"Quando um homem é bom amigo, também tem amigos bons."
Autor desconhecido
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Mesmo não querendo sair da cama aquele dia a pequena 'milady' Diana, teve que se levantar, e como uma boa dama se arrumar para se despedir do irmão que começaria trilhar uma longa jornada fora de casa. Ela e Heitor, tinha muitos conflitos, porém, no seu coração o irmão do meio possuía o mesmo valor do mais velho a diferença era que aos olhos dela os dois eram crianças e o Tony, o adulto.
Ao seu lado no final da escada esperando o Marquês estava os empregados da casa esperando o seu senhor. Não ia ter abraços ou palavras direcionadas, mas não estavam apensas, cumpridos as etiquetas, de fato estavam tristes pela partida do milorde. No começo foi estranho Mais se acostumaram com a forma quem era tratando. Respeito dava e respeito recebiam.
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Na frente do espelho tinha um garoto que estava partindo para se tornar um homem, honra o título que herdaste de seu avô. Heitor queria ser tornar como os homens de sua família foi um dia. Partiria e ao retornar para casa voltaria mudado, aconteceste isso com o irmão, mais velho e com ele não seria diferente.
Fez o nó na sua gravata como sua mãe o ensinou e a melancolia veio em seu coração. Era recente tudo a perca, o novo lar e agora o colégio de cavalheiros. Por seis anos ficaria fora e só retornaria talvez em épocas de festa, férias. Tudo bem estava disposto, tudo pelo título e principalmente pela família.
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Levi, passou o laço que guardou alguns dias no embrulho que fizeste no quadro sem sombra de dúvida foi útil. Como tinha muito carinho pelo marquês, passou a noite preparando um livro, primeiros passos de arte. Aprendeu sozinho e agora estava ensinando alguém. Sua vida tinha de fato mudado em todos sentidos. Mesmo ter dado um passo à mais na sua maturidade estava envergonhado por ter sido desavergonhado e ter dormindo e acordado pensando em seu senhor nos últimos dias. Devia sua liberdade a ele e não iria desonrar sua masculinidade mesmo em seus próprios pensamentos.
Com o quadro em mãos e o livro que fez de arte embaixo do braço, saiu do quarto rápido, pois, não queria perder o momento certo para entregar o presente que a 'milady' mandaste fazer para o irmão. A única coisa que Levi esperava era que Heitor gostasse. Se esforçou muito para aquilo e queria que ficasse lindo no seu aposento grande no internado.
Andava tão rápido que ao virar o corredor trombou em um corpo forte e levantou o rosto rápido, ao notar que se tratava de ninguém mais que o Duque, recuou seus passos e se desculpou pelo infortuno.
— Bom dia Levi.
— Bom dia milorde – Respondeu em tom baixo e respeitoso
— Então vamos?-Quando Antony, indicou passagem para ele passar, arregalasse os olhos espantados, pois, iria entregar o quadro para o mordomo e só quando o marques estivesse prestes a entrar na carruagem pediria alguns segundo da atenção e daria o livro com anotações.
Não consegui responder sim ou não, apenas seguiu o duque levanto aquilo como uma ordem e como criado estava seguindo.
Claro, que Antin gargalhava dentro de si por saber que o pobre rapaz estava tremendo atrás de ti. Estava apagando e não negava, porém, gostava do ar de poderoso que emanava.
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TESTAMENTO DA DUQUESA
RomanceLivro I da trilogia "Os Kingston " Em uma Era Vitoriana, que Burgueses são importantes e deixam claro seu sangue, quando desfilam pelas ruas de Londres. Os que não possuem fortunas, títulos comem o pão que o diabo amassou. Era o caso da plebeia...
