Amélia Jones nunca teve uma vida fácil, mais quando descobre que tem uma doença sem cura e poucos meses de vida ela surta. Tomada pelo surto e pelo choque, ela decide jogar tudo pro ar e ir viver tudo que ela nunca viveu em toda a sua vida nos últim...
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- Permissão para te dar uns amassos? - pergunta como se não tivesse me beijado a segundos atrás, deixando minhas pernas bambas, a ponto de agarrá-lo como um bote salva-vidas para não afundar.
- Como se você não estivesse me tocado antes, Chris. - zombo, revirando os olhos.
- Eai, eu estou apenas te ajudando a boiar. Deus me livre eu te deixar afogar, Greta me mataria. - fala me fazendo rir do seu comentário. Mas em certa parte ele estava certo.
Caímos em um silêncio, onde nossos olhares diziam o que queríamos dizer. Eu não prolonguei mais, não vou me negar orgasmos por causa de orgulho. Tenho os dias contados, mas não quero ter orgasmos contados. Isso com certeza pode ser ilimitado, que nem meus dedos possam contar.
E por favor não pensem que eu sou uma vadia. Eu era virgem há poucos meses, e mesmo se eu fosse, qual o problema? Homens fazem isso o tempo todo e tem sido vangloriados, mas como sou mulher, sou vista como uma vadia. Então, um brinde às vadias que colecionam orgasmos e xingamentos por agirem sem se importar com a opinião alheia. Porque se elas fossem homens, um troféu de garanhão estaria sendo entregue.
Agora que eu experimentei os prazeres da vida, não há nada que me pare mais.
Um leve roçar de lábios, um toque suave ali. Isso é o bastante para o desejo em nós acender.
- Permissão concedida - sussurro contra seus lábios, que logo é tomado pelos seus.
Sua língua afunda dentro da minha boca em um beijo profundo. A mão dele invadia meus cabelos me inclinando mais para ele, enquanto a outra repousava contra meu quadril, me forçando contra ele. Eu podia sentir seu pau duro entre nós como uma rocha, um lembrete do que poderia acontecer.
Eu não sabia como nossos corpos boiavam em meio aquele mar com o desejo que sentíamos um pelo outro, mas com certeza era a gravidade nos ajudando.
- É melhor pararmos, não sei se serei capaz de parar depois - dizendo isso ele dá um último beijo e se afasta quebrando qualquer contato que temos.
- Agora que você começou, você termina, Grandão - enlaço meus braços em seu pescoço - Você me deve. - puxando seu rosto pra mim, o beijo.
Isso foi o suficiente para ele, um gatilho. Com uma força sobre-humana, ele me coloca sentada no deck traseiro do iate e sobe e fica sobre mim.
- Se alguém nos ver aqui? - me preocupo. Estávamos a mar aberto.
- Eu mato, eu mato com as minhas próprias mãos. Mas se você se sentir mais confortável em ficar com a blusa, tudo bem. Eu não quero ser mandado pra cadeia por quebrar a cara de um filho da puta que olhava a oitava maravilha do mundo em meus braços. Mas só se você quiser - me lembra - eu me viro bem na luta, então... - dá de ombros - tanto faz pra mim. - Seus olhos se movem por todo meu corpo como se tivesse me examinando - É, valeria quebrar a cara de alguém. Você é a oitava maravilha do mundo, mas é a mais linda de todas elas. Merecendo o primeiro lugar - de tudo que ele falou, só consigo focar nisso.