Capitulo XXXIX

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"A alma resiste muito mais facilmente às mais vivas dores do que à tristeza prolongada."

Jean-Jacques Rousseau

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Como Levi estava na biblioteca lendo com as meninas e os outros homens jogando cartas na sala de visitas. Maria resolveu mexer com as roseiras e ficar muito longe de todos, pois, a presença dos soldados estava mexendo com seus medos internos e desde do dia que ficou sabendo que repousariam ali na mansão ela quis correr para muito longe, mais ficou por medo de magoar os sobrinhos que pediram para ela ser a senhora da casa.

Amava demais todos e permaneceu na mansão e junto sua menina. Ela se sentia segura junto de Antony e Heitor e para completar sua segurança o seu melhor amigo se encontrava também. Maria riu, pois, a pobre 'milady' Penélope, pediu ajuda a ela para fazer Valério deixá-la respirar. Mesmo amando muito o amigo, como mulher ficou do lado da ruiva que agradeceu pela ajuda, abraçando como se conseguisse comover um estado que mulheres são sabia o suficiente para votarem.

No momento tudo estava em plena paz na mansão e só por isso ela sorria mexendo nas plantas. Se encontrava um pouco suja por causa da terra, mais tudo bem para ela que adorava o contato com a natureza. Lembrava dos dias que ela e o irmão, compartilhava singelos momentos juntos. Lembrar de Arnold era como um sopro de felicidade em seu coração, mesmo sendo bastarda ela era grata por ter sido irmã de um homem tão nobre e respeitado por todos.

— Então és a tia de Alex, de fato?

Sentiu um arrepio percorrer todo seu corpo e se levantou assustada, percebendo as botas pretas em sua frente. Respirando fundo olhou nos olhos do homem de corpo atlético a sua frente e cheirando puro álcool. O olhar dele percorreu seu corpo e tintado tentou passar por ele mais foi impedido pelo corpo do soldado que entrou em sua frente.

— Milorde, irei gritar se não permite que me retire de sua presença – Falou seria mais apenas ouviu uma risada e o homem se aproximou mais dela se divertido com medo que ela exalava.

Ele pegou em seu queixo e sem falar nada soltou com força, fazendo Maria recitar os passos e com sorriso no rosto ele grudou nos cabelos dela que estava em um coque elegante e a jogou no chão com tanta força, que Maria caiu batendo a cabeça no chão.

— Sei que se deita por dinheiro então por que me negas, vadia? – Massimo perguntou irritado e abriu um saco de veludo e jogou as moedas de ouros sobre Maria.

Ela estava um pouco sonsa e percebendo tocou a nunca, sentindo o sangue em sua nuca. Tocou e se assustou a ver a mão vermelha do seu próprio sangue. Massimo se abaixou até ela é apertou o seu pescoço com força no ponto de sufocar.

— Irei socar tao fundo, que carregará um bastardo meu, assim como você e a nojenta de sua filha, que finge ser pura. — Falou a cheirando e Maria, deu um, tapa em sua cara, irritando o demônio que ficou ofegante.

Massimo abriu a mão pesada e devolveu o tapa, fazendo Maria cair com rosto na grama e cuspir sangue pela boca.

— Maldita! Quem pensa que és? Uma 'milady'? Filha de um aristocrata? -Riu do desespero da dama e começou a rasgar o vestido de Maria, se debatia embaixo do corpo do homem que a estapeava na fase e a beijava a força.

Toda vez que Maria fazia menção de grita era sufocada com a mão e se debatia com força no chão, mais nada de conseguir se escapar do maldito. O seu Corpete foi rasgado com tanta força que ela então percebeu em meio ao desespero que o homem era muito forte pra consegui-lo impedir. Com o saiote levantado ela tentava chutar para longe de seu corpo mais parou quando a boca do homem mordeu seus seios, que estava a mostra.

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