Amélia Jones nunca teve uma vida fácil, mais quando descobre que tem uma doença sem cura e poucos meses de vida ela surta. Tomada pelo surto e pelo choque, ela decide jogar tudo pro ar e ir viver tudo que ela nunca viveu em toda a sua vida nos últim...
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Incrível!
Esse é o Único pensamento que tenho enquanto somos guiadas por um dos membros da tripulação.
Se de fora eu achava o navio enorme, agora de dentro eu não sabia como descrever.
Como cabia tantos pontos de atração nele além da hospedagem dos passageiros e da tripulação? Era um mistério. A pessoa que pensou na arquitetura e engenharia do navio realmente teve que brincar com Legos, porque nenhum espaço poderia ser desperdiçado e nenhuma peça poderia ficar de fora.
O homem nos guia nos mostrando cada uma das acomodações do navio. Entre elas estavam o casino, o parque aquático imenso com vários tobogãs de tirar o fôlego de grande, SPA, teatro e por aí vai.
Por mais que ele nos fizesse um tour, eu com a minha memória de Dori não lembraria de nada, me refiro a não achar os lugares e me perder nos corredores. Mas com certeza a companhia dona do navio sabendo que existiam Doris por aí, deu ordens a ele de entregar um panfleto com tudo que ele já tinha falado impresso com uma planta do navio para nos guiar melhor.
Essa planta mostrava tudo, até as áreas que não eram permitidas a entrada de passageiros. Lendo algumas linhas, vi que algumas áreas eram restritas às pessoas que não tinham pagado muito caro e também em certas atividades.
— Não é incrível esse lugar — Greta fala animada.
Estávamos sendo agora guiadas para nossa cabine.
E por mencionar isso, pensei que Greta não poderia embaraçar comigo quando fui fazer o check in, mas nada como dinheiro para que eles mexesse os pauzinhos e sua entrada fosse liberada.
— É espetacular...
— Por aqui senhoras.
Paramos em frente a uma porta.
— Esses são os cartões de acesso das senhoras à cabine. Logo estragaram as suas bagagens. Alguma pergunta? — questiona simpático nos entregando os cartões.
— Quando o navio irá partir? — pergunto.
Ele olha o relógio em seu pulso.
— Daqui mais ou menos meia hora, senhora — avisa por fim — O mordomo chegará logo após que as bagagens chegarem, assim terão algum tempo para se acomodarem. Ele explicará tudo sobre a cabine e como algumas coisas funcionam, mas caso queiram alguma coisa é só interfonar.
Nos despedimos dele e entramos.
— Uau — Grata fala enquanto olhava tudo ao redor maravilhada.
Não posso falar nada, porque estava como ela.
A cabine parecia como um apartamento. Eu já sabia que era grande, mas não sabia a dimensão que era.
— Olha essas janelas — se aproxima das janelas paronamicas que vinha do teto até o chão — Imagina ver o pôr do sol daqui? Serua incrível.