Capitulo LXV

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"O amor é o milagre da civilização."
Stendhal

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Pela manhã, duque de Kinsey, saiu para resolver alguns assuntos de cunho particular dele e do marido. As novas propriedades que antes era do maldito visconde que deixou duque Levi, em uma cama, lutando para permanecer vivo na terra, precisava ser documentadas legalmente a como vossas propriedade e ao contrário que todos imaginavam, os planos do nobre não era manter nada em pé e sim descontar sua fúria ordenando que derrubasse tudo. Seguindo a intuição de justo, pediu que um criado dos Biazatti levasse a 'milady' Carolina a permissão para que ela tirasse suas coisas, apenas. As dos pais ele faria questão de doar tudo! A pedido do marido a italiana se negou, era feliz com tudo que tinha, porém, abençoe em um gesto lindo a irmã caçula de Omar com todos seus vestidos luxuosos. O mordomo, ficou lisonjeado e aceitou.

Tudo bem que condessa Giovanna já tinha comprado novas vestias para meninas, até mesmo para às três princesas, porém, o bico dela ficou estampado, porque o seu fiel escudeiro aceitou de bom grado o vestido de outrem mais o que ela escolheu pessoalmente, conforme as medidas da menina ele ficou apreensivo em aceitar, principalmente a carta de recomendação na escola de damas. Apesar da idade de está já entrando em um baile para ser apresentada para sociedade, Giovanna cobrou favores e conseguiu vagas para doce Camila.

Sua pequena Ella ia demorar ainda para se juntar as outras meninas. Era mais nova um pouco apenas mais velha que as trigêmeas, só que ainda não era habita a uma escola de etiqueta. Isso era bom, iria passar muito tempo com sua bambina. Leonel estava eufórico pela filha adotiva ter gostado de sua barba e o chamado de príncipe, como nos contos dos livros velhos da biblioteca do casarão que vivia. Quando ela estiver com as costelas melhor, os pais a levaria para conhecer toda a nova casa.

Apesar do receio, medo e um pouco de vergonha por não ter cabelo, a pequena Ella compreendia que era uma Biazzatti e possui um pai, mãe e até um Irmão. Por Dios! Vicenzo a beijou tanto que a menina ruborizava de vergonha. Na cabeça da pequena em nenhum momento se sentiu medo pelo tao então irmão, está tao próximo dela. Ele era diferente dos outros homens que a chamava de gostosinha.

Sim. As meninas eram codificadas por apelidos e cada um, era mais asquerosos que os outros. Pela graça divinas elas tinham sido salvas, agora estavam todas em paz. Ella suspirou e analisou o lacinho que tinha ganhado de Diana. Um dia os cabelos dela ia crescer e pela primeira vez saberia a cor deles. Desejava que fosse como dos pais e irmãos, loiros. Assim se sentiria uma verdadeira Biazzari a filha de um homem da lei que protege todos. Foi assim que Gael elevou auto estima masculina do seu amigo de brigadeiro. Ver os pequenos conversando estava ativando a ideia de casamenteiro do conde, único problema era o rei Valério que não saia do seu pé. Leonel precisava saber o que afligia o nobre.

Apesar de os mais velhos já estarem em seus afazeres e os homens muito longe dali, as crianças ainda se encontravam dormindo e Heitor era o único que estava deitado ainda. Teve uma noite tensa porque Levi delirou e junto ao irmão cuidou do cunhado e somente pela manhã retornou ao quarto e voltou a dormir com os sobrinhos. Já fazia uma semana que as crianças fizeram do quarto do jovem um refúgio particular. Somente Diana e Luna que estavam ainda mais coladas ficaram em seus leitos. Lógico que antes de dormi elas rezavam e abelhinha falar tudo em dobro para o papai do céu ouvir a clemência da sobrinha.

'Milady' Diana estava levando a sério em assumir sua tarefa de tia. Na hora certa mandava todos para o banho. Comiam e depois cama para não dar trabalho. Mesmo Maria tentando tomar a rédia da situação estava feliz por saber que logo sua família teria uma senhora entre eles a cópia fiel da duquesa Madalena.

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