Amélia Jones nunca teve uma vida fácil, mais quando descobre que tem uma doença sem cura e poucos meses de vida ela surta. Tomada pelo surto e pelo choque, ela decide jogar tudo pro ar e ir viver tudo que ela nunca viveu em toda a sua vida nos últim...
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Ele me beija suavemente, fazendo meu coração acelerar. Eu sinto uma mistura de curiosidade e desejo, querendo saber mais sobre ele, mas também acabo me entregando ao seu toque esquecendo do que realmente estava fazendo.
- O mistério aumenta o desejo - sussurra em meu ouvido para depois aproximar do meu pescoço - Seu cheiro é tão bom - ele geme contra meu pescoço - Sua pele é tão macia - ele diz suspirando para depois depositar beijos em meu pescoço, intercalando entre lambidas e mordidinhas.
- Você está me provocando - murmuro suspirando - Pare de me torturar - digo fazendo ele arrastar sua boca até meu ouvido.
- Eu não posso - sussurra - Eu desejo você, e quero que sinta o que me fez sentir durante esse tempo todo que esteve longe de mim - ele inala meu cheiro, me provocando.
Ele estava tão próximo a mim que podia senti-lo. Sua protuberância empurrava contra o tecido, era enorme, e eu só podia imaginar como seria quando estivesse dentro de mim.
Suas mãos não deixam meu corpo, ao contrário, pareciam explorar cada parte. Ele começa a tirar meu vestido enquanto me provoca, meus seios saltam, sem nenhum sutiã, livres para ele.
Ele também tira sua roupa, mas mantém sua cueca boxer com sua ereção empurrando para fora, como uma tenda.
Agora entendia o porquê de dizerem barraca armada.
Estava apenas de calcinha em sua frente, mas era como se ela tivesse se tornado uma segunda pele em mim.
- Thomas, por favor - suplico.
Ele me joga contra a cama e sobe sobre mim. Ele continua me torturando, mas desliza para baixo de mim até sua boca ficar de encontro com minha lingerie, com minha boceta.
- Você não vai precisar mais disso - simplesmente diz isso antes de rasgar a peça de renda e a transformar em retalhos.
Sem demora ele abocanha meu clitóris me fazendo gemer sem parar. Sinto sua língua chicotear com força, intercalando entre sugar, lamber e... morder.
Ele coloca uma de minhas pernas em um ombro, agarrando minha bunda, me puxando ainda mais perto para sua boca.
Eu não conseguia respirar...
Cruzo minhas pernas em torno de seu pescoço querendo o fundir a mim, querendo que aquela sensação nunca fosse embora.
- Oh, Thomas - reviro os olhos devido a tanto prazer.
Eu não me importava se o estava sufocando, ainda mais com sua máscara, eu apenas pensava em uma coisa, no orgasmo avassalador que ele iria me dar.