"A demonstração de amor requer mais do que beijos, sexo e palavras. Sentir-se amado é sentir que a pessoa tem interesse real na sua vida"
Martha Medeiros
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Castelo de Windsock.
A noite foi feita para descansar a alma após um dia cansativo. Todos os seres humanos possuem tal ciência sobre este ato natural do universo. Por isso a pessoa mais sensata do castelo, já estava repousando em seu leito, com um semblante lindo no rosto. Já os seus meninos, não tão novos assim. Se encontravam em seus caos particulares, tentando lidar com vossos corações arrebentados pela luxúria do sentimento dominado de amor.
O sucessor depois de anos correndo dos seus desejos, se encontrava trancado em seu quarto luxuoso com um ar de nobreza. Sentado atrás de uma mesa e murmurando, por não conseguir achar as palavras corretas para Pedro uma simples permissão de cortejo.
Valeiro se recusava abrir mãos da mulher que sempre foi dona de seus sonhos dos seus desejos ocultos e inclusive a personagem principal de seus atos de bravuras; quando assunto era colocar pretendentes para correr.
Amassou a vigésima folha e jogou no chão irritado. Só que sorriu cafajeste, quando viu o desenho da sua flor selvagem, enviou naquela manhã. Da forma dela, 'milady' Penélope, estava dizendo adeus, estraves de um desenho obsceno.
— Quem é Levi perto de ti minha, rocambole?
Mesmo sabendo que não teria resposta pela sua pergunta, ele molhou a pena no tinteiro e respirou fundo. Iniciou novamente sua tentativa de pedido de cortejo formal. Se fosse um homem comum, podia simplesmente se apresentar ao conde e pronto! Tudo estava resolvido. Só que se tratando de um príncipe, tinha que ser formal e cordial como aprendeu nós seus, ensinamento sobre a coroa.
Antony, tinha sorte por ser dono do seu próprio nariz e poder ter o homem que ama ao seu lado todas as noites. Suspirou e rasgou a folha novamente e murmurou irritadíssimo.
Não importava para o príncipe quantas vezes e até que horas da madrugada ficaria nas suas tentativas frustradas. Sua única certeza era que faria um pedido de cortejo, digno a sua, rocambole. Para Valério, pedir ajudar para esta tarefa seria como recair degraus de sua idade e mostrar o quanto não está de fato, preparado para um enlace.
Novamente respirou e sendo um homem viril, sorriu ao lembrar das curvas avantajadas da sua amada. Na sua cabeça não compreendia porque as mulheres gostavam de serem tão básicas, sem curvas ou seios fartos. Cresceu neste pensamento e quando o falecido tio apresentou a duquesa dele, tudo que o príncipe desejou foi ter alguém tão bela como a tia. Seu pedido a Deus foi aceito com sucesso. Em uma tarde ensolarada, seus olhos encontraram uma moça que chamou sua atenção pelo corpo que ao seu ver; era perfeito!
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No mesmo corredor, alguns quartos apenas de distante. Príncipe Laércio, novato na tarefa de lidar com amor. Estava sereno, todo leve, apenas usando um calção masculino de dormir. Seu peito está exposto ao vento frio que entrava pela janela, que se encontrava aberta em seu leito. Mesmo concentrado na sua leitura sobre um romance proibido entre dois Reis em um reino severo. Ele só tentava pensar o porquê do amado recusá-lo com tanta força.
O nobre queria compreender tanta raiva que jovem Richards, possuía no coração. Todas às vezes que o príncipe olhava nos olhos do seu homem, via tristeza, dor e desespero para ser cuidado e amado. Mais ao mesmo tempo, o nobre ia além dos olhos e podia sentir a fúria através das palavras que o amado falava. Se arriscava até em dizer, que quando ele sorria era de fato o momento que sua verdadeira personalidade via à tona.
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TESTAMENTO DA DUQUESA
RomanceLivro I da trilogia "Os Kingston " Em uma Era Vitoriana, que Burgueses são importantes e deixam claro seu sangue, quando desfilam pelas ruas de Londres. Os que não possuem fortunas, títulos comem o pão que o diabo amassou. Era o caso da plebeia...
