Capitulo X

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"Uma palavra grosseira, uma expressão bizarra, ensinou-me por vezes mais do que dez belas frases."
Denis Diderot

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O quarto estava com um cheiro gostoso e tudo que Levi queria era abrir os olhos para comprovar de quem era a voz rouca que estava lendo para ele as semanas. Ele ouvia chamá-lo de amor e assim como meu raio de Sol. Às vezes seu coração falhava as batidas por ouvir tais coisas lindas, quando sentia a mão quente tocando sua fase percebia que de fato, estava vivo ainda respirando.

Aos poucos a voz ia perdendo a força e começavam a melancolia das lágrimas. Mesmo acamado com costelas quebradas e hematomas profundas por todo o corpo o que mais odiava era os olhos estarem tampados. Queria, tossi mais fazer isso era doloroso demais e parecia que estavam enfiando uma espada afiada em sua garganta, então tudo que fazia para não sentir tantas dores era tentar manter quieto sem ao menos se mexer. Levi, parecia um cadáver preste para ser enterrado.

Sua vontade de viver e ser feliz literalmente tinha sumido do seu coração.

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Senhora Heize, chegou na mansão do Duque após o seu expediente na sua padaria que infelizmente não podia ficar fechada para ela pode se dedicar somente ao seu menino. Em silencioso por ser tarde da noite, abriu a porta do quarto e viu a cena mais linda que tinha virado rotina aos seus olhos. O Duque estava sentado na poltrona que Clodoaldo, colocou ali para o seu melhor conforto, de olhos fechados e segurando a mão de Levi. Ela então fechou a porta com todo cuidado para não acordar ló.

— Boa noite querida – Olhou para o seu lado e viu o homem que a meses anda mexendo com seu coração que após anos de solidão estava florescendo novamente.

— Boa noite, querido – Respondeu cansada por esta realmente e tocou a fase do seu amado que não estava diferente.

— Entao vamos jantar e depois minha bela dama, suba e descanse, hoje ninguém tirará o Duque daí hoje.

Mesmo querendo dar um beijo em Levi, seguro na mão que estava estendida em sua direção e aceitou o afeto do homem que sorria carinhosamente para ela fazendo dias, cansativo passar. Os dois estavam se amando.

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Carruagem parou na frente da mansão e Heitor desceu, estava exausto pelas duas viajem. Antes de retornar para casa ficaste uns dias no castelo com a sua madrinha. Só que ainda estava preocupado com a carta que a dias sua pequena irmã enviava. A cada palavras escritas tinha marcas de lágrimas e um "medo de meu Levi me deixar." Se entender o que estava acontecendo, já que o irmão mais venho sempre deixava claro que estava tudo bem em casa, resolveu retornar.

Com uma mala de mão apenas que carregava, abriu a porta da mansão e tudo estava em um total silêncio, então um chorinho aflito baixinho que ouviste chamou sua atenção.

Deixou a mala no chão e andou em direção a Diana, que estava sentada no último degrau da escada, agarrada a suas próprias pernas, chorando.

— Heitor? — A pequena limpou as lágrimas e ficou de pé mais bambeou e só não encontrou o chão por causa do mais velho que a segurou.

— Pronto estou aqui agora – O Marquês abraçou a irmã que chorava baixinho agarrada nele e notaste que estava bem mais magra e muito abatida.

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