"Julgo poder ser verdadeiro o fato de a sorte ser árbitro de metade das nossas ações, mas que, mesmo assim, ela permite-nos governar a outra metade ou parte dela."
Maquiavel
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Depois da cena infeliz que a viscondessa presenciou entre Vicenzo e Maria que juntos agiam como pai da bastardinha, ela resolveu ir embora sem ao menos se despedir. Estava irritadíssima e não queria agir incoerente novamente na presença dos infelizes pecadores, que no dia do juiz final, queimariam no fogo do inferno. Ela não estava confortável para compactuar com o descaramento da amiga em receber um casal tão inapropriado e sua prole de órfãos esfomeados.
Tentou o máximo não olhar de cima em baixo para o casal mais não conseguiu. Era como se o estômago dela pedisse para vomitar e deixar nítido que são nojentos juntos e seriam castigados por estarem pecando. Sendo chamada pela filha para se retirar porque ela também não se sentia confortável, ambas foram embora disposta a lutar até o fim pra terem Vicenzo Biazatti. Se fosse preciso 'milady' Carolina estava disposta a ir para cama com italiano e deixar e força-lo a honra sua pureza mais ele não seria de outra a não ser dela apenas.
A noiteceu muito rápido e depois de estarem bem, estalados e descansados da exaustão da viagem cansativa de navio. Os nobres se encontravam sentados à mesa com uma refeição farta para se esbaldarem. As crianças jantaram mais cedo e como os pais explicaram eles não poderiam agir como na própria casa que se juntavam com os adultos. Para o conde e a condessa não tinha problema algum manter a rotina das crianças mais Antony fez questão de aplicar as corretas, como Diana e Mada sabia como agir elas comandaram a pequena tropa e por fim tão cansado com tudo jantaram e dormiram e até a orienta Jojo deu um descanso para mãe aquela noite.
Os cavalheiros conversavam animadamente, entres risos, gargalhadas e pareciam amigos íntimos o único que estava sereno era Levi na sua postura observadora. Depois do comentário os olhares da viscondessa sobre ele e a família o ruivo não conseguiu relaxar como o marido que estava na vigésima taça de vinho que degustava enquanto comia a maravilhosa macarronada que está sendo servida.
As damas estavam no mesmo ambientes que eles e conversam com mais formalidade. Todas ali tinham sido criadas com muitas aulas de etiquetas e disciplina, o principal fator abordado nas suas aulas. Como Levi que estava em silêncio observando tudo ao seu redor, Maria também se encontrava focada em sua admiração na postura das 'milady" sentada à sua frente.
A condessa era elegante ao nível de realeza e como escutou a senhora comentar com a rainha sobre seus pais, Maria sabia que estava de fretem cm uma nata filha de aristocratas com fortuna exuberante por isso ela era tão formosa. Foi de fato criada para se unir a um homem de título e assim fazer próspera o valor do título.
Um pouco incomodada por pensa que estava simples demais para estar entre tantas mulheres elegantes. A viúva passou a mão nas pernas limpando o suor e voltou a tomar sua taça de vinho. O líquido saboroso, infelizmente tinha acabado. Não sabia como mais acertaram no seu favorito e por ser caro ela comprava uma taça todo natal e sozinha no escuro apôs a ceia, se sentava na frente da lareira e degustava do líquido caríssimo. Talvez este ano iria ser ousada e pediria para Laércio, uma garrafa de presente. Se Valério fosse solteiro ainda na certeza ele que seria o alvo, por ter mais estabilidade financeira e não precisar lidar com uma família, mais não ia se atrever a corteja um vinho de um homem casado, mesmo sendo do seu amigo de anos. Não queria atrapalhar ninguém causando um desconforte matrimonial por tais intimidas.
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TESTAMENTO DA DUQUESA
RomansaLivro I da trilogia "Os Kingston " Em uma Era Vitoriana, que Burgueses são importantes e deixam claro seu sangue, quando desfilam pelas ruas de Londres. Os que não possuem fortunas, títulos comem o pão que o diabo amassou. Era o caso da plebeia...
