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THURZIN POV

Nos sentamos e nossos pais continuaram conversando sobre a gente como se nós não estivéssemos aqui e nos excluindo totalmente da conversa.

E eu só olhava para Bibi, que estava sentada do meu lado, e fazia careta enquanto minha mãe falava sobre minhas brigas com meu irmão quando eu era menor, não vendo nenhum sentindo em ela falar sobre isso.

— Come rápido e vamos subir — sussurro pra ela, que balança a cabeça em confirmação.

— Já vou indo — meu irmão diz, se despedindo da gente.

Não faço ideia pra onde que ele tá indo, mas se ele disse que tá indo ele tá indo né.

— A gente vai lá pro meu quarto tá? — falo segurando na mão de Bibi e nossos pais nos olham.

O pai dela fica me encarando e meu coração dispara, aperto a mão de Bianca mas tudo que ela faz é dar um riso nasal.

— Qualquer coisa é só ir lá, a porta vai tá aberta — completo minha fala antes de alguém nos fazer passar essa vergonha.

— Tá bom — a mãe da Bibi diz e nós saímos.

— Cê ainda tem medo dele? — ela pergunta rindo quando nós afastamos dos adultos.

— Mas é óbvio? — pergunto indignado — Tem como não ter? — falo e dou risada.

— Oi bebê — ela diz me ignorando e indo até a cachorra.

A cachorra estranha um pouco, mas não demora muito pra começar a pular na Bianca.

E essa foi a deixa para minhas cachorras roubarem minha namorada.

Bibi passou mais de uma hora brincando com elas enquanto eu só olhava e reclama nos storys do insta sobre a falta de atenção.

Aproveitei pra reclamar da meliante no Twitter também, já que por culpa dela eu me viciei em postar coisa lá.

"Gado demais daqui a pouco vou ter que me comunicar com você na base dos muuuuu" Ubita diz, respondendo meus storys no Instagram e eu gargalho.

"Falou o gado master da Voltan" respondo, fechando o aplicativo e me levantando da cama para ir até Bibi, que tava no chão junto com as cachorras.

— Eu imploro por atenção — peço tentando fazer uma cara fofa e estendo minha mão, a ajudando a levantar.

— Ownt — ela diz e vem até mim, apertando minhas bochechas — To aqui bebê — ela fala me dando um selinho.

— Me dá um beijo de verdade — peço fazendo bico, fingindo estar emburrado e escutando a menina rir.

Ela segura meu rosto e junta nossos lábios, iniciando um beijo. Logo seguro sua cintura, apertando a merda e puxando ela para perto de mim, colando o máximo possível nossos corpos.

Ficamos assim por longos e longos minutos, nos separando de vez em quando apenas para respirar.

Termino o beijo com selinhos, a abraçando e afundando minha cabeça em seu pescoço, onde começo a dar um beijinhos, vejo ela se arrepiar e dou uma risada fraca, continuando.

— Isso da agonia — ela sussurra no meu ouvido por causa do abraço e eu arqueio a sobrancelha.

— Sei — falo bem baixinho e continuo fazendo até ela se afastar, me dando outro selinho e saindo do abraço.

— Filmezin igual sempre? — ela pergunta se sentando quase deitada na minha cama.

— Desde que não seja o retardado daquele pica pau de novo — falo dando de ombros.

Vou até o seu lado e a puxo para um abraço, pego meu celular e coloco na Netflix, apertando em qualquer filme já que eu tenho certeza que ela dorme antes da metade.

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hj eu precisei ligar 16 vezes pra minha amg pq ela dormiu na aula e deixou a câmera e o microfone ligados

qual pior e melhor (ou menos pior) matéria da escola?

| física horrível ódio rancor merda e matemática bebê precioso mas acho q minha preferia é inglês q eu não preciso pensar muito

A nova contratada| Loud Thurzin Onde histórias criam vida. Descubra agora