LIX

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oooi gente, como vocês estão? queria explicar algumas coisas pra vocês antes de iniciarem a leitura do capítulo.

• Capítulo passado nós colocamos que faltava um certo tempo para o casamento, mas acabamos aumentando um pouquinho a data pra encaixar nos acontecimentos da fic.

• Eu não sou médica! Usei a internet pra pegar algumas informações e fazer com que encaixasse na fic. Então se algo estiver errado, peço perdão mas eu sei escrever fic não fazer uma consulta médica kkk

boa leitura!

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Pov Luiza Campos

um mês depois

— Tá bom sogra, até já!

Observei Valentina desligar o telefone.

— Eai, ela vai conseguir? - Valentina concordou com a cabeça e eu suspirei aliviada.

Hoje iríamos até a médica pegar a última parte dos exames e muito possivelmente fazer a inseminação. Eu e Valentina conversamos e decidimos que eu iria engravidar. Ela disse que não sabia se queria engravidar mais uma vez e a minha vontade estava um pouco maior, então juntando o útil e o agradável nós achamos o resultado perfeito.

— Vai e de brinde ainda pediu pra eles dormirem lá. - Sorri e juntei nossos lábios em um selinho rápido.

— To ansiosa. - Confessei ainda grudada nela.

— Duas. - Ela me deu um selinho e se afastou. - Vamos? - eu concordei e juntas seguimos para fora do quarto.

— MAMÃE! - Léo correu até nós duas e Valentina não demorou a pegar o peque ao no colo.

— Garotão, oque você acha de dormir na vovó hoje? - Valentina perguntou enquanto caminhávamos até a sala. Léo não pareceu tão animado assim com a notícia.

— Queria ficar com vocês. - Ele deitou a cabeça no ombro da Valentina e a morena me olhou.

— As mamães precisam sair pra resolver uma coisa de trabalho, meu amor. - Valentina parou de andar e eu me aproximei deles. Parei de frente pra Valentina e fiz carinho no braço do pequeno.

Eu e Valentina resolvamos não contar nada pra ninguém até tudo dar certo, então estávamos usando a desculpa do trabalho pra tudo.

— Mas hoje é sábado mamãe, a gente não vai pra escola e nem trabalha no sábado. - Valentina me olhou e eu percebi que ela queria rir, eu apenas revirei os olhos.

— É uma emergência, meu amor. Mas podemos combinar que assim que a gente sair, já buscamos você e o Nick lá na vovó. Pode ser?

— Promete?

— Sempre. - Deixei um beijo na testa dele. - Vamos então?

— Posso ir no colo, mamãe? - Ele olhou pra Valentina.

— Claro pequeno.

Nós três seguimos pra sala onde Nick estava brincando com um boneco. Ele logo se animou porque amava ser bajulado pela avó.

Entramos no carro e logo demos partida até a casa da minha mãe, que não era muito longe dali.

Léo por algum motivo estava agarrado na Valentina mais do que o normal. Ele não queria ir no chão e nem no colo de outra pessoa que não seja ela. Entramos na casa da minha mãe e, mesmo atrasadas, sentamos no sofá com o pequeno.

— Nicolau, porque você não vai chamar a tia Sara? Queria ver ela antes de sair. - Minha noiva pediu e eu logo entendi o motivo.

— A vovó vai com você. - Eu completei.

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