"O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se orgulha, não se ensoberbece.
Não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal."
Deus
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Depois de todo caos logo no primeiro dia dos londrinense em terras italianas, pela manhã os nobres se encontravam à mesa se divertindo ouvindo a rainha contar sobre a briga dos duques.
— China? – Filipes perguntou sem acreditar e duas gargalhadas era imensa ao ponto de fazer os amigos cogitarem, porque tais felicidades?
— Vejo que está radiante capitão?-Antony perguntou irônico e colocou a mão na perna do marido que ficou ruborizado de vergonha.
— Tive uma excelente noite, meu caro! Como adultos me atrevo a dizer que sabes sobre o que estou falando.
— Filipes – A duquesa repreendeu o marido que sorriu largo e a beijou ainda imersão na posição da indomável.
Que noite! Pensou suspirando e deixando todos chocados com sua vida tão exposta, mais todos estavam tão íntimos que pareciam uma grande família.
— Não nego Alex, que sou um homem tolo apaixonado e melhor a décadas pela mesma mulher – Galanteou deixando a amada envergonhada e sabia que se provocasse a mulher teria novamente uma noite enlouquecedora nos lençóis.
— Que bom que estão confortáveis em minha casa. Julgo em dizer que estou muito feliz em recebê-los também. Nunca estive tão feliz em toda minha vida. Sempre foi somente eu minha amada Giovanna e Vicente. Prefiro ela barulhenta como está — Leonel se expressou com a voz embargada porque de fato estava sendo verdadeiro em suas palavras.
— Ficamos gratos, senhor Leonel com o carinho de compreender nossa família animada – Elizabeth falou olhando para o italiano mais mudando o semblante quando focou olhar no afilhado que ainda iria ouvir umas boas lição dela.
— Antes de tudo, peço minhas sinceras desculpas pela minha postura, costumo ser mais sereno — Antony se pronunciou e segurou a mão do amado — Queria dizer capitão que entendo o seu coração tolo, porque também sou um homem tolo de paixão pelo meu marido e só de imaginar perdê-lo e junto a família que Deus me deu, exaltei. Senhoras, senhores, perdão pelo caos de ontem.-Foi cordial e os mais velhos sorrindo.
— Es I'm belo casal, queridos – Giovanna falou sorrindo e as senhoras respiraram aliviadas.
Os nobres continuaram sua conversa calorosa e o assunto da vez era duquesa Margarida que rua das próprias brigas que o capitão relatava da relação de casal. Conde Leonel gargalha dos olhos lacrimejar e a condessa que assistia tudo em silêncio e comprovando o quanto uma casa cheia aquecia o coração. Talvez ela devia ter pensado em ter vários herdeiros e não somente um. Pensar isso deixava muito amargurada por não ter focado mais na vida, porém, estavam em paz vendo o filho maravilhoso que criou com sabedoria.
Discretamente ela virou para o filho que estava longe do momento. O italiano estava na décima xícara de café, tentando compreender o motivo da amada não ter descido ainda para o desjejum. Pela noite tinha sido pedido em enlace e no qual aceitou com alegria mesmo ele desejando fazer o pedido na moda italiana, colocar a aliança na mão esquerda da amada como os antigos egípcios faziam, por acreditar que a veia responsável por carregar os sentimentos partiam do dedo anelar esquerdo e chegava até o coração. Vicenzo era um homem careta de costumes antigos, por isso sempre foi convicto na decisão de casar por amor e jamais por conveniência. Mil vezes morrer solteiro do que morrer sem história. Um romântico, incurável!
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TESTAMENTO DA DUQUESA
RomanceLivro I da trilogia "Os Kingston " Em uma Era Vitoriana, que Burgueses são importantes e deixam claro seu sangue, quando desfilam pelas ruas de Londres. Os que não possuem fortunas, títulos comem o pão que o diabo amassou. Era o caso da plebeia...
