, ela poderia me colocar em seu colo e me encher de palmadas. Como eu conhecia o perfil de Yasmin, não era de bom grado contrariá-la. Assentindo com a cabeça, Yasmin não demorou para chamar seu funcionário e que logo aceitei sua carona, dispensando o café da manhã interrogatório da mãe de Enzo. Eu não queria dar mais brechas para ela. Yasmin era como uma mãe para mim e se ela visse a confusão em que eu me encontrava desde a adolescência, com certeza me trancaria em seu quarto para poder desabafar por horas e horas até ela ter certeza de que eu estava bem.
Que ironia, anos e anos e desde então, graças aquela data cretina, eu não conseguia ficar bem.
Mas por agora, o que eu só desejava era poder chegar logo em casa, tomar um banho e colocar as ideias no lugar. Depois, focar no trabalho e mais trabalho!
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Enzo
Sabe, quando você dorme com uma gostosa ao lado mas não pode realizar suas fantasias, seu cérebro te trai e você começa a sonhar. Mas não um sonho comum não, meus caros. Mas um sonho daqueles de fazer você gozar dormindo. E porra, meu sonho estava perfeito! Eu tinha os delicados e perfeitos seios de Katherine em minhas mãos enquanto meu amigo brincava de roçar em seu íntimo, torturando-a. Queria que ela sentisse o quanto me deixava duro só de vê-la tão entregue a mim. Me deleito com os seus loucos gemidos enquanto minha língua brinca com o bico de seu seio, sugando-o com lentidão e mordendo-o de leve. Eu precisava possuir aquela mulher, tê-la só para mim! Com a boca, fui percorrendo sua barriga, deixando minha língua brincar com a sua pele, com o seu desejo. Descendo mais, comecei a tirar a sua calcinha com os dentes e quando finalmente tirei minha cueca jogando-a para bem longe, penetrei-a de uma vez. Eu estava enlouquecido. Precisava dela. Precisava sentir seu íntimo pressionar o meu pau, mostrando o seu desespero por mim. O mesmo desespero que eu tinha por ela. Foder Katherine estava começando a me torturar e o meu amigo pedia por mais. Com mais pressa, eu queria alcançar o meu êxtase. Não sabia se ela estava chegando perto assim como meu, mas eu estava louco!
Tão logo acordei com minha mãe jogando um balde de água fria em mim e com a sua fala rápida. Porra, ela estava me xingando? Cara, eu estava dormindo! Não tinha feito nada de errado. Eu era apenas um homem dormindo feito o gatinho do Shrek com a sua musa ao lado.
— KATHERINE SAIU DAQUI FEITO UMA LOUCA E BLÁ BLÁ BLÁ BLÁ — Não era preciso dizer mais nada né? Seu blá blá blá estava me deixando doido e eu não conseguia entender mais nada do que ela me dizia. Que mãe acorda seu filho daquele jeito? Sai da cama e ignorando o seu discurso cheio de palavras sem nexo e ditas em uma velocidade de um Fórmula 1, eu corri para o banheiro. Minha mãe estava louca e eu senti que ela estava prestes a me matar! Caralho, eu estava fodido! E eu deveria ter desconfiado de que Kath escaparia de meus braços na primeira na oportunidade do dia, como se ela fosse o diabo e eu a cruz.
Eu não a culpava, não tinha o direito.
— Enzo Miller Schneider! — Quando sua mãe te chama pelo nome completo, ah meu irmão, você já pode começar a rezar. — Eu te quero naquela empresa hoje! SEM FALTA!
Opa. Como é que é? Ela queria que eu fosse para a empresa logo depois do Natal? Ah, é. Esqueci que meu pai e seu amigo eram famintos por trabalho. Lógico que não teriam folga. Senti uma espécie de dor de barriga se formando. Caralho de novo. Agora já não bastasse ter uma mãe no seu pé, ser acordado por um banho frio na cama e pra piorar, eu estava bem nervoso. E cara, quando eu ficava MUITO nervoso, meu estômago se contorcia por inteiro. Saber que eu veria Katherine novamente era como uma bomba de ansiedade e adrenalina juntas.
Ah, mulheres. Podem parecer frágeis mas quando querem, sabem nos deixar morrendo de medo. Com certeza, o Chapolin não ia poder me salvar agora. Porra, Enzo. Você está bem encrencado.
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Prazeres da Noite
Romance♥ Conteúdo Adulto - Não recomendado para menores de 18 anos ♥ Katherine Morgan Blake é uma caçadora nata e todas as noites sai em busca de prazeres em certos bares nada convencionais. De patinho feio para uma grande mulher, ela torna-se imbatível no...
