Amélia Jones nunca teve uma vida fácil, mais quando descobre que tem uma doença sem cura e poucos meses de vida ela surta. Tomada pelo surto e pelo choque, ela decide jogar tudo pro ar e ir viver tudo que ela nunca viveu em toda a sua vida nos últim...
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Não sei como vão ser os dias com ele naquela ilha. No começo estava receosa, depois fiquei tranquila pensando em mil e um jeitos de como era passar uma semana em uma ilha particular só com ele. Mas me sentia inquieta, Christopher sabe ser bem insistente quando quer, acho que é uma qualidade dele, quando não está perseguindo alguém. Sinto que não conseguirei me manter firme diante dos meus próprios termos.
O sexo com ele ia de intenso, selvagem, a doce e suave, as carícias eram a melhor parte e as... palmadas. Uau, como pode ter prazer na dor? Ele me fez uma sadomasoquista. Uma ninfomaníaca.
Ele me tornou uma viciada em sexo...
Depois da rodada de sexo no deck, outra aconteceu durante o banho. Mas tarde ele realmente me alimentou, mas acabou que rolou algo mais, como a sobremesa servida em meu corpo.
Acabamos fazendo tudo de novo, só que melhor. Nós nos lambuzamos todos.
Ele sabe como usar aquela boca, como chupar e lamber, mas principalmente como limpar com ela. No fim, eu estava toda pegajosa de nossos fluidos, mas com um sorriso satisfeito no rosto.
— Eu acho que preciso de outro banho, você acabou comigo — rio me levantando e sentando na bancada — Fizemos uma bela bagunça — comento.
— Nem tanto assim — ele ri vestindo sua boxer — levanta os braços — faço o que ele manda e ele me vesti com a blusa dele — Quero te mostrar uma coisa — estendo os braços para ele — Quer que eu te carregue? — apenas faço beiço e mexo os dedos o chamando pra mim.
— Você é que quer me mostrar alguma coisa — pontuo, dando de ombros em um sorriso apertado.
— Folgada — ele me pega nos braços, me fazendo circular minhas pernas em seu quadril — Desse jeito vai ficar mal acostumada.
— Assim você enjoa de mim rápido e eu ganho uma coleção nova de joias pra me consolar — ele ri — É sério. Tomara que seu secretário saiba escolher joias como eu — falo rindo e fazendo ele gargalhar — Droga, você cheira tão bem. Eu poderia ficar aqui pra sempre, mas é injusto. — falo inclinando e o cheirando.
Tenho a leve sensação que ele está andando devagar e em círculos só pra me ter nos braços mais tempo.
— O quê? — pergunta enquanto me prende mais em seus braços.
— Você cheira bem até depois do sexo. Se bobear melhor ainda, e eu pareço a um gambá — resmungo.
— Não seja boba, seu cheiro é maravilhoso, você é maravilhosa — ele se inclina e me inala — Hum, gostosa, deliciosa.
— Para! Faz cosquinhas... Sua barba faz cosquinhas! — digo rindo por causa da fricção de sua barba.
— Cosquinha? — um sorriso lentamente se abre em seu rosto.
— Não, você não ousaria. Christopher! — ele esfrega sua barba por fazer em mim, me fazendo sentir cosquinhas e arrepios — Para, para! — peço quase morrendo de rir.