"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"
Fernando Pessoa
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Quando Maria desceu os degraus com Diana, apresentada. Viu pela primeira vez o noivo do duque e achou lindo a pequena correr até ele e ser pega no colo e receber vários beijos.
— Se aproxime Maria – Antony chamou feliz por ver sua melhor amiga e Valério enlouqueceria ao revela também. Eram um trio na infância — Quero apresentar a você meu noivo.
— Sua graça, milorde – Fez uma reverência e Antony gargalhou se levantando.
— Não seja tola Maria. Envelhecermos mais ainda continua sendo minha irmã de coração e aposto que Valério está louco para te ver. Ele nunca aceitou, que você me ama mais do que ele, um príncipe.
— Senhor.. Bem não era...-Tentou reverter o que o amigo tinha falado mais ficou ainda mais velha quando braços fortes abraçou ela por trás e ganhou beijo estralado não bochecha.
— Bom dia minha amada e linda, Maria-Heitor galanteou como um menino e ela não aguentou e acabou rindo por lembrar que foi o alvo dele de treino para cortejo — Oras! Cade, nossa Mada? — Ele perguntou achando estranho não ter órbitas verdes olhando em sua direção.
— Malia falou, que agora a nossa Mada, só andara no jardim e nos sábados. Ela não quer a filha incomodando os senhores e principalmente o senhor Levi. Podi isso meu, Levi?
— Diana. Céus, menina! — Maria soltou envergonhada e os nobres gargalharam e quando viu o semblante sério do Nobel senhores ela se recompôs.
Levi colocou Diana no chão e se levantou. Ela ficou aflita e deu um olhar de socorro para Antony que apenas esticou a mão e seu noivo seguiu se juntado ao lado dele. Maria tremia de vergonha e medo pela intimidade que os tolos possuíam com ela. Já fazia, dois anos, que não a via e pensou que tudo tinha mudado. Só que não, eles ainda a perturbavam!
— Meu amor, está é minha melhor amiga, Maria Rossi — Antony apresentou a mulher com um sorriso no rosto — Maria este é Levi Macray . Meu noivo e o amor da minha nobre, vida. -Enfatizou elogiando amado que estava vermelho de vergonha.
— Vejo que você e Valério, não perderam a fascinação por ruivos – Falou admirada — Senhor me desculpe... mil perdões, falei alto – Indagou assustada e Antony e Heitor, gargalharam.
— Muito prazer, Maria. Espero que podemos ser grandes amigos — Levi foi rápido e abraçou a criada assustando pelo ato o que fez os outros criados sorrirem poreje também foram abraçados.
Somente Julieta, murmurou revirando os olhos o que foi suficiente para Heitor, se virar e ela fingir compostura. Ai dela se atrevesse algo contra a Maria. Tudo pioraria pala golpista invejosa.
— Vamos tomar cafezinho, gente, estou com fominha – Diana se pronunciou e os adultos riam.
— Se junte à (nós), Maria – Antony falou gentil e claro que ela se recusou. Ele revirou os olhos mais entedia o ponto de vista que a amiga sempre explicou desde criança.
"Ela era uma criada e seu lugar era junto a criadagem. "-Lembrou das conversas deles e apenas deu um sorriso de canto, mostrando que entendeu a recusa.
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TESTAMENTO DA DUQUESA
RomantizmLivro I da trilogia "Os Kingston " Em uma Era Vitoriana, que Burgueses são importantes e deixam claro seu sangue, quando desfilam pelas ruas de Londres. Os que não possuem fortunas, títulos comem o pão que o diabo amassou. Era o caso da plebeia...
