"Dialogar é cruzar mundos, penetrar na intimidade, segredar experiências."
Augusto Cury
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Em um ato de ciúmes 'milady' Penélope, exigiu se aventurar em uma viagem até o ducado de Kinsey, com seu noivo. O pai não se importou e a mãe então apoiou a filha, em seu desejo de cuidar de que logo seria chamado de seu marido.
Valério, por ser um homem bonito, possuidor de uma fortuna. Dono de um título honrado e portador de um governo. Enquanto for de fato, solteiro. Será considerado um bom partido e sem dúvidas, cobiçado por mulheres em busca de um casamento fortunoso.
Ser noiva do homem, estava sendo cansativo para 'milady', que não se considerava nem um pouco atraente e apropriada para ser esposa de uma príncipe e futura governante de um país. Mesmo que tudo fosse apenas respingar nela, ainda assim teria voz ativa. Em busca de se tornar perfeita pelo menos em suas obrigações, já que em beleza tinha nítidas convecções que não possuía. Seria ao menos uma boa esposa e principalmente rainha.
Sua rotina calma, tinha morrido! Passava mais tempo ao lado da sua querida sogra que já tinha conquistado seu carinho, admiração, do que em sua própria residência. Pela manhã tinha aulas de etiquetas reais e a tarde era seu momento junto a rainha que dedicava o horário a população. Ficava horas em pé ao lado da senhora, que ouvia tudo com muita atenção, os conflitos de todos e era sábia ao resolver as questões. Mesmo sendo cansativo, olhar de perto o poder de uma mulher, estava mudando lentamente 'milady' Penélope. Pela noite era o único momento que se encontrava com o noivo. Que apesar do semblante cansado parecia muito feliz em vê-la presente, no jantar.
Apesar do ambiente totalmente diferente que vivia no condado junto aos pais. A 'milady' estava disposta realmente dar o seu melhor para não ser substituída por uma amante fogosa. Todos os dias apertava mais seu corpete e se arrumava elegantemente e achava engraçado quando Valério a via e não confia os elogios. Mesmo a sogra estando presente junto a eles no café. Ate do jovem lacaio recebia palavras gentis. O que o noivo não via de bom grado. Da forma dele o príncipe deixava nítido o ciúme possessível pela ruiva e não se envergonhava com isso.
O que o príncipe Valério mais queria mostrar ao mundo era que Penélope era dele! Coitado de quem se atrevesse a dizer que não.
Já acomodada no quarto de hóspede da mansão dos Kingston. Nada creditava que tia pernoitado na casa de alguém em plena madrugada. Culpa de Valério que a desafiou em tal viagem, julgando que a noiva não era corajosa ao suficiente pegar estranha em pleno mês de tempestade. Como a dama estava disposta a mostrar seu valor, só precisou das permissões dos pais e se aventurou junto ao noivo que não se mostrou muito satisfeito com a companhia da amada.
Além de chegar em pleno caos, estapear a cara de outra mulher querendo se vingar pelas palavras que a tola latiu na direção de um dos senhores da casa. Ficou espantada por ver o noivo golpear uma pessoa com frieza. Foi de fato um ato muito viril e Penélope até se sentia e como dada por ter sentido sensações, estranha percorrer seu corpo em ver a virilidade do seu futuro marido e rei. Se sentou protegia como se nada pudesse abater ela.
Mais como sempre a insegurança da 'milady' gritou no peito. Bateu os olhos na amiguinha de infância do noivo e murmurou baixo quando notou a beleza explícita, exagerada e gritante da senhora. Mil coisas parou em sua mente em questões de meia horas repousando em uma cama confortável.
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TESTAMENTO DA DUQUESA
RomanceLivro I da trilogia "Os Kingston " Em uma Era Vitoriana, que Burgueses são importantes e deixam claro seu sangue, quando desfilam pelas ruas de Londres. Os que não possuem fortunas, títulos comem o pão que o diabo amassou. Era o caso da plebeia...
