Capitulo V

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"A arte é o espelho e a crónica da sua época."
William Shakespeare

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Aos contrários dos senhores os criados têm uma rotina diferente, se levantam cedo demais e se retiram tarde. Agora está seria a vida de Levi. Que acordou com batidas na porta e ao abrir a senhora responsável pela cozinha da mansão, sorriu e entregou peças de roupas que a senhora Heize, deixou ali cedinho para ele. Agradeceu com um sorriso lindo no rosto a mulher, que agora seria sua colega de trabalho. Pediu que ele não se atrasasse. Tocou na fase do menino que lembrava seu filho falecido. Suspirou com um misto de tristeza, queria mostrar para jovem que seria sua melhor amiga ali e ajudaria ele em tudo.

Fechou a porta se sentindo protegido e principalmente querido. Olhou ao redor e notou que nunca teve um quartinho somente dele. O ambiente era totalmente simples, nem se comparava com os leitos dos senhores, mas ali por enquanto pertencia ele.

Não queria se atrasar de forma alguma para o primeiro dia como jardineiro do Duque. Ter um emprego era como possuir título e agora ele tinha por isso queria fazer bonito. Já estava muito ferrado aos olhos dele. Confundiu a Duquesa mãe, com amante e isso era uma blasfema ao nome de uma senhora; que como foi citada, amou por toda vida somente um homem, o falecido Duque.

Levi, descobriu através das criadagens que o falecido patrão, era temido por todos. Os filhos são reflexos do homem em todos os sentidos. Apesar do marquês e da caçula, serem parecido com a mãe fisicamente.

Como ordenado, tomou o café e contou tudo ao Sr. Clodoaldo, que deixas-te claro que ia pedir um momento com Milorde e explicaria o valor do rapaz e principalmente que só estava no quarto porque o próprio colocou ali. Mesmo não querendo mais dor de cabeça o rapaz mais novo respirou fundo e mentalmente agraciada pela atitude do mordomo. Algo dentro dele pedia para não ficar desta, ele queria ser visto com bons olhos pelo duque.

O mordomo já tinha muito afeto pelo rapaz; que comia pão rindo ao lado da ajudante da cozinheira. Os dois eram jovens, bonitos. Talvez, podiam cair nas graças um do outro e forma um belo casal de enamorados. Sorriu, contente, pois, queria que todos fosse tão feliz como ele estava sentindo dos momentos. Depois de um ato nobre de um homem sem filho algum que se sentiu no dever de proteger o rapaz de tudo e todos. Ganhou um beijo da mulher que cortejava a anos. Sim. Foi beijado após as, singelas palavras deixando claro que Levi, agora teria um pai e jamais ficaria a mercê de ninguém.

Na frente dos jovens só tinha a carcaça de um velho que agora está enamorando uma linda mulher. A alma estava no quarto ainda imenso na noite incrível que tivesse. Tudo, porque Deus colocou um pequeno anjo que acabou caindo do céu e tropicado em tantas desgraças.

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Mesmo muito curioso para saber o motivo do sorriso do senhor Clodoaldo o jovem Levi, não quis ser atrevido e ir diante do que podia então, agradeceu pelo café maravilhoso que tomou e se retirou para o seu primeiro dia de trabalho.

Agora usava botas e um chapéu de palha que ganhou da senhorita Karina, para proteger do sol. A jovem deixou claro a ele; que era muito branquelo e voltaria como um camarão se não se protegesse. Não acostumado com muito carinho, agradeceu e partiu para suas novas obrigações.

No jardim enorme tudo está morto um verdadeiro, cemitérios de roseiras. Ficou triste por aquilo se tivesses uma casinha teria flores no jardim. Cores ilumina qualquer vida!

Dobrou as mangas da sua camisa branca até na altura dos cotovelos, pegou o rastelo e antes de tudo começou a limpar a grama. Aos poucos foi tento ideias de como ia ser o novo jardim. Ali era como seus papéis em branco e podia fazer como seus desenhos aleatórios, começaria com traços pequenos e ao pouco dando vida. Até que (ficaste) um lindo jardim.

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