Amélia Jones nunca teve uma vida fácil, mais quando descobre que tem uma doença sem cura e poucos meses de vida ela surta. Tomada pelo surto e pelo choque, ela decide jogar tudo pro ar e ir viver tudo que ela nunca viveu em toda a sua vida nos últim...
Pessoal curtam e comentem para eu saber que vocês estão gostando!!!
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Seu corpo mostra como ela precisa de mim, mas o seu rosto mostra tudo o que eu preciso saber. Ela não se arrependeria no dia seguinte, não fugiria de mim, não porque estávamos em uma ilha, mas porque ela escolheria ficar.
Ela choraminga em meus braços, com a sua boca procurando a minha. Eu não resisto mais, a beijo com fervor, ganhando um gemido dela.
A pressiono contra a parede, a agarrando com força. Ela sente minha ereção, ofegando em resposta. Seus olhos não mentem, ela está surpresa. Depois de quatro dias sem poder-lá ter, eu a teria, e não seria gentil.
— Você fez isso comigo, e eu vou fazer você pagar — ela suspira — Mas assim não conseguiremos chegar ao quarto. — Com isso ela corre de mim, indo em direção ao seu quarto.
Nesta noite passaria, mas nos outros dias ela dormiria comigo, aonde ela pertence, na minha cama.
A encontro deitada no meio da cama, vestida apenas com uma lingerie roxa.
Minha nova cor favorita...
— Deliciosa... — murmuro me aproximando dela — Lembra dos nossos combinados?
— Sim, senhor — diz mordendo os lábios.
— Ótimo. Venha até aqui. Sente-se sobre os joelhos e coloque as mãos sobre as coxas. Isso, boa garota. — tiro minha roupa, ficando nu em sua frente — Está vendo como você me deixa, Amélia? — ela apenas assente. — Palavras!
— Sim, senhor — responde, com a voz rouca apenas olhando para frente, para o meu pau.
Meu pau aponta em sua direção, com a cabeça irritada, com uma gota de pré-sêmen vazando. O acaricio, a vendo acompanhar cada movimento, mordendo os lábios pelo ato.
— Quer me chupar, Amélia? — agarro seu queixo, o pressiona com os dedos, a fazendo me encarar.
— Eu não sei fazer isso, senhor.
— Não se preocupe, querida, eu vou te ensinar tudo o que você precisa saber. — coloco minha mão sobre a sua e a guio, ensino como deve me dar prazer. — Hm... isso querida. Agora abra a pouca. Um pouco mais. Experimente, mas cuidado com os dentes. Siga seus instintos.
Ela desliza a língua pelo topo da minha glande, me fazendo gemer. Devagar, começa a pegar o ritmo, me chupando e lambendo.
Sou grosso demais para ela conseguir engolir tudo, então a parte que fica para fora ela me acaricia com as mãos. Mas ela é ousada, tenta me levar mais fundo, chegando a se engasgar no processo.
— Amélia. Porra. — digo com a voz rouca.
Um roçar de seus dentes me arrepia, me fazendo soltar outro gemido. O som só a faz ir mais forte, me olhando nos olhos enquanto me deixa quase aos seus pés com a sua boca.