"Só deixarei de ter amar quando
O véu da morte cobrir minha face,
Mesmo assim nascerá em minha sepultura
Uma rosa em cujas pétalas,
De sangue, estará escrito: Amo você!"
Vinicius de Moraes
______________➳f♥_______________
Quando os Kingston, chegaram no velório de 'milady' Helena, ouviram gritos vindo de dentro do escritório e Karina encostada na porta chorando. Richards quebrava tudo descontrolado e o conde pedia calma, tentava contê-lo mais nada fazia o rapaz desarmar. A criada chorava de tristeza por ter fechado os olhos da menina que antes de morrer, agradeceu pelos meses em sua companhia.
Levi viu sua amiga e foi até ela e a puxo para um abraço, terno de amigos. Entre eles tinham morrido aquela cumplicidade de sorrisos de cuidados diários mais o amor e admiração que ambos possuíam um pelo outro ainda permanecia.
— Eles estão há duas horas dentro deste escritório, Levi. Tenho medo dos milordes se feriem. Richards está desolado – Murmurou chorando e o amigo passou a mão em seus cabelos, cacheados.
— Querida, saia da frente vou entrar — Se viraram para voz ríspida. Se alinhou e não sabia o que responder para rainha – Vamos, obedeça, aí dentro está minha criança, SAIA – Elizabeth firmou sua voz e o ruivo puxou amiga para quanto dando passagem para senhora.
— Grata– Olhou para os jovem e o ruivo deu o braço para amiga que aceitou e ambos saíram dali deixando que a rainha de Londres, resolvesse tudo.
A senhor respirou fundo e abriu a porta do escritório, com cuidado. Levou um susto capaz de fazê-la arregale os olhos pela destruição que um menino, tinha causado no lugar sozinho. Ela olhou para o seu lacaio com as mãos machucadas sagrando, pelos vidros os tinha que tinha quebrado. O pai não estava diferente, tinha sangue pela sua roupa e seu semblante era de dor, desespero e quebrado está do lugar do jovem e poder se expressar quebrando tudo.
O conde segurava as lágrimas e o filho, já que ninguém além dos dois, sentia a dor tao severa de perder Helena. Ele não estava disposto a ver seu filho ir ao extremo. Agora só tinha testado ele o seu primeiro amor a criança que pegou pela primeira vez no colo. Foi por causa de Richards que aprendeu ser um homem de família. Iria salvar pelo menos um, não ia se permiti a enterrar outro.
— Por favor, filho – Pediu chorando e sabia que o descontrole do jovem era pelo, o susto emocional, raiva e não julgava por isso. Apenas desejava que parasse de quebrar tudo de se auto mutilar, para dor da perca passar.
— PORQUE, PAI? DEUS TIROU TUDO DA GENTE! PRIMEIRO A MAMÃE E AGORA A HELENA. – Gritou se batendo ao ponto de conseguir se escapar do homem que é o dobro do seu tamanho. Puxou a estante de livros e jogou no chão, irritado com a vida.
Com baque da madeira no chão o peso de diversos livros, cacos de vidros acertaram seu rosto e um corte foi feito em sua bochecha. Ele se escorregou pela parede e se sentou chorando, sem acreditar que nunca mais viria sua irmã a dona do seu coração. Sentiu um cheiro familiar e foi abraçado por alguém. Sua rainha estava ajoelhada em sua frente o consolando como se ele, um simples criado fosse parte dela.
— Estou horrível, senhora – Murmurou e seus cabelos foram acariciando com carinho.
— Chore, mais não se machuque minha criança. Ela não imãe alegraria de te vê destruído, es perfeito demais aos olhos do senhor, para se ferir ao ponto de não ser reconhecido. Vamos
meu querido, se levante e juntos diremos adeus a sua irmã.
VOCÊ ESTÁ LENDO
TESTAMENTO DA DUQUESA
Storie d'amoreLivro I da trilogia "Os Kingston " Em uma Era Vitoriana, que Burgueses são importantes e deixam claro seu sangue, quando desfilam pelas ruas de Londres. Os que não possuem fortunas, títulos comem o pão que o diabo amassou. Era o caso da plebeia...
