"Coloque o mundo no mudo e escute o seu coração..."
Autor desconhecido
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Antony e Levi se encontravam no quarto, abraçados, observando sua pequena menina que estava de repousando após ser atendida pelo médico do ducado.
Jamais imaginaram que a tentativa de fala dela poderia causar um dando tão severo no seu sistema nervoso e mesmo sabendo que as crianças não tiveram culpa os repreenderam pelo ato e estavam se sentindo horríveis, por ver os filhos pelos cantos da mansão, cabisbaixo, desanimados, como eles. Todos estavam muito arrependidos pelas suas tentativas de mudar a irmã.
Luna por pensa que os irmãozinhos e a tia não amava por se muda, deu o seu melhor e até ovo cru ela engoliu porque a prima Madalena tinha lido no livro que era bom para cordas vogais. Quis vomitar quando Gael quebrou o ovo na boca dela, mais não fez. Foi forte como uma Kingston deve ser e engoliu tudo contente pensando que ia falar como todos, mais infelizmente tudo saiu errado e agora ela estava dormindo depois de ouvir um sermão do médico de ter feito o pai Levi chorar e o país Antony brigar com os irmãos. A pequena 'milady' queria sumir pelo mundo de tanta vergonha que sentia mais por fim caiu no sono sentindo os pais acariciando seus cabelos loiros.
Mesmo sabendo que a filha estava bem os duques se recusava deixá-las sozinhas e pediram para Maria cuidar das crianças e claro que a viúva atendeu com prazer o pedido do sobrinho e amigo. Mais antes ela encurralou a filha e a sobrinha e exercendo a autoridade que sempre foi confiada, deu uma bronca de deixar as meninas assustadas pelo estado da pequena. Por fim assim como os meninos ambas estava de castigo e por ser muito mais velha e a pessoa que pesquisou tudo usando a inteligência para travessura, Madalena não sairia do quarto até segundas ordens e se desobedecesse, não teria baile algum em seu nome, pois, a própria mãe mandaria carta para o milorde Vicenzo e explicaria o que aconteceu.
Lógico que a menina chorou desesperada com medo da mãe cumprir a promessa e isso já era o suficiente para senhora Maria, perceber que não precisava ser tão rígida porque sabia que a filha não agiu com más intenções apesar das consequências, mais não iria dizer para Madalena que ela não corria o risco de ficar sem o baile. Ensinaria a filha e a sobrinha que nem tudo se resume a lágrimas e arrependimentos que coerência é crucial para uma ser humano de bem.
Como ordenado as meninas se encontrava cada uma em seu quarto com portas trancadas e enquanto uma escrevia cartas desabafando com o amigo italiano que tinha feito outra estava triste chorando com terço nas mãos.
'Milady' Diana, pedia a Deus perdão e que se ela curasse a sobrinha ela daria todos os lacinhos que tinha para pequena. Sabendo que a culpa de tudo e principalmente de incentivas a prima e os sobrinhos na sua loucura de fazer Luna falar, assumiu toda a culpa olhando nos olhos do irmão mais velho que estava furioso como jamais viu só que foi vendo o seu Levi chorar que seu m despedaçou.
Irritadíssimo mais orgulhoso por ver que os filhos assumiram a culpa é não permitiu a tia ser a única castigada, Antony pediu um momento a sós para se acalmar mais mandou cada uma para o seu quarto e pela tarde os meninos teriam aulas de idiomas com o tutor que disciplinou Heitor. Após uma carta a capital solicitando um médico especialista para filha o duque se juntou ao marido no quarto da sua lobinha mais antes atendeu o professor dos meninos e pediu que ele fosse rígido ao extremo com os filhos. Queria criar homens e não meninos tolos que seja capaz de ser persuadidos.
Atendendo as ordens do duque responsável pela pequena fortuna que o homem de idade estava ganhando e o melhor de tudo exercendo o que amava fazer, o professor escrevia em espanhol no quadro negro da sala de estudo preparada para os seus quatro alunos.
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TESTAMENTO DA DUQUESA
RomansLivro I da trilogia "Os Kingston " Em uma Era Vitoriana, que Burgueses são importantes e deixam claro seu sangue, quando desfilam pelas ruas de Londres. Os que não possuem fortunas, títulos comem o pão que o diabo amassou. Era o caso da plebeia...
