Amélia Jones nunca teve uma vida fácil, mais quando descobre que tem uma doença sem cura e poucos meses de vida ela surta. Tomada pelo surto e pelo choque, ela decide jogar tudo pro ar e ir viver tudo que ela nunca viveu em toda a sua vida nos últim...
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O motorista estaciona em frente ao palácio do tal Sheik. Antes de sairmos colocamos nossas máscaras omitindo nossa identidade, afinal era um baile de máscaras.
Escorregamos para fora da limousine luxuosa e caminhamos em direção a entrada. William caminhava no nosso meio apoiando suas mãos em nossas costas.
Enquanto caminhávamos em direção a entrada, eu admirava a construção do palácio. Sua decoração o deixa imponente, demonstrando o quão poderoso o sheik era.
A entrada estava lotada de seguranças e em volta tinha inúmeros carros indo e vindo trazendo convidados. Parece que não eram só os tripulantes do Cativa Acirre que iam participar.
— Se comportem — inclino para frente e olho pra Greta — principalmente você.
— Quando eu não me comportei? — pergunta fazendo cara de inocente.
— Acho que a pergunta é, quando você se comporta? — Willian fala levando seu braço envolta do ombro dela e a puxa pra perto — brincadeira, você sabe que amo isso em você.
— Ann... isso foi bem confuso. Peraí, eu me comporto ou não?
Antes que ele fosse questionado ainda mais, chegamos à entrada e fomos parados pela recepcionista.
— Nomes, por favor — dizemos nossos nomes. Ela digita em seu tablet e depois parece conferir na lista — Sr. Parker, Srtas. Smith e Jones, eu vou ter que pedir que vocês me entreguem seus celulares ou qualquer outro dispositivo que tire fotos. Os aparelhos são proibidos no evento, vocês podem retirá-los na saída onde ficarão guardados em segurança. Por favor, respeitem as regras, são para privacidade e segurança de todos. Caso descubram medidas extremas serão tomadas — ela avisa, com um olhar firme — Aproveitem o baile. Obrigado pela compreensão — diz e gesticula para uma pessoa nos levar para o local onde a festa acontece — Ela irá levar vocês.
Mas antes dela nos levar em direção a festa somos levados a área do vestiário, ou como preferirem guarda-volumes. Deixamos nossos celulares e casacos por ali.
— Muito prazer em conhecê-los, por aqui — enquanto caminhamos ela vai nos falando das apresentações que irá ter — A dança do ventre é uma das danças favoritas do sheik, sendo assim ela será uma das atrações que irá acontecer. Tenho certeza que iram gostar, as dançarinas têm cinturas vivas — fala brincando.
Chegamos em frente a uma porta dupla, onde podíamos ouvir o barulho vindo de dentro. Dois homens, seguranças, guardam a porta.
— Boa festa — ela se despede de nós e os dois homens abrem a porta para nos, mantendo aberta para que possamos passar.
— Obrigado — dizemos em coro.
Entramos no salão, onde uma música animada tocada pela orquestra e várias pessoas conversam e dançam. A atmosfera era de pura diversão e descontração. Era como se tivéssemos entrado em um conto de fadas.