Amélia Jones nunca teve uma vida fácil, mais quando descobre que tem uma doença sem cura e poucos meses de vida ela surta. Tomada pelo surto e pelo choque, ela decide jogar tudo pro ar e ir viver tudo que ela nunca viveu em toda a sua vida nos últim...
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- Está prestando atenção Senhorita Jones - meu chefe me pergunta de modo arrogante.
Apenas assinto.
- Como eu ia dizendo, as vendas do último semestre aumentaram em longa escala, e vamos precisar de mais material e também o transporte para ela - diz aos irmãos Ashdil que o escuta atentamente enquanto toma seus drinks.
- Eu posso... - peço permissão e prossigo - Com os dados do semestre anterior podemos prever que as vendas possam aumentar mais que a anterior, isso nos proporciona uma chance de expandirmos nossos horizontes.
- Como pode ter tanta certeza querida? - a mão de dar carinho pergunta.
- Os dados não mentem, e se colocarmos uma boa jogada de marketing na jogada podemos até multiplicarmos esses números se formos otimistas. Ambos os lados saíram ganhando - falo tento a atenção de todos em mim.
- Uma ideia muito ambiciosa Senhorita Jones - escuto Gael murmurar.
Gael era o irmão do meio dos irmãos Ashdil. Na minha opinião ele era o mais suportável entre seus irmãos.
Eles eram em 3 irmãos. Edgar o mais velho, Gael o do meio e a mão de carinho a mais nova, mais conhecida como Bianca
- Mais precisamos analisar melhor - diz o irmão mais velho.
- Claro - meu chefe murmura e se levanta. Faço o mesmo que ele - Analisem e me deem uma resposta - se vira pra mim - Vamos.
Apenas assinto e sigo atrás dele.
Passo pelo maître e espero meu chefe pagar a conta do almoço, logo estávamos dentro do carro em direção a empresa.
O dia passou correndo depois do almoço, acho que porque eu estava atolada de tanto trabalho. Escuto a secretária eletrônica tocar tirando a minha atenção dos papeis.
- Walker's Company, boa tarde. Como posso ajudar? - pergunto de modo profissional.
- Na minha Sala, agora! - diz e desliga.
Coloco o Telefone de volta no gancho, pego meu caderno de anotações e uma caneta e ando em direção a sua sala.
Bato na porta e escuto um "entre".
Ele estava atrás da sua mesa como se fosse o dono do mundo.
- Sente-se.
Manda logo que eu entro.
- Preciso que organize um baile para comemorar a nova coleção e as vendas - diz dando um gole no seu uísque.
- O senhor tem alguma ideia em mente? - pergunto, mas ele me corta rudemente.
- Você está aqui pra isso. Agora vá, você tem até amanhã pra me apresentar algumas ideias. O baile será daqui a 2 meses - assinto e saio da sua sala.