Cap 38

2.2K 124 23
                                        

E como eu poderia fugir dele?

Ruggero me tomou em seus braços e me consumiu em um beijo ardente e avassalador; meu corpo entrava em combustão só de estar em contato com o dele, era quase impossível ignorar que eu estive ansiando por isso esses cinco anos.

O que eu tinha com ele dentro e fora da cama não tinha como ter com mais ninguém.

Logo nossas roupas nada mais eram do quê pedaços de panos espalhados pelo chão; ele me deitou na cama e os lençóis de seda fizeram cócegas na minha pele nua; Ruggero beijou cada centímetro do meu corpo, deslizando a língua pela minha barriga, sugando meus seios e dando leves mordidas; sua boca desceu até a minha intimidade e na mesma hora abri minhas pernas.

OH MEU DEUS!

SIM.

SIM.

A MELHOR SENSAÇÃO.

Sua língua – ah como eu a adorava – me invadia sem pudores, traçando rotas que me faziam arquejar de desejo; minhas mãos estavam nos meus cabelos, puxando-os com força, eu não tinha mais nenhum controle.
Meus gemidos poderiam facilmente ser ouvidos do lado de fora, mas eu não me importava nem um pouco.

Ruggero era o que me importava. Ele e aquela língua mágica.

De repente ele se afastou, me olhou com toda malícia e lúxuria existente, depois assoprou lá dentro, bem onde sua língua esteve segundos antes, e então voltou a me chupar, cada vez mais profundamente, me arrancando de mim mesma, me mergulhando em sensações impossíveis de serem descritas.

Eu já estava enlouquecendo de tesão quando Rugge voltou a trilhar beijos pela minha barriga; ele sorria enquanto fazia isso e eu adorava e me deliciava com seu sorriso.

Mas eu precisava urgentemente dele.

Pra ontem, de preferência.

─ Senti tanta saudade do seu sabor... – Falou quando sua boca chegou ao lóbulo da minha orelha. Me arrepiei por inteira. ─ Gostosa pra cacete!

─ Por falar em cacete... – Ri e alcancei seu membro que latejava demonstrando que não era só eu quem estava puta de tesão. ─ É minha vez.

Inverti o jogo, deixando-o deitando na cama, subindo em cima dele, beijando seu corpo, engolindo seu sabor o máximo que podia; desci meus lábios até alcançar seu pau e... Estava delicioso do mesmo jeito que eu lembrava.

Me encaixei entre suas pernas e fiquei de joelhos, segurei seu membro com as duas mãos e o masturbei enquanto chupava até o final, deixando claro o quão eu o desejava e o tamanho da minha saudade.

Deslizei a língua pela cabecinha do seu pau, me desfazendo em prazer, admirando sua expressão de descontrole, ouvindo seus gemidos que eram tão ou mais altos que os meus.

─ Está gostando? – Perguntei com a voz bem aveludada, depois voltei a chupá-lo com mais afinco.

A mão dele alcançou meus cabelos curtos e ele começou a ditar o ritmo.

─ Eu. Estou. Adorando. – Respondeu ofegante.

Levantei a cabeça e sorri, então afastei sua mão dos meus cabelos e engatinhei até alcançar sua boca, depositei um beijo apaixonado e cheio de segundas e terceiras intenções.

─ Então me come, Ruggero. Agora. – Ordenei com a boca rente a dele.

E isso foi o suficiente para fazê-lo ficar ainda mais excitado; Rugge me jogou na cama, depois me virou de costas, erguendo um pouco meu quadril e quando seu membro me penetrou totalmente e de uma vez só, um gemido rouco escapou dos nossos lábios ao mesmo tempo.

LuxúriaOnde histórias criam vida. Descubra agora