Diana Grace Malfoy é a irmã gêmea de Draco. Ela nunca se encaixou na própria família e sempre foi julgada por ser uma Malfoy. Em uma tarde, com os seus 11 anos, a garota recebe uma carta para ir à Hogwarts. Apreensiva, e ao mesmo tempo animada, ela...
Gina Wesley foi finalmente encontrada. Ela estava deitada sobre o chão frio da câmara, congelando prestes a morrer. O choque da escola fechar foi repentino mas, nós alunos, estamos começando a retomar nossa rotina do habitual. Não é novidade dizer que Potter foi junto de seu amigo Ronald até a Câmara Secreta, como sempre, dando uma de herói. Gilderoy foi encontrado após tudo o que aconteceu com perda de memória. De acordo com os dois garotos, tentou jogar um feitiço neles e acabou sendo atingido.
Tom riddle, ou melhor, o espírito em seu diário manipulou a garota por todo esse tempo. Usou uma pobre menina para abrir a câmara para finalmente conseguir o que desejava. E é claro que Potter descobriu tudo isso.
Estava jogando xadrez bruxo com o amigo do meu irmão, Theodore Nott. Ele não era tão desprezível como Crabbe e Goyle. Meu irmão conhecia ele desde que éramos crianças, enquanto nossos pais conversavam sobre trabalho e coisas do tipo.
O menino de cabelos castanhos movimenta seu peão mais uma vez, para a esquerda. Abre um sorriso perverso e olha para mim, aguardando alguma reação.
— Xeque-mate — diz Nott.
Todo esse tempo Tom riddle usou todos esses sangues ruins que foram petrificados como forma de distração sabendo que eles retomariam a forma original. O foco era Harry Potter, o menino que sobreviveu, o menino da cicatriz. Riddle estava focado no menino pelo fato, talvez, de ter matado seus pais e agora queria concluir o trabalho. Mais uma vez, mais uma falha.
O herdeiro de sonserina é a que se deve o título do temível Voldemort. Papai o acha fascinante, eu considero meu pai um tanto tolo, fascínio não seria a palavra ideal. Temível, sim. Fascinante, não.
— Droga.
Nott mantém uma postura de superioridade, cruzando os braços.
Na Comunal da Sonserina, estavam apenas eu, Nott, Pansy, Crabbe e alguns outros estudantes. Pansy se levanta do sofá e vai até meu assento pelas costas.
— Que é que estão jogando?
— Xadrez-bruxo — responde Nott — Estava ensinando pra Malfoy como se joga corretamente, já que perdeu durante as três últimas.
Nott e Pansy dão risadas para mim, para tentar me irritar.
Pego minha varinha.
— Rictusempra.
Nott começa a gargalhar no assento freneticamente desta vez. Uma risada mais alta do que a primeira. Pansy conclui uma postura séria.
— É realmente engraçado, Nott.
Parece que ele quer me matar, mas ao invés disso, está rindo loucamente.
— Hoje é a Cerimônia da Taça das casas — Pansy diz, desfocando minha atenção.
— Sei disso. No entanto, acho uma perda de tempo. Não acho que conseguimos os pontos suficientes para ganhar.
— Acha que Dumbledore vai considerar as ações de Weasley e Potter em relação a Câmara?
— Provavelmente.
Nosso olhar se volta para o garoto.
— Theodore, pare de rir — Pansy o repreende.
— Vai pagar... — ele se vira para mim — ...Por isso
Me levanto da poltrona.
— Perdedor.
O Salão se reacende mais uma vez com a Cerimônia deste ano, o primeiro ano de boas vindas terrível para alguns, e para outros, o último ano terrível em Hogwarts. Esse ano poderia ter sido melhor de muitas e muitas formas, mas estou feliz que acabou. E, se pudesse me esforçar um pouco mais, poderia arriscar dizer que não tinha sido um ano tão terrível assim.
— Quem seria o desgraçado que pôs a droga daquele diário no caldeirão de Gina?
— Não sei, — responde Peggy — mas estava trabalhando para o Lorde das Trevas.
Antes de Minerva começar a falar, Tory arregala os olhos em direção a porta. Ela me cutuca algumas vezes ansiosamente antes de falar.
— Bárbara voltou.
Viro a minha cabeça, e não deixo de conter um sorriso brilhante quando vejo a figura de cabelos cacheados correr até minha direção. Sou a primeira pessoa que ela abraça, antes de nos sentarmos no banco.
— Que droga, sentimos tanto a sua falta. — Peggy diz. — Até Pansy estava com saudades...
— Não estava, não — resmunga Parkinson.
Tory dá um abraço na Barb e abre um sorriso.
— Que bom que voltou.
— Estou feliz de estar de volta — Barb diz.
Enquanto a garota sorria alegremente, me sinto na obrigação de falar alguma coisa.
— Me desculpe por ter sido tão egoísta com você, sua amizade é importante e não sei o que faria se não tivesse sido despetrificada.
Para minha felicidade, ela não estava magoada de nenhuma forma comigo.
— Não tem problema, Diana. Está tudo bem agora.
Dumbledore agradece a Prof. Sprout pelas plantas que reverteram a petrificação, anunciando o cancelamento de todas as provas. Todos os alunos aplaudem, exceto Granger que parece ter problemas na cabeça de querer ter avaliações.
— Sonserina não ganhou a taça das casas — comenta Barb, desanimada.
Me viro em sua direção, com um pequeno sorriso.
— Quem se importa? Temos você aqui. Isso compensa.
Tory concorda enquanto Barb abre um sorriso tímido. Pansy e Draco reviram os olhos como duas crianças mimadas.
De repente, Hagrid surge no Salão. Rostos surpresos surgem para ver o ex-presidiário de Askaban preso injustamente, aparecendo no meio de nós.
— Desculpe pelo atraso, tive alguns imprevistos — anuncia Hagrid.
Dumbledore o dá as boas vindas e todos os alunos começam a aplaudi-lo.
— Hogwarts não é a mesma sem você — diz Dumbledore.
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Bom, esse é o último capítulo da Câmara Secreta. Obrigada por acompanharem até aqui, o prisioneiro de Askaban é literalmente o meu filme favorito, vai ser incrível.😝